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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

BIOGRAFIA ALVINEGRA




JORGE FERREIRA
Jorge Ferreira
Natural: Rio de Janeiro-RJ
Técnico
Clubes: Olaria-RJ (categorias de base: 1972; profissional: 1972, 1977 e 1978), Figueirense (1972, 1973, 1979, 1980 e 1986), Avaí-SC (1973), Marcílio Dias-SC (1974, 1975 e 1976), Palmeiras de Blumenau-SC (1976), XV de Novembro de Piracicaba-SP (1978), Madureira-RJ (1978 e 1981), Paysandu de Brusque-SC (1981), Carlos Renaux de Brusque-SC (1981), Criciúma-SC (1981), Emirates Sport Club de Abu Dhabi-Arábia Saudita (1981), Joinville-SC (1984 e 2002), Hercílio Luz de Tubarão-SC (1986), Bangu-RJ (1987), Seleção do Qatar, Seleção de Sri Lanka, Seleção da Indonésia, Seleção Brasileira de Juniores, São Carlense-SP (1999), Seleção da Malásia (2000), Al Andar-Arábia Saudita (2005) e São Cristovão-RJ (2006)
Auxiliar Técnico: Olaria-RJ (1970 a 1972) e Bangu-RJ (1971)
Diplomado em Educação Física.
Campeão Catarinense de 1972 pelo Figueirense.
CARLINHOS
Carlos Alberto de Almeida
Volante
Clubes: Madureira-RJ (1978 e 1979), Figueirense (1979 a 1981), Belenenses-Portugal (1981 e 1982)
JORGE CARRARO
Zagueiro
Clubes: São Paulo-SP, Bahia-BA, Comercial-MS (1975), Botafogo-PB, Treze-PB, Joinville-SC (1978, 1979, 1980 e 1981), Figueirense (1980, 1981 e 1982), Juventude-RS (1981), Araranguá-SC e Anápolis-GO
RONALDO
Ronaldo Barreiros da Silva
Goleiro
Clubes: Flamengo-RJ (categorias de base: 1975), Carlos Renaux de Brusque-SC (1976 a 1978 e 1983), Paysandu de Brusque-SC (1977, 1978 e 1982) e Figueirense (1979 a 1981)
REGINALDO
Reginaldo Bento da Costa
Zagueiro
Clubes: Marcílio Dias-SC (1977 a 1979), Figueirense (1979 a 1983) e Pinheiros de Curitiba-PR (1983 e 1984)
VALDOIR
Valdoir Marques de Souza
Natural: Pelotas-RS
Lateral Direito
Clubes: Grêmio-RS (1978 e 1979), Figueirense (1980), Coritiba-PR (1981), Joaçaba-SC (1982), Brasil de Pelotas-RS (1984 e 1985) e Bahia-BA
Jogou pela Seleção Brasileira de Novos.
JORGE ALEMÃO
Jorge Schmidt
Natural: Florianópolis-SC
Lateral Esquerdo
Clubes: Figueirense (categorias de base: 1977; profissional: 1978 a 1982), Avaí-SC (1982) e Internacional de Lages-SC (1984)
JAÍLSON
Jaílson Colombi
Natural: Tubarão-SC (21/02/1948)
Preparador Físico: Figueirense (1978 a 1982)
Jogador (zagueiro central): Ferroviário de Tubarão-SC (1969 e 1970), Figueirense (1971 a 1974)
Auxiliar Técnico: Figueirense (1978)
Técnico: Figueirense (interino 1982)
Campeão Catarinense pelo Figueirense em 1972 e 1974.
GERSINHO
Gérson Luís de Santana
Natural: Osasco-SP (17/06/1962)
Ponta Direita
Clubes: Figueirense (categorias de base; profissional: 1979 a 1983), Criciúma-SC (1983), Santos-SP (1983 e 1984), Portuguesa-SP (1987), São Bento de Sorocaba-SP (1987), Noroeste de Bauru-SP, Santa Cruz-PE (1988), Uberlândia-MG, Blazer Kumamoto-Japão (1996)
Jogou pela Seleção Brasileira de Juniores (1980, 1981 e 1982)
BALDUÍNO
João Carlos da Silva
Natural: Florianópolis-SC (30/08/1952)
Meio Campo
Clubes: Figueirense (categorias de base: 1967 a 1972; profissional: 1978, 1979, 1981, 1982 e 1983), Avaí-SC (1972 a 1977), Joinville-SC (1978 e 1979), Grêmio-RS (1980) e Flamengo de Florianópolis-SC
Técnico: Figueirense (interino da equipe principal: 1981 e 1983; categorias de base: 1995), Flamengo-SC (1987), Avaí-SC (categorias de base: 1992 e 1993), Biguaçu-SC (1996 e 1997), Guarani de Palhoça-SC (2000, 2001 e 2002), Tiradentes de Tijucas-SC (2001), Atlético de Chapecó-SC (2002), Internacional de Lages-SC (2002), Blumenau-SC (2003) e São Bento-SC (2003)
Preparador Físico: Figueirense (interino: 1983)
Auxiliar Técnico: Avaí-SC (1993)
Diretor de Futebol: Figueirense (1998)
Formação Acadêmica: Formado em Educação Física na UDESC.
VACARIA
Carlos Osmar Alves da Cruz
Natural: Monte Alegre dos Campos-RS (11/05/1960)
Centroavante
Clubes: Glória de Vacaria-RS (1976), Internacional de Lages-SC (1977, 1978, 1979, 1983, 1984 e 1985), Figueirense (1979 a 1982), Toledo-PR (1982), Caxias-RS (1983), Ferroviário de Tubarão-SC (1986 e 1992), Lajeadense-RS (1987), Pradense-RS (1988, 1991 e 1992), Taguá-RS (1989), Tubarão-SC (1992) e Brusque-SC (1993)
ÉDISON
Édison Luiz Clereci
Natural: Curitiba-PR (23/01/1956)
Ponta de Lança
Clubes: Colorado de Curitiba-PR (categorias de base), Joaçaba-SC (1978), Figueirense (1979 a 1982), Criciúma-SC (1983), Novo Hamburgo-RS (1983) e Marcílio Dias-SC (1984)
MARQUINHOS
Marcos Sebastião Soares da Silva
Ponta Esquerda
Clubes: Madureira-RJ, Grêmio Maringá-PR (1977 e 1978), Figueirense (1979 a 1983), Criciúma-SC (1983), Hercílio Luz de Tubarão-SC (1984)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

FUTEBOL NO SANGUE


No mundo do futebol não são poucas as famílias ligadas a este esporte. Vejamos alguns exemplos dentro do Figueirense Futebol Clube:


Quatro irmãos e uma paixão: o futebol. Em 1939 quatro irmãos da família Moritz sagraram-se campeões estaduais jogando pelo Figueirense. Foram eles: Sidney, Neri, Décio e Calico.

Filho de peixe, peixinho é... Rigoberto Costa, o Beto Fuscão, zagueiro que jogou pelo Figueirense, de 1968 a 1971, é filho de Enísio, também ex-zagueiro do clube nos anos 40/50.

Aciomar Silva, diretor do Figueirense nos anos 60/70 teve os filhos Gérson e Aílton jogadores do alvinegro nesta mesma época.

O gosto para o futebol, Almir José Gil (1971 a 1975), Antônio José Gil , o Tonho (1975 e 1985) e Sérgio Santos Gil (1987 e 1988), herdaram do pai Ari Gil, ex-lateral do Figueirense nos anos 50.

Kléber Eduardo Veloso, volante revelado pelo Figueirense nos anos 90, é filho do ex-jogador Laudares Veloso, o Caco, que atuou no Figueirense nas décadas de 1969 a 1976, e sobrinho do ex-zagueiro Dejair Veloso, o Jaíco, que também defendeu o alvinegro nos anos 70.

Rodrigo Vaz, atacante, que atuou pelo Figueirense (1985 a 1990), herdou a profissão de jogador de futebol de seu pai, Marcos Antônio da Silva Vaz, o Marcos Cavalo, atacante que foi ídolo do Figueirense ( 1974 a 1976 e 1984).

Os irmãos Jaílton e Antônio Fernandes Quintino, o Toninho, ambos centroavantes, também jogaram pelo Figueirense. Jaílton, vindo do futebol amador, jogou pelo alvinegro nos anos de 1978 e 1979. Já,Toninho, em 1975, aos 22 anos, saiu do Avaí, transferiu-se para o Figueirense onde virou ídolo e principal goleador.

Gérson Luís de Santana, o Gersinho, foi um ponta direita habilidoso que jogou profissionalmente pelo Figueirense de 1979 a 1983, é irmão do ex-lateral esquerdo Róbson Luís de Santana, que também passou pelo alvinegro em 1989.

Jaime Casagrande, lateral que marcou época jogando no Figueirense de 1972 a 1982, é tio do ex-volante Daniel Frasson, que jogou pelo alvinegro de 1985 a 1989 e 1999 e 2000. Aliás, foi Casagrande quem trouxe Frasson para o Figueirense na década de 80 para as categorias de base do clube.

Renato Ubirajara Formoso, conhecido como Caçapava, volante que jogou pelo Figueirense em 1993, é irmão de Sandro Rogério Formoso Pires, o popular Sandro Gaúcho, atacante que passou pelo alvinegro em 2003.

Os irmãos Guilherme (centroavante) e Tarcísio Macuglia (ponta de lança) jogaram juntos pelo Figueirense em 1986 e 1987.

O zagueiro Meira, puxou do pai o amor pelo Figueirense. O zagueiro Meira atuou pelo clube de 1985 a 1992. Já o pai, Orival Meira, foi um dedicado dirigente do alvinegro nos anos 80/90.

Os irmãos Carlos Augusto de Brito, o Sebinho ( 1976 a 1982), Luiz Carlos de Brito, o Britinho (1972 a 1975) e Raul de Brito, o Raulzinho ( anos 60/70), foram revelados pelo Figueirense.

Márcio Di Bernardi foi goleiro do Figueirense nos anos 60. Seu filho, Nélson Di Bernardi, tornou-se dirigente do clube nos anos 2000.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ALVINEGROS NA SELEÇÃO BRASILEIRA


Conheça os jogadores do Figueirense que já defenderam a Seleção Brasileira:



GERSINHO (GÉRSON LUÍS DE SANTANA): Ponta-direita, jogou pela

Seleção Brasileira de Novos em 1982.



ALBENEIR (ALBENEIR MARQUES PEREIRA): Centroavante (na foto), foi con-

vocado pela Seleção Brasileira Pré-Olímpica em 1984.



SÉRGIO GIL (SÉRGIO SANTOS GIL): Meio-campista, serviu a Seleção

Brasileira de Juniores em 1988.



GUILHERME (GUILHERME MADALENA SIQUEIRA): Lateral-esquer-

do, teve duas convocações para a Seleção Brasileira Sub-17, em 2002 e

2003.



CARLOS ALBERTO (CARLOS ALBERTO DE OLIVEIRA JÚNIOR): Vo-

lante, atuou pela Seleção Sub-20 em 2003 e 2004.



ROBERTO (ROBERTO CÉSAR ZANDIN RODRIGUES): Atacante, jogou

pela Seleção Brasileira Sub-20 em 2004.

BAIANINHO (CRISTIANO TEIXEIRA): Zagueiro, foi convocado em 2004 para atuar pela Seleção Brasileira Sub-17.



FILIPI (FILIPI LUÍS KASMIRSKI): Lateral-esquerdo, foi convocado em

2004 pela Seleção Brasileira Sub-20. Em 2009 foi convocado para jogar pela Seleção Principal.



FELIPE ALVES (FELIPE ALVES DOS SANTOS): Goleiro, atuou pelas Se-

leções Sub-15 (2005) e Sub-17 (2006).



SCHMÖLLER (MICHEL SCHMÖLLER): Zagueiro, atuou pelas Seleções

Sub-15 (2005) e Sub-17 (2006 e 2007).



ANDREY (ANDREY DIAS MASSARI) : Zagueiro, foi convocado pela Sele-

ção Brasileira Sub-15 em 2006.



ÉDSON (ÉDSON HENRIQUE DA SILVA): Zagueiro, jogou pela Seleção Sub-

20 em duas oportunidades, 2006 e 2007.



TALHETTI (MAICON TALHETTI): Meio-campo, atuou pela Seleção Sub-19

em 2008.



MARQUINHOS JÚNIOR (MARCOS ANTÔNIO DE SOUZA JÚNIOR): Ata-

cante, foi convocado em 2008 pela Seleção Brasileira Sub-19.


















































quarta-feira, 7 de outubro de 2009

QUEM É QUE NUNCA TEVE UM APELIDO?


Alguns apelidos surgem ainda na infância, retratando a forma carinhosa com que somos tratados por familiares e amigos. Outros, nascem na escola ou no trabalho. Enfim, os apelidos nascem a partir de um atributo físico, de variações do próprio nome e de todas as formas possíveis.

No meio futebolístico é muito comum uma pessoa ser tratada e conhecida por seu apelido.

Vamos conhecer a origem de alguns apelidos de profissionais que já passaram pelo Figueirense:


TRIGUINHO: A alcunha do lateral-esquerdo Luciano da Silva surgiu desta forma: "Me chamavam assim na minha cidade, Piquete, lá no interior de São Paulo. É porque eu sempre comia muita massa, gostava bastante, aí acabou ficando Triguinho", explicou o bi-campeão Estadual pelo Figueirense em 2002/2003.

O PRÍNCIPE: Danilo Faria Alvim, natural do Rio de Janeiro, foi um dos maiores jogadores de meio-campo do futebol brasileiro de todos os tempos. Jogou a Copa do Mundo de 1950 pela Seleção Brasileira. Era chamado apropriadamente de "O Príncipe" por sua classe e habilidade, além de ser alto, esguio e elegante. Danilo Alvim foi técnico do Figueirense no ano de 1983.


OVELHA: O zagueiro Mauro Grassel, que atuou pelo Figueirense em 1997, no futebol ficou conhecido como Mauro Ovelha. Ele recebeu o apelido pela evidente semelhança que apresenta o citado animal. Isso aconteceu quando estava nas categorias inferiores do Grêmio-RS e, com a necessidade de facilitar a identificação, os companheiros aproveitaram-se dos seus longos cabelos encaracolados. O apelido pegou. Mauro ganhou o apelido pelos cabelos de lã.


PICOLÉ: José Manoel Ricardo, treinador que dirigiu o Figueirense em 1994, é conhecido como "Picolé". O apelido nasceu quando era garoto e jogava peladas na cidade de Pirajuí, interior de São Paulo, José Manoel ganhou o apelido de tanto que gostava de chupar picolé. A brincadeira virou nome e o acompanha até hoje.


MARQUINHOS PARANÁ: Trata-se de uma situação inusitada considerando que Antônio Marcos da Silva Filho nasceu em Recife, capital de Pernambuco. A alcunha surgiu após sua passagem pelo Paraná Clube, onde começou a carreira, ainda nas categorias de base, em 1996. Marquinhos Paraná, meio-campo, jogou pelo Figueirense em 2002, 2005 e 2006.


NOCAUTE JACK: Em 1973, despontou o futebol catarinense com a inclusão do Figueirense no Campeonato Nacional. A diretoria do clube foi buscar no Rio de Janeiro o técnico Antoninho, o preparador físico Antônio Clemente e o massagista Abílio José da Silva para formar a sua comissão técnica, os três oriundos da Seleção Brasileira de Amadores.
Abílio José da Silva, ficou famoso como "Nocaute Jack". É que ele começou sua carreira esportiva no boxe, daí o apelido. Depois teve uma brilhante carreira como massagista. Abílio foi o massagista da Seleção Brasileira de Futebol em todas as Copas do Mundo entre 1970 e 1994.


CARLINHOS CAPIXABA: Nasceu no nordeste e ganhou apelido errado: Capixaba da Paraíba. Trata-se do lateral-esquerdo Carlinhos, campeão Estadual pelo Figueirense em 1994, por ironia ganhou erroneamente o apelido de Capixaba, uma vez que nasceu em Campina Grande, na Paraíba.

CAMANDUCAIA: O atacante Camanducaia, que defendeu vários clube brasileiros e do exterior, cujo nome verdadeiro é Marcelo Domingues Rezende, ganhou o apelido por ter nascido no homônimo município mineiro.
Camanducaia jogou pelo Figueirense em 2000/2001.

TONINHO CAJURÚ: Antônio Carlos Tosseti, ficou conhecido no futebol como Toninho Cajurú. O apelido deve-se pelo fato dele ter nascido em Cajurú-SP. O ponteiro-direito jogou pelo Figueirense em 1990.

ADRIANO RAIO: Em outubro de 1999, quando jogava no Figueirense, o atacante Adriano de Jesus Fernandes foi atingido por um raio, o que lhe rendeu fama nacional e um apelido que perdura até hoje - "Adriano Raio". O episódio ocorreu no Centro de Treinamento do São Paulo FC, durante um jogo-treino do Figueirense na Capital paulista. O incidente, que poderia ter um fim trágico, resultou apenas em um enrijecimento muscular e dores no braço, que sumiram menos de uma semana depois.


CHICO MONTE ALEGRE: O zagueiro Francisco Cunha que jogou pelo Figueirense em 1998, carrega o apelido da cidade em que foi criado, no Pará: ficou conhecido no futebol como Chico Monte Alegre.

FITA MÉTRICA: Na década de 60, um paulista magricela e grandalhão assombrou o futebol gaúcho pela precisão dos seus lançamentos de até 50 metros, que quase sempre descobriam um companheiro livre na cara do gol adversário. Por isso, primeiro no Inter, depois no Grêmio, ele recebeu o apelido de "Fita Métrica". Sérgio Gonçalves Lopes foi campeão catarinense pelo Figueirense (1974) e um dos maiores ídolos do time alvinegro que disputou a Copa Brasil de 1975.

VACARIA: Olávio Odorico Vieira, nasceu em Urussanga, ao Sul de Santa Catarina, mas ficou conhecido no mundo do futebol como "Vacaria". Foi em função do chute forte que ele ganhou o apelido de Vacaria, cidade do nordeste do Rio Grande do Sul. Quando jogava pelo 14 de julho de Passo Fundo-RS, num treino, Olávio rebateu uma bola com tanta força que ela saiu do estádio, passando por cima da arquibancada e provocando o comentário de um colega: "Essa foi parar lá em Vacaria" (a 190 km de Passo Fundo).
Vacaria foi jogador (1972) e técnico do Figueirense (1998).


BORBA FILHO: Ronaldo Augusto Borba, técnico que treinou o Figueirense no ano de 1985, é chamado de Borba filho para ser diferenciado de seu pai, embora não tenha Filho no nome.

LIGEIRINHO: Gérson Luís de Santana, ficou conhecido por Gersinho. Foi ponta-direita revelado pelo Figueirense, onde jogou como profissional de 1979 à 1983. Em 1981, jogando pela Seleção Brasileira de Novos, Gersinho também ganhou o apelido de "Ligeirinho" da crônica que cobriu o Sul-Americano realizado no Equador, por causa de seus dribles rápidos e desconcertantes.

BUGRÃO: Jamais o goleiro Mococa, do Grêmio Maringá-PR, poderia imaginar que ao comparar um ex-juvenil do clube com um bugre, em função de sua vasta cabeleira, estaria batizando João Francisco do Nascimento, com um nome pouco vulgar no cenário esportivo nacional. O garoto, isto aconteceu em 1976, chegou a protestar o apelido, o que serviu para firmá-lo e cinco anos depois para consagrá-lo nacionalmente. O centroavante Bugrão jogou pelo Figueirense de 1983 à 1985.



BETO FUSCÃO: Rigoberto Costa, natural de Florianópolis, ex-zagueiro do Figueirense (1968 a 1971), Grêmio-RS, Palmeiras-SP e Seleção Brasileira ganhou o apelido de "Fuscão" por causa da semelhança do traseiro do beque com os pára-choques do fusca, diziam alguns colegas do zagueiro.


O MINUANO: Flávio Almeida da Fonseca, natural de Porto Alegre-RS, era chamado de "Flávio O Minuano". Ele foi um centroavante guerreiro e lutador, que deixou saudades onde passou. Seu apelido se deve ao seu estilo de jogo, envolvente e até mesmo destruídor como o vento minuano, característico do Sul do País. Centroavante de incrível capacidade para fazer gols. Seu forte era o jogo aereo, pois tinha grande impulsão e suas cabeçadas eram certeiras. Flávio jogou no Figueirense em 1978. Antes, teve passagens por Inter-RS, Corinthians-SP, Fluminense-RJ, entre outros clubes e pela Seleção Brasileira.

CHAPINHA: O gaúcho Otacílio Gonçalves da Silva Júnior também ficou conhecido no futebol pelo apelido de "Chapinha". A razão é que Otacílio faz parte do grupo de técnicos que prefere discutir os problemas com seus comandados, e na maioria das vezes, resolver de um modo pacífico. Otacílio na sua passagem pelo Figueirense, em 1981, foi técnico no primeiro semestre, e no segundo semestre trabalhou como preparador físico.

LUCIANO SORRISO: Luciano Pazzini Prado, natural de Guaratinguetá-SP, herdou o apelido de "Sorriso" nas categorias de base do Figueirense. Um desvio do septo nasal, já corrigido, dificultava sua respiração. Em campo, o volante atuava com a boca sempre aberta para compensar a dificuldade de respirar apenas pelo nariz, dai o apelido. "Os caras brincavam comigo dizendo que eu jogava sempre rindo, mas não era bem assim", lembra Luciano, que passou pelo Figueira em 2002 e 2003.

SANDRO GAÚCHO: Sandro Rogério Formoso Pires, ficou conhecido no mundo do futebol por Sandro Gaúcho. O atacante nasceu a 27 de junho de 1968 em Bagé-RS. Jogou no Figueirense em 2003.

MAGAL: Sidnei da Silva, natural de Taquaritinga-SP, é conhecido como Magal. O apelido vem dos tempos de juventude, quando os amigos de Sidnei passaram a chamá-lo de Magal por ter o mesmo prenome do cantor Sidney Magal.
O volante Magal jogou pelo Figueirense em 2008.


RUY CABEÇÃO: Natural de Belo Horizonte, o lateral direito Ruy sofre com piadas. O nome é Ruy Bueno Neto, mas se quiser chamar de Cabeção, o lateral também atende. O jogador, com a cabeça de tamanho maior do que o habitual, sofre com as bricadeiras dos companheiros e dos torcedores. Ruy jogou pelo Figueirense em 2007 e 2008.


MAZZAROPI: Geraldo Pereira de Matos Filho, nasceu em Além Paraíba-MG, no dia 27 de janeiro de 1953. Foi goleiro do Vasco da Gama-RJ, Grêmio-RS, Coritiba-PR, Náutico-PE e Figueirense (1991). O apelido foi atribuido ao jogador Brito, que ao ver Geraldo chegando ao Vasco da Gama com suas roupas simples, teria lhe chamado de Mazzaropi, nome de um humorista famoso na época e que se vestia daquela maneira.
Mazzaropi foi o goleiro da história Mundial do futebol que ficou mais tempo sem tomar gols (1.816 minutos, entre os anos de 1977 e 1978 quando jogava pelo Vasco da Gama).


CHICÃO: Anderson Sebastião Cardoso, o zagueiro Chicão, nasceu em Mogi Guaçu-SP (03/06/1981). Jogou no Figueirense em 2006 e 2007, onde foi um dos destaques do time - além de capitão era cobrador de faltas. No Figueira foi campeão Estadual de 2006. O jogador ganhou o apelido de Chicão pela semelhança na forma de jogar do ex-zagueiro da Seleção Brasileira Chicão.

ALOÍSIO: Aloísio dos Santos Gonçalves, atacante, natural de Araranguá-SC (19/06/1988). Jogou pelo Figueirense nos anos de 2011 e 2012, onde atingiu a marca histórica de maior artilheiro do Figueirense em edições do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão. Com 18 gols marcados, ele ultrapassou a marca de Fernandes, que marcou 17 vezes.  Também artilheiro do Campeonato Catarinense de 2012.
No Figueirense, Aloísio ganhou um apelido: Boi Bandido. Os jogadores o chamavam de Boi Bandido, devido a grande correria e disposição que entrava em campo. De acordo com o atacante, o responsável pelo apelido foi Ygor, ex-volante do Figueira.




MUITOS JOGADORES UTILIZAM SUAS CIDADES OU ESTADOS EM SEUS NOMES. CONFIRA A LISTA ABAIXO:

Emerson Gaúcho: Lateral esquerdo, jogou no Figueirense em 1996.

Emerson Mineiro: Meia, passou pelo clube em 1998.

Gaúcho: Zagueiro, atuou pelo Figueira em 1996.

Gaúcho: Meia, jogou no alvinegro em 1990.

Gilmar Mineiro: Meia, fez parte do elenco alvinegro de 1992.

Jean Carioca: Atacante, jogou no Figueira em 2010.

Júnior Maranhão: Volante, vestiu a camisa alvinegra em 2000.

Léo Mineiro: Volante, contratado pelo clube em 2001.

Léo Macaé: Atacante, defendeu o Figueira em 2003.

Márcio Goiano: Além da passagem como jogador (2001 a 2004), ele também foi treinador em 2010/2011/2012

Rodrigo Paulista: Meia Atacante, passou pelo clube em 2006.

Sandro Gaúcho: Atacante, jogou no Figueira em 2003.

Silvio Criciúma: Volante, atuou pelo Figueirense em 1996.

Toninho Cajurú: Atacante, jogou no Figueira em 1990.

Vacaria: Centroavante, defendeu o Figueirense de 1979 a 1982.



JOGADORES QUE LEVAM NOMES DE BICHOS EM SEUS "SOBRENOMES":

Sílvio Costa Silva, TATU: Goleiro do Figueirense nos anos 50, Sílvio tinha o apelido de Tatú.

Vilmar Lemos, MARRECO: Este era o apelido do médio Vilmar que jogou pelo Figueira no ano de 1956.

MÃO DE ONÇA: Não encontrei em minha pesquisa o seu nome de batismo. No futebol esse goleiro ficou conhecido por Mão de Onça. Ele defendeu as cores do Figueirense nos anos de 1967 a 1969 e 1971.

Carlos Henrique Pedroso, MOSCA: Foi ponta de lança do alvinegro em 1973. Era conhecido pelo apelido de Mosca.

Marcos Antônio da Silva Vaz, MARCOS CAVALO: Atuou pelo clube de 1974 a 1976 e em 1984. Também foi técnico do clube.

Mauro Grassel, MAURO OVELHA: Foi zagueiro do alvinegro em 1997.

Renato da Cunha Pereira, RENATO PEIXE: Lateral esquerdo, jogou pelo Figueirense em 2001 e 2002.

Sérgio Luiz de Souza, SÉRGIO LOBO: Atacante, passou pelo clube em 2002.

Sidnei Rodrigues Santana, GRALHA: Meia atacante, jogou no Figueira em 2004.