quinta-feira, 29 de outubro de 2009

FATOS E PERSONAGENS DA HISTÓRIA ALVINEGRA



Calico, foi o jogador que mais tempo atuou pelo Figueirense. Jogou no alvinegro durante 15 anos seguidos - de 1932 a 1947.

No mês de março de 1949 foi instalada nos altos da Casa Polli, na Praça XV de Novembro, a nova Sede do Figueirense Futebol Clube, gentilmente cedida pelos dirigentes daquela importante empresa.

De 1947 a 1951 o Figueirense conquistou o inédito pentacampeonato do torneio início.

Em julho de 1951 foi cercado o campo do Figueirense provisoriamente de madeira, para que, pudesse dentro de alguns meses, sediar partidas de futebol.

Procópio Dário Ouriques, foi um dos mais completos jogadores do futebol catarinense do passado. Jogou pelo Figueirense em dois períodos: 1931 a 1932 e 1936; 1943 a 1948.

Nos anos 70, Procópio colaborou com o clube do seu coração, o Figueirense, sendo um dos seus dirigentes.

Em junho de 1971, pela primeira vez na história do jornalismo catarinense o Figueirense, teve sua vida relatada num suplemento especial que o jornal O Estado preparou para homenagear o clube, na ocasião do seu 50º aniversário.

A partir de 1972 o Figueirense passou a apresentar no seu escudo o desenho de uma figueira, caracterizando perfeitamente a sua origem.

Em 1972, com o técnico Jorge Ferreira, o Figueirense conquistou o título estadual que estava afastado desde 1959 da Capital e que teve o Paula Ramos como campeão.

O ex-presidente do Figueirense, Major José Mauro da Costa Ortiga ( de saudosa memória), ficou conhecido como um dos dirigentes que mais contribuiu para o desenvolvimento do futebol de Florianópolis. Ortiga revolucionou o futebol da Capital com uma administração vitoriosa.

Entre inúmeras passagens hilariantes, uma foi vivenciada pelo massagista Afonso, do Avaí: Tião Marino recebeu de Luiz Everton e caminhou livre para marcar o terceiro gol do Figueirense contra o rival, pelas finais do estadual de 1972. O massagista Afonso, inconformado, saiu do banco e correu para dentro do gol, para tentar salvar. Não adiantou: Figueirense 3 a 1.

Ao final do ano de 1975, o Major José Mauro da Costa Ortiga, passou a presidência do Figueirense ao Dr. Dumiense de Paula Ribeiro, o popular Domi, ex-goleiro do clube e um alvinegro de coração.

"Águias do Figueirense", esse era o nome da torcida organizada do Figueirense que esteve ao lado do time em 1975 no campeonato brasileiro.

Osny Ortiga e José Mauro da Costa Ortiga tiveram muito sucesso quando presidiram o Figueirense. Osny conseguiu os títulos estaduais de 1939 e 1941. Por outro lado, seu filho, José Mauro, também levou o alvinegro a conquista de dois títulos estaduais (1972 e 1974) e a duas presenças no campeonato brasileiro (1973 e 1975).

Em 1983 a Revista Placar e o Instituto Gallup fizeram uma pesquisa para saber quais os clubes de maiores torcidas em todos os estados brasileiros. Em Santa Catarina, o Figueirense foi absoluto. Comprovou que tem a maior torcida do futebol catarinense.

Em 18 de setembro de 1985, o Figueirense prestou uma grande homenagem ao ex-presidente e conselheiro do clube, José Leal de Meirelles (na época com 84 anos), conquistando a taça que levava o seu nome, relativa ao título da 2ª fase do estadual de 1985. A decisão da taça José Leal de Meirelles foi contra o Blumenau, no estádio Orlando Scarpelli. O Figueirense venceu por 3 a 1, diante de um público superior a 7 mil torcedores.

Nos campeonatos catarinenses de 1983 e 1985, quando assumiu na condição de técnico interino o Figueirense, o dirigente Ivan Farias teve um saldo positivo. Em 1983 saiu invicto: sete partidas, cinco vitórias e dois empates. O time fez 12 e sofreu apenas 2 gols. Em 1985, sobs o seu comando, o Figueirense jogou sete vezes, venceu quatro, empatou um e perdeu dois. O ataque marcou 14 gols e a defesa sofreu cinco.

Em 1986 o Figueirense amargou a decepção do rebaixamento à 2ª divisão do futebol catarinense. Foi o pior momento da vida do clube.

Em 1996, o Figueirense, campeão da Copa Santa Catarina enfrentou a Chapecoense, campeã estadual, em dois jogos ( 20 e 22/12/96), para definir o representante catarinense na Copa do Brasil de 1997. O Figueirense venceu os dois confrontos. No primeiro, em Florianópolis, por 1 a 0, e no segundo em Chapecó, por 4 a 1, garantindo, desta forma, o direito de disputar a Copa do Brasil como único representante de Santa Catarina.

Em julho de 1998 o treinador Sérgio Lopes voltou ao Figueirense, ele que já havia ocupado o cargo no alvinegro em 1976, 1981, 1982, 1990 e 1997 e, que como jogador, foi o maior ídolo do Figueira em 1974 no Estadual e 1975 no Nacional.

Em 1998, o treinador Sérgio Lopes retornou ao Figueirense para substituir Luiz Gonzaga Millioli que foi trabalhar no Oriente Médio, para treinar a Seleção do Catar.

O ex-goleador Antônio Fernandes Quintino, o Toninho, foi contratado pelo Figueirense, em dezembro de 1998, para ser gerente de futebol do clube. Toninho chegou no Orlando Scarpelli com o desafio de ajudar a implementar o ambicioso projeto do Figueirense para 1999, que montou um grande time, reformou o estádio e transformou-se em clube empresa.

Jaime Casagrande, ex-jogador do Figueirense no passado, lateral esquerdo, ídolo da torcida nos anos 70/80, vigoroso, ótimo marcador e que chutava bem de fora da área, depois que parou de jogar ficou trabalhando pelo Figueirense desempenhando várias funções dentro do clube como a de preparador de goleiros, técnico e supervisor das categorias de base.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

FUTEBOL NO SANGUE


No mundo do futebol não são poucas as famílias ligadas a este esporte. Vejamos alguns exemplos dentro do Figueirense Futebol Clube:


Quatro irmãos e uma paixão: o futebol. Em 1939 quatro irmãos da família Moritz sagraram-se campeões estaduais jogando pelo Figueirense. Foram eles: Sidney, Neri, Décio e Calico.

Filho de peixe, peixinho é... Rigoberto Costa, o Beto Fuscão, zagueiro que jogou pelo Figueirense, de 1968 a 1971, é filho de Enísio, também ex-zagueiro do clube nos anos 40/50.

Aciomar Silva, diretor do Figueirense nos anos 60/70 teve os filhos Gérson e Aílton jogadores do alvinegro nesta mesma época.

O gosto para o futebol, Almir José Gil (1971 a 1975), Antônio José Gil , o Tonho (1975 e 1985) e Sérgio Santos Gil (1987 e 1988), herdaram do pai Ari Gil, ex-lateral do Figueirense nos anos 50.

Kléber Eduardo Veloso, volante revelado pelo Figueirense nos anos 90, é filho do ex-jogador Laudares Veloso, o Caco, que atuou no Figueirense nas décadas de 1969 a 1976, e sobrinho do ex-zagueiro Dejair Veloso, o Jaíco, que também defendeu o alvinegro nos anos 70.

Rodrigo Vaz, atacante, que atuou pelo Figueirense (1985 a 1990), herdou a profissão de jogador de futebol de seu pai, Marcos Antônio da Silva Vaz, o Marcos Cavalo, atacante que foi ídolo do Figueirense ( 1974 a 1976 e 1984).

Os irmãos Jaílton e Antônio Fernandes Quintino, o Toninho, ambos centroavantes, também jogaram pelo Figueirense. Jaílton, vindo do futebol amador, jogou pelo alvinegro nos anos de 1978 e 1979. Já,Toninho, em 1975, aos 22 anos, saiu do Avaí, transferiu-se para o Figueirense onde virou ídolo e principal goleador.

Gérson Luís de Santana, o Gersinho, foi um ponta direita habilidoso que jogou profissionalmente pelo Figueirense de 1979 a 1983, é irmão do ex-lateral esquerdo Róbson Luís de Santana, que também passou pelo alvinegro em 1989.

Jaime Casagrande, lateral que marcou época jogando no Figueirense de 1972 a 1982, é tio do ex-volante Daniel Frasson, que jogou pelo alvinegro de 1985 a 1989 e 1999 e 2000. Aliás, foi Casagrande quem trouxe Frasson para o Figueirense na década de 80 para as categorias de base do clube.

Renato Ubirajara Formoso, conhecido como Caçapava, volante que jogou pelo Figueirense em 1993, é irmão de Sandro Rogério Formoso Pires, o popular Sandro Gaúcho, atacante que passou pelo alvinegro em 2003.

Os irmãos Guilherme (centroavante) e Tarcísio Macuglia (ponta de lança) jogaram juntos pelo Figueirense em 1986 e 1987.

O zagueiro Meira, puxou do pai o amor pelo Figueirense. O zagueiro Meira atuou pelo clube de 1985 a 1992. Já o pai, Orival Meira, foi um dedicado dirigente do alvinegro nos anos 80/90.

Os irmãos Carlos Augusto de Brito, o Sebinho ( 1976 a 1982), Luiz Carlos de Brito, o Britinho (1972 a 1975) e Raul de Brito, o Raulzinho ( anos 60/70), foram revelados pelo Figueirense.

Márcio Di Bernardi foi goleiro do Figueirense nos anos 60. Seu filho, Nélson Di Bernardi, tornou-se dirigente do clube nos anos 2000.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

CURIOSIDADES DO ALVINEGRO EM COMPETIÇÕES NACIONAIS


O PIONEIRO DO NACIONAL
Cabe ao Figueirense Futebol Clube as honras do pioneirismo por ter sido o 1º representante de Santa Catarina a disputar o Campeonato Nacional. Em 1973, pela primeira vez na história, um time catarinense disputou o recém criado Campeonato Nacional.


REMODELAÇÃO DO ESTÁDIO
Para atender as exigências da Confederação Brasileira de Desportos e para garantir a participação no Campeonato Nacional de 1973, o Figueirense teve que ampliar e melhorar as condições de seu estádio.
O primeiro grande passo, foi dado no mês de dezembro de 1972, com a colocação dos postes para a introdução de refletores no estádio. Em curto espaço de tempo, já se notava a transformação do Orlando Scarpelli que teve capacidade para público superior a 25 mil pessoas.


COMISSÃO TÉCNICA
Para participar do Campeonato Nacional de 1973, o Figueirense contratou toda a comissão técnica da Seleção Brasileira de Novos: Antoninho (técnico), Antônio Clemente (preparador físico), Nocaute Jack (massagista) e o roupeiro Francisco de Assis.


CLÁSSICO PELO NACIONAL
No primeiro clássico Figueirense x Avaí disputado num Campeonato Nacional a vitória foi do alvinegro, por 1 a 0, gol de Hélio Pires. O jogo aconteceu no estádio Orlando Scarpelli (7 de setembro de 1976) e o Figueirense jogou com : Ladel, Pinga, Nélson, Gilson e Escurinho; Moacir, Sidney e Zé Carlos; Caco, Hélio Pires e Luiz Antonio. Técnico: Lauro Búrigo.


FIGUEIRENSE VICE-CAMPEÃO BRASILEIRO DA SÉRIE B/ 2001
Comandado pelo técnico Vágner Benazzi, o Figueirense venceu o Caxias-RS ( 1x0), no dia 22 de dezembro de 2001, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, e ficou em segundo lugar no quadrangular final da Série B, garantindo vaga para a 1ª Divisão de 2002. O gol foi de Abimael.
22.530 torcedores acompanharam a decisão.


THIAGO GENTIL FAZ GOL HISTÓRICO
Na partida realizada no dia 16 de outubro de 2002, no estádio Orlando Scarpelli, frente ao Clube Atlético Paranaense, o Figueirense atingiu uma marca histórica tendo marcado o seu 100º gol em Campeonatos Brasileiros da 1ª Divisão.

O gol que levou essa marca foi o terceiro marcado na vitória de 3 a 2, tendo como autor o atacante Thiago Gentil (na foto).
O gol aconteceu depois que Thiago Gentil, em bela jogada sofreu falta na entrada da grande área. O meia Igor, em jogada ensaiada, passou pela bola e Thiago Gentil cobrou a falta no ângulo direito do goleiro atleticano que nada pode fazer.
Além de ser o 100º gol na história alvinegra em competições nacionais, o tento anotado aos 22 minutos do segundo tempo da partida garantiu a vitória e mais três pontos na Série A 2002.
Esta era a sexta vez que o Figueirense disputava a 1ª Divisão do Brasileirão. Na década de 70, o clube participou em 1973/75/76/78 e 79.


EVAIR CHEGA AO 100º GOL EM BRASILEIROS
O gol de Evair, marcado na partida frente ao Grêmio-RS (1º/06/2003), na vitória do Figueirense, por 2 a 1, foi o gol de número 100 do centroavante em Campeonatos Brasileiros.
Evair, que estreou no Figueirense no dia 6 de abril de 2003, marcando um gol no empate com o Corinthians-SP (3 a 3), no estádio Orlando Scarpelli, estava disputando seu 11º campeonato nacional, onde conquistou o primeiro lugar em três deles ( 2 vezes com o Palmeiras-SP e um vez com o Vasco-RJ).
O atacante Evair (foto), que encerrou carreira no Figueirense, é um dos maiores goleados da história do Brasileirão.


VITÓRIA NO MARACANÃ
O Figueirense conseguiu um resultado histórico no dia 28 de junho de 2003. O alvinegro venceu o Flamengo no Rio de Janeiro por 2 a 0. É o primeiro triunfo de um clube catarinense no principal estádio do País, o Maracanã. Os gols foram anotados por Luiz Fernando e Evair.


100º JOGO NO ORLANDO SCARPELLI
Em 13 de julho de 2004, o Figueirense realizou a sua 100ª partida jogando no estádio Orlando Scarpelli em jogos do Campeonato Brasileiro da 1ª Divisão. O jogo histórico foi contra o Paraná Clube, 0 a 0, foi o resultado, com 11.819 torcedores presentes ao estádio.
Quando completou os 100 jogos em Florianópolis, o Figueirense tinha 36 vitórias, 40 empates e 24 derrotas. Marcou 115 e sofreu 95 gols.


BRASILEIRÃO 2004: FIGUEIRA 10 JOGOS INVICTO
Os dez jogos sem derrota ( da 6ª até a 15ª rodada) garantiram outro recorde ao Figueirense em Brasileiros. A invencibilidade é a maior da história do clube. Até então, o recorde era de sete jogos sem derrotas, em 1975 e em 1979. Confira, abaixo, os jogos da invencibilidade alvinegra:
16/05/2004 - Figueirense 1x0 São Caetano-SP (estádio Orlando Scarpelli)
22/05/2004 - Botafogo-RJ 1x1 Figueirense (estádio Caio Martins)
30/05/2004 - Figueirense 1x1 Paysandu-PA (estádio Orlando Scarpelli)
16/06/2004 - Ponte Preta-SP 0x2 Figueirense (estádio Moises Lucarelli)
19/06/2004 - Figueirense 0x0 Cruzeiro-MG (estádio Orlando Scarpelli)
26/06/2004 - Flamengo-RJ 0x3 Figueirense (estádio Raulino Oliveira)
03/07/2004 - Figueirense 2x2 Vasco-RJ (estádio Orlando Scarpelli)
06/07/2004 - Grêmio-RS 2x2 Figueirense (estádio Olímpico)
10/07/2004 - Figueirense 2x0 Criciúma-SC (estádio Orlando Scarpelli)
13/07/2004 - Figueirense 0x0 Paraná Clube-PR (estádio Orlando Scarpelli)


FIGUEIRENSE: 200 JOGOS EM BRASILEIROS
Ao entrar em campo na noite de 6 de outubro de 2004, para enfrentar o Vasco da Gama, no estádio São Januário, no Rio de Janeiro, o Figueirense cumpriu seu jogo de número 200 em Campeonatos Brasileiros da 1ª Divisão.
O alvinegro catarinense foi o primeiro clube a representar Santa Catarina na competição, em 1973.

Ao longo dos seus 199 até então, o Figueirense havia obtido 58 vitórias, teve 74 derrotas e 37 empates. Marcou 216 e sofreu 254 gols.
Na mesma partida (Vasco 1x0 Figueirense), o técnico Dorival Júnior (na foto) completou seu jogo de número 50 em Campeonatos Brasileiros, sendo o técnico que mais dirigiu o Figueirense na competição. Até aquela data, nos 49 jogos, Júnior obteve 18 vitórias e teve 14 derrotas e 17 empates.
Júnior superou Lauro Búrigo, que dirigiu o Figueirense em três temporadas (1975, 1976 e 1978), com 35 partidas, nove vitórias, 12 empates e 14 derrotas.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

INVASÃO NORDESTINA




O treinador Lula Pereira, pernambucano de Olinda, trouxe para Florianópolis no ano de 1994 a maior geração de jogadores nordestinos da história. Naquele ano, o Figueirense sagrou-se campeão catarinense com um grupo de nordestinos no time titular.
Eram eles:
- Miranda, meio campista, natural de Campina Grande-PB
- Carlinhos, lateral esquerdo, natural de Campina Grande-PB
- Balú, zagueiro, natural de Monteiro-PB
- Barbosa, atacante, natural de Recife-PE
- Oliveira, meio campista, natural de Canindé-PE
- Da Silva, atacante, natural de Iracema do Norte-CE
- Narcísio, atacante, natural de Pentecostes-CE
- Mário, meio campista, natural de Fortaleza-CE
- Itamar, lateral direito, natural de Salvador-BA

sábado, 24 de outubro de 2009

SÉRIE A 2003: 10º MELHOR PÚBLICO E TERCEIRA MELHOR DEFESA




Na estatística final de público pagante do Campeonato Brasileiro da Série A 2003, divulgada pela Confederação Brasileira de Futebol, o Figueirense, de Santa Catarina, ficou na 10ª posição, com a média de 10.418 espectadores por partida.
A posição ocupada pelo time catarinense foi considerada satisfatória, a frente de clubes como o Famengo-RJ, Atlético-PR, Corinthians-SP, Coritiba-PR, Santos-SP, Fluminense-RJ, Ponte Preta-SP e Vasco da Gama-RJ, equipes que praticam uma política de preços de ingressos menor que o Figueirense e são de cidades que possuem uma população bem maior que Florianópolis.
Já a Federação Catarinense de Futebol ficou na sétima posição, a frente de Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, com a média de 9.233.

A TERCEIRA MELHOR DEFESA FOI A NOSSA
Além da inédita conquista de uma vaga para a Copa Sul-Americana de Futebol e da classificação em 11º lugar na competição, ficando entre os 10 melhores pontuados (65 pontos), o Figueirense teve a terceira melhor defesa do campeonato, ficando atrás apenas do São Caetano-SP e do campeão Cruzeiro.
Nos 46 jogos disputados o Figueirense sofreu apenas 54 gols, o que representa uma média de 1,17 por partida. O São Caetano sofreu 37 gols, obtendo a média de 0,80 por partida, enquanto o Cruzeiro-SP sofreu 47, com a média de 1,02 por jogo.
O zagueiro Cléber (foto) foi um dos principais destaques da defesa alvinegra, com sua experiência e categoria se transformou num dos ídolos da torcida alvinegra.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

FIGUEIRA





Desde setembro de 2002, a maior torcida de Santa Catarina conta com o reforço do simpático mascote "Figueirinha", idealizado pelo conselheiro Edson Lima e pelo departamento de marketing a partir do nome e símbolo do clube. Os traços do personagem foram criados pelo designer Henrique Machado. Com o mascote, o Figueirense pretende atingir pricipalmente os torcedores mirins e trabalhar projetos que envolvam a questão ambiental. As crianças já recebem tratamento especial no clube. Uma das ações comunitárias desenvolvidas envolve alunos de escolas municipais e estaduais da rede pública, que visitam regularmente o Estádio Orlando Scarpelli, conhecendo os jogadores e a estrutura administrativa do Figueirense. Além disso, a diretoria não esquece datas especiais, como o 12 de outubro, Dia da Criança, quando doces e brindes são entregues aos pequenos torcedores que vão ao Scarpelli.

FIGUEIRA É SÍMBOLO OFICIAL DESDE 1972

A figueira, árvore que deu origem ao nome do clube fundado no dia 12 de junho de 1921, só no início da década de 70 passou a ser o principal símbolo do alvinegro. Em 1972, o então presidente José Mauro da Costa Ortiga, o Major Ortiga, sugeriu - e todos os demais diretores aprovaram - a inclusão de uma pequena figueira no centro do escudo, bordada e sobreposta pelas iniciais FFC. Foi naquela época, também, a estreia do verde entre o preto e branco do Figueirense.


Antes da figueira, a insígnia era formada por pequenas faixas alvinegras intercaladas na diagonal, sobrepostas no centro pelas iniciais FFC.


Adorada pelos torcedores, além de fazer parte da história do clube, a insígnia alvinegra, ornamentada pela figueira verde, é a marca figurativa do Figueirense, devidamente registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

CELEIRO DE CRAQUES: o Figueirense sempre primou por formar bons jogadores nas categorias inferiores


Revelar novos talentos para o alvinegro e para os grandes clubes do futebol brasileiro e mundial já virou uma tradição das categorias de base do Figueirense Futebol Clube. É filosofia do clube formar jogadores, tendo como exemplos de sucesso Valdo e Filipe Kasmirski, que tornaram-se grandes craques.
Nos últimos tempos, as categorias de base do Figueirense ficaram famosas por revelar vários atletas e pelos títulos que tem conquistado, como a Copa São Paulo de Futebol Júnior (2008) e a Copa Internacional de Futebol Sub-17 (2008). As revelações e os títulos são consequencias de um longo e bem estruturado trabalho de renovação. Neste sentido, a direção do clube alvinegro tem dado todo o apoio e o incentivo necessários para a formação de um grande jogador, tais como, alimentação, hospedagem, treinamento técnico e físico, assistência médica, etc. O departamento amador do Figueirense é comandado por profissionais competentes e de larga experiência.
Valorizando os chamados "pratas da casa" o Figueirense tem a oportunidade de reforçar o seu time principal, bem como, fazer grandes negócios, garantindo o futuro desses atletas.
O Figueirense sempre primou por revelar jogadores. São inúmeros os jogadores nascidos no alvinegro. Vamos conhecer alguns:



FILIPE LUÍS KARMIRSKI
Filipe é natural de Jaraguá do Sul-SC,( 9 de agosto de 1985). Revelado pelo Figueirense jogou pelo clube de 2000 a 2002 nas categorias de base e como profissional em 2003 e 2004. Conquistou os títulos estaduais de 2003 e 2004 pelo Figueira. Em 2004 o atleta foi emprestado ao Ajax, da Holanda. Em pouco tempo chamou a atenção do Real Madrid, da Espanha, que também o contratou por empréstimo em 2005/2006. Em 2006, foi contratado pelo Deportivo La Coruña, da Espanha, primeiramente por empréstimo, sendo vendido em definitivo em 2008.
Recentemente foi eleito pela UEFA como o melhor lateral esquerdo do campeonato espanhol (temporada 2008/2009).
O jogador também jogou pelas Seleções Brasileiras sub-20 (2004 e 2005) e principal (2008 e 2009).
VALDO CÂNDIDO FILHO
Valdo nasceu em Siderópolis-SC (12 de fevereiro de 1964) e iniciou sua carreira nas categorias de base do Figueirense, tendo disputado algumas poucas partidas pela equipe profissional, mas com grande destaque, fato que despertou a atenção do Grêmio-RS, que o contratou. No Figueirense ficou apenas dois anos (1981/1982).
Além do Grêmio ( 1982 a 1988 e 2002), defendeu o Benfica, de Portugal (1988 a 1991 e 1995 a 1997), Paris Saint-Germain, França (1991 a 1995), Nagoya Grampus Eight, Japão (1997/1998), Cruzeiro (1998/1999), Santos-SP (2000), Sport-PE (2001), Atlético-MG (2001), Juventude-RS (2002) e Botafogo-RJ (2003/2004).
Ao longo de sua carreira o atleta catarinense passou por vários clubes e pela Seleção Brasileira, pela qual atuou em duas Copas do Mundo (1986 e 1990). Tendo sido um dos mais longevos jogadores da história do Brasil, encerrou sua carreira profissional atuando pelo Botafogo, em 2004, aos 40 anos de idade.
Em 2009, Valdo estreou como técnico de futebol, dirigindo o União de Rondonópolis-M
AIRTON RAUL DE ANDRADE
Conhecido popularmente como Pinga e natural de Florianópolis-SC , ele começou como juvenil do Figueirense. Em 1971, Pinga assinou o seu primeiro contrato de jogador profissional com o alvinegro onde encerrou a carreira em 1981. Além do Figueirense, Pinga atuou pelo Coritiba-PR e pelo Botafogo-RJ.
O lateral Pinga, foi o maior defensor da camisa alvinegra em clássicos, com 59 atuações. Foi campeão do estado em 1972 e 1974.
SÉRGIO SANTOS GIL
Sérgio Gil, promissor meia do futebol brasileiro no final da década de 80, morreu aos 19 anos em acidente de automóvel na rodovia Régis Bittencourt, BR 116, no dia 9 de julho de 1989.
Sérgio Gil, que nasceu em 22 de julho de 1970, começou a carreira no Figueirense, onde jogou como profissional em 1987/1988. Teve seu passe comprado pelo empresário Juan Figger e foi emprestado ao Corinthians-SP no segundo semestre de 1988.
Jogador de apurada técnica, Sérgio Gil foi convocado várias vezes para seleções juniores.
ALMIR JOSÉ GIL
Natural de Florianópolis-SC (28 de setembro de 1953), o volante Almir formou-se nas categorias de base do Figueirense. Passou por Avaí-SC, Portuguesa-SP, São Paulo-SP e Coritiba-PR.
Jogou de 1971 a 1975 pelo Figueirense, onde foi campeão estadual em 1972 e 1974.
ANTÔNIO JOSÉ GIL
O meio campista Tonho, nasceu em Florianópolis-SC (28 de agosto de 1957) . Começou a carreira no Figueirense e defendeu o Inter-RS ( 1976 a 1980) e o Grêmio-RS (1981 a 1985), entre outros clubes. Tonho é de uma família de craques. Ele é irmão do volante Almir e do saudoso meia esquerda Sérgio Gil.
No Figueirense jogou profissionalmente em 1975 e 1985. Jogou pela Seleção Olímpica do Brasil, medalha de prata nas Olímpiadas em Los Angeles, em 1984.
AGNALDO LIZ SOUZA
Agnaldo, natural de Florianópolis-SC (7 de junho de 1968), atuou como zagueiro e iniciou a carreira no Figueirense. Nas categorias de base atuou de 1981 a 1985 e como profissional de 1985 a 1991.
Teve passagens pelo Grêmio-RS (1993 a 1995), Flamengo-RJ (1995 a 1996), Palmeiras-SP (1997 a 2000), Fluminense-RJ (2000 a 2001), entre outros.
Encerrou a carreira de atleta em 2003. Atualmente é técnico de futebol.
DANIEL FRASSON
Daniel Frasson, natural de Siderópolis-SC (10 de dezembro de 1966) iniciou sua carreira nos juniores do Figueirense em 1985. Como profissional jogou pelo alvinegro de 1985 a 1989 e 1999/2000. O volante se consagrou no Palmeiras-SP, onde atuou em 1992 e 1993. Também teve passagens pelo Inter-RS, Atlético-MG, Fortaleza-CE, entre outras equipes.
Atualmente é técnico de futebol.
RIGOBERTO COSTA
O zagueiro Beto Fuscão, natural de Florianópolis-SC (13 de abril de 1950), começou jogando no Figueirense, onde ficou de 1968 a 1971. Depois teve passagens pelo Grêmio-RS (1973 a 1977), Palmeiras-SP (1977 a 1980), entre outros times. Jogou pela Seleção Brasileira.
JOCELI FERREIRA
Goleiro revelado pelo Figueirense, jogou nas categorias inferiores entre 1958 a 1962. Como profissional defendeu o Figueirense de 1962 a 1973, onde foi campeão do estadual em 1972. Teve passagens pelo Metropol-SC, Avaí-SC, Chapecoense-SC, entre outras equipes.
WALTER DA LUZ
O zagueiro Juca iniciou no Figueirense. Jogou pelo alvinegro de 1966 a 1969. Depois passou pelo Avaí-SC. Atualmente é um médico conceituado em Florianópolis.
JAIME CASAGRANDRE
Casagrandre, lateral esquerdo, natural de Siderópolis-SC, começou carreira em 1972 no Figueirense, clube pelo qual se projetou no campeonato nacional de 1973. Jogou pelo Figueirense de 1972 a 1982, sendo campeão catarinense em 1972 e 1974. Teve passagens pelo Fluminense-RJ (1974) e pelo Coritiba-PR (1977).
É o atual supervisor da categoria infantil do Figueirense.
LAUDARES VELOSO
Ponteiro direito, natural de Florianópolis-SC (06 de junho de 1952), Caco iniciou em 1969 no juvenil do Figueirense. Como profissional vestiu a camisa alvinegra de 1970 a 1976. Ganhou os títulos estaduais de 1972 e 1974 pelo Figueira. Também jogou pelo Avaí-SC, Marcílio Dias-SC, Palmeiras de Blumenau-SC, entre outros clubes.
ADAILTON MARTINS DOS SANTOS
O zagueiro Adailton, natural de Florianópolis-SC, iniciou em 1965 nas categorias de base do Figueirense, com 15 anos. No time principal foi campeão do estado em 1972 e 1974. Passou pelo São Paulo-SP, Coritiba-PR, Avaí-SC, entre outros clubes.
CARLOS AUGUSTO DE BRITO
O ponta direita Sebinho, natural de Florianópolis-SC, iniciou no Figueirense onde atuou de 1976 a 1982. Jogou pelo Toledo-PR, Carlos Renaux-SC e Grêmio Brasiliense-DF.
GÉRSON LUÍS DE SANTANA
Gersinho, ponta direita, natural de Osasco-SP (17 de junho de 1962), foi revelado pelo Figueirense. Ele entrou para o juvenil do Figueirense em maio de 1979. Em menos de um mês já entrava no time profissional do Figueirense, com apenas 17 anos. De 1979 a 1983 atuou profissionalmente pelo alvinegro. Jogou no Santos-SP (1983 a 1984), Portuguesa-SP, Santa Cruz-PE, Blazer Kumamoto-Japão, entre outros.
Atuou pela Seleção Brasileira de juniores nos anos 80.
ANTÔNIO MANOEL PEÇANHA
Peçanha, goleiro, natural de Laguna-SC, chegou no Figueirense em 1976 como juvenil. Saiu do time junior para o profissional em 1980 onde jogou até 1990. Atuou no Coritiba-PR, Novo Hamburgo-RS, entre outros times.
Atualmente trabalha no Figueirense no cargo de preparador de goleiros.
RODRIGO VAZ
Ponteiro esquerdo, natural de Florianópolis-SC (24 de maio de 1971), Rodrigo começou nas categorias inferiores do Figueirense, onde jogou de 1985 a 1989. Em 1990, tornou-se jogador profissional do alvinegro. Deixou o Figueirense em 1990 para jogar pelo Bragantino-SP (1990 a 1993). Jogou 8 anos na Europa no FC Jazz Pori, da Finlândia (1993 a 2001), intercalados por uma temporada na Argélia. Também atuou pelo Joinville-SC (2002), entre outros clubes.
Rodrigo Vaz é filho do ex-atacante do Figueirense, Marcos Cavalo.
ÉDSON NERI DA ROSA
Natural de Florianópolis-SC, meio campista, Édson Neri começou a carreira no Figueirense nos anos 80. De 1984 a 1988 jogou profissionalmente pelo alvinegro. Também jogou pelo Tubarão-SC (1992 e 1993 e 1995), Araranguá-SC (1994), entre outros clubes.
NORTON CÉSAR COSTA
Natural de Florianópolis-SC (20 de julho de 1966), o zagueiro Norton jogou pelas categorias de base do Figueirense entre 1979 e 1984. Em 1984 foi para o time principal do Figueirense. Depois passou pelo Inter-RS (1984 a 1989), Corinthians-SP, Sport Boys, do Peru (1990 e 1991), entre outras equipes.
Antes de encerrar a carreira ainda jogou pelo Figueirense, em 1997, aos 31 anos de idade.
ALAÉRCIO ELICHER
Volante, natural de Cascavel-PR, Alaércio surgiu das categorias de base do Figueirense em 1983, aos 17 anos. Como profissional atuou pelo alvinegro de 1984 a 1987 e 1996 e 1997). Passou por vários clubes, entre os quais: Vasco da Gama-RJ, Fluminense-RJ, Grêmio-RS e Atlético-PR.
EVERALDO DE OLIVEIRA
Volante, natural de Gravatal-SC (23 de outubro de 1971), conhecido pelo apelido de Bolé, começou no Figueirense em 1989 na categoria de juniores. Profissionalmente jogou pelo alvinegro em 1990/1991. Depois atuou pelo São José-SP (1992/1993), Tubarão-SC (1993 e 1994, 1998 a 2000), Criciúma-SC (1994 a 1996), Atlético-PR (1997) e Marcílio Dias-SC (1999).
RAFAEL PLÁCIDO CADORIN
Rafael, lateral esquerdo e volante, nasceu em Florianópolis-SC (10 de julho de 1978).
Iniciou no Figueirense em 1994, com 16 anos. Como profissional defendeu o alvinegro de 1998 a 2001. Jogou no Lepzing, da Alemanha, Atlético-PR, Tubarão-SC, Pelotas-RS, União da Ilha da Madeira, de Portugal (2004) , Varzim, de Portugal (2005 a 2007), entre outros clubes.
Foi campeão estadual pelo Figueirense em 1994 e 1999.
GELÁSIO ORSI JÚNIOR
Zagueiro, natural de Florianópolis-SC ( 12 de junho de 1974), Gelásio foi revelado pelas categorias de base do Figueirense: juvenil (1989) e júnior (1990 e 1991). Em 1992 começou a treinar como profissional. Em 1992 começou a treinar como profissional. Em 1993, com 18 anos, começou a atuar com maior frequencia no time principal do alvinegro, sendo inclusive, vice campeão estadual. Foi zagueiro titular e capitão da equipe do Figueirense campeão estadual em 1994. Em 1996 deixou o clube para atuar por várias equipes, entre elas: Criciúma-SC (1996 e 1999), Sampaio Corrêa-MA (1997), São José-SP (1998 e 2002), Ceára-CE (2000) e Glória-RS (2003).
GILMAR SERAFIM
Natural de São Ludgero-SC (9 de abril de 1969), o volante Gilmar Serafim começou no Figueirense nos anos 80. Como profissional defendeu o clube de 1989 a 1996). Foi vice campeão estadual em 1993 e campeão em 1994. Em 1997, com passe livre, transferiu-se para o Tubarão-SC. Também jogou pelo Paysandu-PA, Moto Clube-MA, Ceará-CE, Sampaio Corrêa-MA, Guarani, de Palhoça-SC (2002 a 2005) entre outros times.
Jogador de muito vigor físico, Gilmar Serafim foi um símbolo da raça alvinegra.
ALEXANDRE GARCIA RIBEIRO
Natural de Araçatuba-SP (8 de maio de 1984), o atacante Alexandre começou no Figueirense. Jogou no time titular de 2005 a 2008. Saiu do clube para atuar pelo Guaratinguetá-SP, ABC-RN e Daejeon, da Coréia do Sul (2009).
Foi campeão estadual pelo Figueirense em 2006 e 2008.
ALMIR ROBERTO DOS SANTOS
Natural de jaraguá do Sul-SC, o lateral direito Almir foi outro jogador descoberto pelo departamento amador do Figueirense nos anos 80. Jogou profissionalmente pelo alvinegro de 1982 a 1986 e em 1993). Também esteve na Portuguesa-SP (1986), Joinville-SC (1987 e 1988), Marcílio Dias-SC, entre outros.
ALAN PATRICK MONEGAT
Natural de São Lourenço D'oeste-SC (27 de junho de 1983), o atacante Alan Patrick iniciou no Figueirense em 1997, aos 13 anos, passando pelas categorias juvenil e júnior. Aos 17 anos assinou contrato profissional e jogou pelo Figueirense de 2002 a 2005). Deixou o alvinegro para atuar pelo Rotherhan, da Inglaterra, Aachan, da Alemanha, Acadêmica de Coimbra de Portugal, Mellipilla, do Chile, Fernandez Vial, do Chile, Araçatuba-SP, Metropolitano-SP (2006), Universidade Concepción, do Chile (2006), Marcílio Dias-SC (2006), Guarani, de Palhoça-SC (2007) e Voclabruck, da Áustria.
ANDRÉ CLARINDO DOS SANTOS
Lateral esquerdo e meia, natural de São Paulo-SP (8 de março de 1983), André Santos foi revelado pelo Figueirense. Nas categorias de base do alvinegro, André Santos jogou de 2000 a 2003 e como profissional jogou em 2004, 2005 e 2007.
Deixou o Figueirense para mostrar a sua qualidade nas seguintes equipes: Flamengo-RJ (2005 e 2006), Partizan, da Sérvia e Montenegro (2006), Atlético-MG (2006), Corinthians-SP (2008 e 2009) e Fenerbahçe, da Turquia (2009).
Foi campeão estadual de 2004 pelo Figueirense. Em 2009, jogou pelo Seleção Brasileira.
ANDERSON LUIZ RIBEIRO PEREIRA
Natural de Mesópolis-SP ( 31 de julho de 1988), o lateral direito Anderson Luiz começou nas categorias de base do Figueirense em 2006. Se profissionalizou em 2007. No primeiro semestre de 2009, esteve emprestado ao Guaratinguetá-SP e em 2010 jogou pelo Mirassol-SP.
Em 2008, conquistou o estadual pelo Figueirense.
ADRIANO SELLA DE SOUZA
Adriano Sella, lateral direito, nascido em Londrina-PR (19 de julho de 1981), jogou pelo juniores do Figueirense em 2000/2001, sendo promovido ao time principal em 2002. Ficou no alvinegro até 2003,onde antes deixar o clube conquistou o título do campeonato catarinense. Entre outros clubes, Adriano jogou pelo: Paraná Clube-PR (2004), Cleveland City Stars, dos Estados Unidos (2008) e Brasil-PE (2009).
LUIZ CARLOS DE BRIDA JÚNIOR
Natural de Paulo Lopes-SC (18 de novembro de 1984), o lateral esquerdo Brida iniciou nas categorias de base do Figueirense, onde jogou de 1999 a 2003. Jogou pelo time profissional em 2004/2005. Depois passou pelo Mechelen, da Bélgica, Guaratinguetá-SP, Caxias-RS, entre outros.
Foi campeão estadual de 2004 pelo Figueira.
LUIZ CARLOS DE BRITO
O atacante Britinho, nascido em Florianópolis-SC (21 de julho de 1953), iniciou carreira no Figueirense. Profissionalmente atuou pelo alvinegro de 1972 a 1975. Depois passou por vários times, entre eles: Joinville-SC, Grêmio Maringá-PR, Comercial-SP e Avaí-SC.
Foi campeão catarinense de 1974 pelo Figueirense.
JOÃO CARLOS DA SILVA
O popular Balduino, meio campista, natural de Florianópolis-SC (30 de agosto de 1952) foi formado pelas categorias de base do Figueirense (1967 a 1972). De 1972 a 1977, já profissionalizado, jogou pelo rival Avaí. Retornou ao Figueirense em 1978, ficando no clube até 1984. Depois passou pelo Joinville-SC (1978/1979), Grêmio-RS (1980) e Flamengo, de Florianópolis.
Formado em Educação Física pela UDESC, foi técnico de futebol, tendo trabalhado em diversos clubes catarinenses. Atualmente é comentarista da Rádio Guarujá de Florianópolis.
DIOGO ANTUNES DE OLIVEIRA
Natural de Arapongas-PR (29 de outubro de 1986), o volante Diogo jogou nos juniores do Figueirense de 2005 a 2006. Como profissional jogou no alvinegro de 2006 a 2008. Em 2009, deixou o Figueirense e passou pelo Grêmio-RS e pelo Fluminense-RJ.
Foi campeão estadual pelo Figueirense em 2008.
CARLOS EDUARDO DA SILVA
Conhecido pelo apelido de Dudu, o lateral direito nasceu em Florianópolis-SC (12 de agosto de 1982). Saiu dos juniores do alvinegro em 2004. No time profissional atuou em 2004 e 2005. Após deixar o clube, teve passagens pelo Novo Hamburgo-RS, Brasil de Pelotas-RS e pelo Naval 1º de Maio, de Portugal (2008 e 2009).
INÁCIO DORVANTIL RODRIGUES
Conhecido por Dorval, o meio campista nasceu em Santa Vitória do Palmar-RS. Iniciou nas categorias de base do Figueirense nos anos 70. Como profissional atuou pelo alvinegro de 1978 a 1981. Jogou pelo Rio do Sul-SC e pelo Juventus, de Rio do Sul-SC.
DANILO MEIRA SANTOS
Natural de Vitória da Conquista-BA (12 de novembro de 1983), o meia Danilo Santos jogou nos juniores do Figueirense de 2001 a 2002. No time profissional atuou de 2003 a 2005, depois passou por diversos clubes, como: Sport-PE, Marília-SP, Vila Nova-GO, São Caetano-SP e Criciúma-SC.
Foi campeão catarinense em 2004 pelo Figueirense.
ÉDSON BASTOS BARRETO
O goleiro Édson Bastos, natural de Foz do Iguaçu-PR (22 de outubro de 1979), iniciou carreira nas categorias de base do Figueirense. Como profissional jogou pelo alvinegro de 2000 a 2006. Depois passou por outros clubes, como: Portuguesa-SP, Fortaleza-CE e Coritiba-PR (2007 a 2009).
Foi tricampeão estadual pelo Figueirense (2002, 2003 e 2004).
BRUNO CALDINI PERONE
Natural de São Paulo-SP (06/07/1987), Bruno Perone joga de volante e zagueiro. Começou nas categorias de base do Figueirense. Como profissional jogou pelo alvinegro em 2008 e 2009, sendo campeão do estadual de 2008. Em 2010, foi emprestado ao Mirassol-SP.
VANDERSON STOLK FRANCISCO
Natural de Florianópolis-SC (26/02/1987), o lateral esquerdo Vanderson iniciou nas categorias de base do Figueirense onde jogou de 2001 a 2004. Na equipe principal alvinegra atuou de 2005 a 2007. Depois passou pela Cabofriense-RJ (2008), Joinville-SC (2008), Volta Redonda-RJ (2009), Macaé-RJ (2009) e Juventus de Jaraguá do Sul-SC (2010).
VINÍCIUS FERREIRA ORLANDO
Natural de Santa André-SP (15/09/1983), o zagueiro Vinícius foi formado nas categorias de base do Figueirense onde jogou de 2002 a 2003. Na equipe principal atuou de 2004 a 2008, sendo duas vezes campeão estadual ( 2004 e 2006). Passou pelos Leeds United-Ingraterra, Marília-SP (2008), São Caetano-SP (2008) e Santo André-SP (2009).
WILLIAM DE MATTIA
O lateral direito e volante William de Mattia, natural de Criciúma-SC (28/04/1983), iniciou carreira nas categorias de base do Figueira, entre 2001 a 2003. Na equipe profissional do alvinegro jogou de 2003 a 2005, sendo campeão catarinense de 2004. Depois teve passagens por Juventus de Jaraguá do Sul-SC (2005), Skoda Xanthi-Grêcia (2005 a 2007), Santa Cruz-PE (2008), Marcílio Dias-SC (2009) e PoPa-Finlândia (2009 e 2010).
MAICON TALHETTI
O atacante Talhetti nasceu em Caçador-SC (23/02/1990) e iniciou sua carreira no Figueirense. Jogou na base alvinegra de 2004 a 2008. Se profissionalizou em 2008 e atualmente está defendendo as cores do Figueira.
Em 2008, Talhetti esteve na Seleção Brasileira Sub-19.
WILLIAM DIAS MASSARI
Natural de Criciúma-SC (25/07/1989), Massari joga na meia e na lateral direita. Começou nas categorias de base do Figueirense (2004 a 2008). Esteve emprestado ao Porto de Portugal (2008 e 2009). Como profissional está no elenco alvinegro desde 2009.
VITORINO GARCIA
Popularmente conhecido pelo apelido de Torino, começou nas categorias de base do Figueirense nos anos 60. Jogava na meia cancha e teve passagens pelo Grêmio-RS, Botafogo-RJ, Atlético-PR, Colorado-PR, Pelotas-RS, Chapecoense-SC, Juventude-RS, Sergipe-SE e CSA-AL.
LEANDRO HOFFMANN
Catarinense de Ituporanga-SC (28/04/1979), o volante Toto iniciou nas categorias de base do Figueirense (1995 a 1998). Se profissionalizou em 1998 e jogou no time principal do alvinegro até 2001. Depois atuou por diversas equipes, como: Atlético-PR, Joinville-SC, Avaí-SC, Caxias-SC, Glória-RS e Guarani de Palhoça-SC.
RAFAEL RAMOS DE LIMA
O zagueiro Rafael nasceu em Florianópolis-SC (08/03/1986) e começou a carreira no Figueirense. Nas categorias de base jogou de 2001 a 2006 e como profissional de 2006 a 2009. Esteve emprestado ao Ceará-CE em 2008.
RODRIGO THIESSEN
O meia Rodrigo Thissen, natural de Palhoça-SC (01/12/1986), começou nas categorias de base do Figueirense (2003 e 2004). Depois passou por diversos clubes, tais como: Guarani de Palhoça-SC, Internacional-SP, Pelotas-RS, São Bento-SP, Itumbiara-GO e CFZ Imbituba-SC (2009).
NASARENO COSTA DA SILVA
Natural de Tubarão-SC, Nasareno iniciou nas categorias de base do Figueirense. Jogou na equipe profissional como centroavante em 1978 e 1979. Depois atuou pelo Joaçaba-SC (1979), Fluminense-RJ, Sergipe-SE, entre outros clubes. Atualmente é técnico de futebol.
ROBERTO CÉSAR ZANDIN RODRIGUES
O atacante Roberto, natural de Sapiranga-RS (19/12/1985), iniciou sua carreira no Figueira (2001/2002). Profissionalizou-se em 2002 e ficou no clube até 2006, sendo três vezes campeão estadual (2003, 2004 e 2006).Teve passagens pelo Birmingham-Inglaterra, Niigata Albirex-Japão (2004), Atlético de Ibirama-SC (2005), Metropolitano-SC (2006), Cabofriense-RJ (2007 e 2009), Avaí-SC (2009), entre outros clubes.
THIAGO SILVY COELHO
O atacante Thiago Silvy é natural de Florianópolis-SC (12/06/1986) e começou no futebol atuando pelas categorias de base do Figueirense de 2001 a 2005. Jogou pela equipe profissional de 2005 a 2007, sendo campeão do estado em 2006. Após deixar o alvinegro, Silvy jogou pelos seguintes clubes: Górnik Zabrze-Polônia, Brescia-Itália, Joinville-SC, Fortaleza-CE, Sertãozinho-SP, Coritiba-PR, Botafogo-SP e América-RN.
RUDINEI DA ROSA
Nascido em Florianópolis-SC (07/10/1984) o volante Rudinei começou nas categorias de base do Figueirense (2001 a 2003). Como profissional atuou pela equipe alvinegra de 2003 a 2005. Depois passou pelo 15 de Novembro de Campo Bom-RS, Grêmio-RS (2006, 2008 e 2009), Criciúma-SC (2007), Botafogo-SP (2009), Náutico-PE (2009) e Avaí-SC (2010).
RENATO
O centroavante Renato iniciou a sua carreira atuando nas categorias de base do Figueirense de 1979 a 1982). Sem jogar pelo time principal do alvinegro, Renato foi vendido ao Grêmio-RS em 1982. Depois jogou pelo Próspera-SC, Ponte Preta-SP, Colorado-PR, Avaí-SC, Operário de Ponta Grossa-PR, Iguaçu-PR, retornando ao Figueirense no ano de 1988.
RAFHAEL OLIVEIRA DE JESUS
O zagueiro Rafhael foi revelado pelas categorias de base do Figueirense. Sem passar pelo time principal do alvinegro, Rafhael foi emprestado para o Porto de Portugal. Está no futebol português desde 2008.
LUCAS RIOS MARQUES
Natural de Passos-MG (26/03/1988), o lateral Lucas iniciou nas categorias de base do Figueirense em 2007. Em 2009 se profissionalizou. Atualmente faz parte do elenco do alvinegro.
FELIPE AUGUSTO SANTANA
O zagueiro Felipe Santana nasceu em Rio Claro-SP (17/03/1986) e iniciou a sua carreira no Figueirense. Passou pelas categorias de base do alvinegro em 2004 e 2005. De 2006 a 2008 jogou pela equipe profissional, tendo conquistados os títulos estaduais de 2006 e 2008. Em 2004, foi convocado para a Seleção Brasileira Sub-20. Em 2008 foi vendido ao Borussia Dortmund da Alemanha, onde continua ainda hoje.
JOHN DANIEL ZELLNER
Natural de Papanduva-SC (11/05/1982), o atacante John começou nas categorias de base do Figueirense, onde em 2002 se profissionalizou, ficando no clube até 2003. Depois atuou pelo Leeds United da Inglaterra, Guarani de Palhoça-SC, Apucarana-PR, Atlético Nacional da Colômbia, entre outros.
ÉLDIS FERNANDO DAMÁSIO
Conhecido por Fernandinho, meia, nasceu em Matão-SP (13/01/1981) e começou nas categorias de base do Figueirense (2002/2003). Se profissionalizou em 2003 no próprio Figueira. O jogador tem passagens pelo Lages-SC, São Caetano-SP, Gamba Osaka-Japão, Vasco da Gama-RJ (2009), entre outros clubes.
GUILHERME MADALENA SIQUEIRA
Lateral esquerdo, formado na base do alvinegro, Guilherme nasceu em Florianópolis-SC (28/04/1986). Iniciou no juvenil do Figueirense e nem passou pelos juniores e foi vendido para dois empresários da Itália por 35 mil dólares, em 2003. Jogou pelo Avaí-SC, Internazionales-Itália, Udinese-Itália e Ancona-Itália.
Guilherme jogou pela Seleção Brasileira Sub-17 (2002 e 2003).
MARCO ANTÔNIO DE SOUZA
Natural de Florianópolis-SC (26/07/1989), o atacante Marquinho Júnior iniciou nas categorias de base do Figueirense (2003 a 2008). Subiu para o time profissional em 2008. No segundo semestre de 2009, Marquinho Júnior foi emprestado ao Guaratinguetá-SP.
MARCELO DA SILVA SANTOS
Natural de Garopaba-SC (30/11/1978) o atacante ficou conhecido no futebol como Marcelinho. Iniciou carreira no Figueirense nas categorias de base (1997 e 1998). Em 1999, já profissionalizado, conquistou o título estadual pelo Figueirense. Depois deixou o clube e teve passagens por vários clubes, entre os quais: Songnam Ihwa da Coréia do Sul, Criciúma-SC , ABC-RN, Marcílio Dias-SC, Londrina-PR, Vila Nova-GO, Vitória-BA, Joinville-SC, Náutico-PE e El Shabab dos Emirados Arábes.
MICHEL VENDELINO SCHMOLLER
O zagueiro Schmoller é natural de São Jorge D'Oeste-PR (11/11/1987) e iniciou a sua carreira nas categorias de base do Figueirense. Como profissional está no clube de 2007 a 2010. Em 2008 esteve jogando emprestado ao Atlético-GO. Também em 2008 foi campeão estadual pelo Figueira.
Já jogou pela Seleção Brasileira de juvenis.
FERNANDO VIEIRA DE SOUZA
Conhecido pelo apelido de Nando, o atacante nasceu em Florianópolis-SC (15/10/1974) e iniciou a carreira no Figueirense. Jogou profissionalmente pelo alvinegro de 1996 a 1998. Depois teve passagens por vários clubes, entre eles: Irati-PR, Kindermann-SC e Guarani de Palhoça-SC.
MICHEL SIMPLÍCIO ROSSETO
O atacante Michel Simplício, natural de São Paulo-SP (26/03/1986), começou no futebol jogando nas categorias de base do Figueirense (2003 a 2005). Na equipe principal atuou de 2005 a 2007. Deixou o clube para jogar pela Ponte Preta-SP, Brasil de Pelotas-SP e Naval 1º de Maio-Portugal (2008 a 2010).


















terça-feira, 20 de outubro de 2009

COPA SANTA CATARINA



A Copa Santa Catarina é o segundo mais importante torneio de futebol de Santa Catarina, atrás apenas do Campeonato Estadual. O Figueirense é o clube com o melhor desempenho na competição, com dois títulos (1990 e 1996) e dois vices (1991 e 1993)

COPA SANTA CATARINA DE 1990
O Figueirense foi campeão da Copa Santa Catarina em 1990, depois de vencer, no dia 2 de dezembro de 1990, ao Brusque por 2 a 1. os gols do Figueirense foram marcados por Otávio e Toninho Cajurú. O regulamento da Copa Santa Catarina garantiu ao seu campeão, o Figueirense, uma vaga no Quadrangular Seletivo Principal do Campeonato Catarinense do ano seguinte.
A CAMPANHA:
Turno
18/08/1990 -Chapecoense 0x0 Figueirense
26/08/1990 - Marcílio Dias 0x0 Figueirense
02/09/1990 - Figueirense 0x0 Araranguá
09/09/1990 - Avaí 0x 1 Figueirense
12/09/1990 - Figueirense 1x0 Hercílio Luz
16/09/1990 - Figueirense 2x0 Ferroviário
23/09/1990 - Brusque 1x0 Figueirense
Returno
30/09/1990 - Figueirense 1x0 Chapecoense
07/10/1990 - Figueirense 3x0 Marcílio Dias
14/10/1990 - Araranguá 1x1 Figueirense
21/10/1990 - Figueirense 2x0 Avaí
24/10/1990 - Hercílio Luz 0x0 Figueirense
28/10/1990 - Ferroviário 2x1 Figueirense
04/11/1990 - Figueirense 3x3 Brusque
Semifinal
11/11/1990 - Araranguá 0x2 Figueirense
18/11/1990 - Figueirense 1x1 Araranguá
Final
25/11/1990 - Brusque 0x1 Figueirense
02/12/1990 - Figueirense 2x1 Brusque
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em F.polis
Juiz: Getúlio Barreto de Souza (SC)
Gols: Otávio e Toninho Cajurú
Público: 10.635 pagantes
Time do Figueirense: Peçanha; Washington, Sérgio Márcio, Meira e Marcelo; Gilmar Serafim, Agnaldo e Otávio (Chicão); Kraemer, Toninho Cajurú e Vilson.
Técnico: Sérgio Gonçalves Lopes
Jogos - 18
Vitórias - 9
Empates - 7
Derrotas - 2
Gols prós - 21
Gols contra - 9
Saldo de gols - 12

COPA SANTA CATARINA DE 1996
Uma vitória heróica no dia 16 de dezembro de 1996 sobre o Criciúma, por 2 a 0, no Estádio Heriberto Hülse, no sul do estado, premiou o Figueirense com o bicampeonato da Copa Santa Catarina e colocou o alvinegro na disputa pela vaga da Copa do Brasil de 1997. Roger e Marcos Toloco marcaram os gols da vitória e do título.
A necessidade da vitória para sagrar-se campeão levou o Figueirense ao ataque desde o primeiro minuto. E logo aos 6, o time da capital fez o primeiro gol: Roger de cabeça. O segundo gol foi do atacante Marcos Toloco. Eram 43 minutos, impossível para uma reação do Criciúma. Festa dos quase 200 torcedores alvinegros que foram a Criciúma.
Com 21 pontos na classificação geral, o Figueirense conquistou o título e o direito de disputar com a campeã Estadual (Chapecoense) a vaga catarinense na Copa do Brasil de 1997.
TODOS OS JOGOS DO CAMPEÃO:
Turno
Marcílio Dias 0x1 Figueirense
Figueirense 3x1 Brusque
Avaí 1x0 Figueirense
Figueirense 1x0 Chapecoense
Atlético Alto Vale 1x2 Figueirense
Figueirense 0x0 Jaraguá
Tubarão 1x1 Figueirense
Figueirense 0x1 Joinville
Returno
Figueirense 3x2 Marcílio Dias
Brusque 1x0 Figueirense
Figueirense 1x0 Avaí
Chapecoense 1x1 Figueirense
Figueirense 2x1 Atlético Alto Vale
Jaraguá 1x0 Figueirense
Figueirense 2x0 Tubarão
Joinville 4x0 Figueirense
Hexagonal Final
Figueirense 2x1 Brusque
Joinville 3x1 Figueirense
Figueirense 1x0 Avaí
Chapecoense 2x1 Figueirense
Figueirense 4x0 Criciúma
Brusque 2x1 Figueirense
Figueirense 3x1 Joinville
Avaí 1x2 Figueirense
Figueirense 2x1 Chapecoense
16/12/1996
Criciúma 0x2 Figueirense
Local: Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma
Juiz: Renildo Nunes (SC)
Gols: Roger e Marcos Toloco
Time do Figueirense: Carlos Alberto; Nilson, Fabiano, Evandro e Rafael (Adriano); Vinícius, Marquinhos, Sandro Ventura (Gilmar Serafim) e Marcos Toloco, Roger e Silva.
Técnico: Lauro José Búrigo
Classificação: O Figueirense foi campeão da Copa SC com 21 pontos, seguido da Chapecoense com 19, Avaí 16, Joinville 14, Criciúma 10 e o último do Hexagonal Final foi o Brusque, com 6 pontos.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

CASAGRANDE: DEDICAÇÃO DE 37 ANOS AO ALVINEGRO

Jaime Casagrande, 56 anos, marcou época jogando no Figueirense de 1972 a 1982. Lateral esquerdo de muita força física, e com grande habilidade, Casagrande tem seu nome marcado na história do alvinegro. O ex-jogador e atual supervisor da categoria infantil do clube, está no Figueirense há 37 anos.
Nascido em Sideropólis-SC, Casagrande, chegou no time do Figueirense em 1972, ano em que foi campeão do estado, jogando a final contra o rival Avaí.
O ex-lateral voltou a ser campeão em 1974, depois de ser vice em 1973. Em 1974 foi para o Fluminense-RJ, emprestado. Voltou ao Figueirense, para disputar o campeonato brasileiro de 1975. Em 1977 esteve emprestado ao Coritiba-PR, retornou no mesmo ano ao Figueirense. Encerrou a carreira em 1982 no próprio Figueirense, onde jogou 430 partidas e ficou na história como o jogador alvinegro que mais jogos disputou pelo campeonato brasileiro (73 ). Depois que encerrou a carreira de atleta, Casagrandre continuou no clube onde desempenhou outras funções, como: preparador de goleiros (de 1982 a 2000 das equipes de base e profissional), auxiliar técnico (1983), técnico interino do time principal (1987), técnico dos juniores (1983), técnico do infantil (2001 a 2004) , técnico do mirim (2005) e supervisor da categoria infantil (2006 a 2009).
Em 2000, Jaime Casagrande foi homenageado pela diretoria do Figueirense que batizou o campo V do Centro de Formação e Treinamento, em Palhoça, com o seu nome, em reconhecimento aos serviços prestados ao clube.

FOTOS: Acima, Casagrande está
em pé e é o sexto da esquerda para
a direita junto com os companheiros
do time de 1975.
Abaixo, Casagrande nos dias de hoje.

domingo, 18 de outubro de 2009

FIGUEIRENSE CAMPEÃO DA COPA MERCOSUL/1995



















OS TORCEDORES DO FIGUEIRENSE QUE COMPARECERAM AO ESTÁDIO ORLANDO SCARPELLI, NO DIA 7 DE FEVEREIRO DE 1995, TIVERAM QUE ESPERAR 120 MINUTOS PARA DEPOIS COMEMORAR A CONQUISTA DO TÍTULO DA COPA MERCOSUL. O FIGUEIRENSE GARANTIU SEU PRIMEIRO TROFÉU INTERNACIONAL AO DERROTAR O JOINVILLE POR 1 A 0, GOL MARCADO PELO MEIA BIRO-BIRO NA PRORROGAÇÃO


O Figueirense é campeão da Copa Mercosul. O título foi conquistado no dia 7 de fevereiro de 1995 na prorrogação com a vitória de 1 a 0 sobre o Joinville, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis.
O jogo foi marcado pelo equilíbrio até o gol de Biro-Biro, de pênalti. Os destaques do time do Figueira foram as boas jogadas pela esquerda com Édson Bela e o lateral Denílson. No tempo normal o jogo terminou empatado. Aos 15 minutos da prorrogação, Zé Cley sofreu pênalti. Biro-Biro cobrou e fez o gol do título.
A Copa Mercosul foi realizada entre os dias 29 de janeiro e 7 de fevereiro de 1995, e contou com a participação de nove equipes sul-americanas ( Figueirense-SC, Avaí-SC, Criciúma-SC, Marcílio Dias-SC, Joinville-SC, Coritiba-PR, Olímpia-Paraguai, Estudiantes-Argentina e Nacional-Uruguai).
A promotora do torneio foi a empresa Estratégia B e os patrocinadores do evento foram a Petrobras, Sadia, Cecrisa e Caseca.

OS JOGOS DO FIGUEIRENSE:
29/01/1995 - Figueirense 2x2 Olímpia-Paraguai
na prorrogação: Figueirense 1x0
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em F.polis
Gols: Ricardo, Zé Cley e Oliveira (prorrogação)
Juiz: Roque Bonhemberger (SC)
Público: 2.000 pagantes

04/02/1995 - Figueirense 1x0 Marcílio Dias-SC
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em F.polis
Gol: Sandro
Juiz: Renildo Nunes (SC)
Público: 2.359 pagantes

07/02/1995 - Figueirense 0x0 Joinville-SC
na prorrogação: Figueirense 1x0
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em F.polis
Gol: Biro-Biro
Juiz: Roque Bonhemberger (SC)
Público: 5.271 pagantes



TIME CAMPEÃO:
Rogério; Felício, Gelásio, Solis e Denílson; Gilmar Serafim, Oliveira, Ricardo e Biro-Biro; Zé Cley e Édson Bela.
Jogaram também: Coutinho, Alexandre Lopes, Waldec, Sandro e Antunes.
O técnico que levou o Figueirense ao seu 1º título internacional foi Abel de Souza Ribeiro (foto ao lado).