Mostrando postagens com marcador Sérgio Lopes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sérgio Lopes. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de maio de 2011

ÍDOLOS - PARTE IV




Neste post veremos alguns jogadores de meio-campo que fizeram história no Figueirense Futebol Clube. A série "ÍDOLOS DA TORCIDA DO FIGUEIRENSE - do passado e do presente", apresenta volantes e meias de destaque.







BALDUÍNO
João Carlos da Silva, mais conhecido como Balduíno, nasceu em Florianópolis-SC, em 30 de agosto de 1952. Começou nas categorias de base do Figueirense em 1967. Balduíno foi ao longo das décadas de 70 e 80, uma das maiores expressões do futebol catarinense. Meio-campista, com apenas 1.60 cm de altura era chamado de "Reizinho" e teve seus momentos de glórias no futebol de Florianópolis. Ficou conhecido como um dos mais famosos meias de toda a história do Figueirense. O "Reizinho" vestiu a camisa alvinegra em 335 jogos, marcou 43 gols. Pela equipe principal do Figueira atuou nos anos de 1972 e de 1978 a 1984. Foi o jogador que mais disputou o clássico entre Figueirense e Avaí, o maior de Santa Catarina: 75 vezes, vestindo as duas camisas.

ALMIR GIL
Almir José Gil, nasceu em Florianópolis-SC, em 28 de setembro de 1953. Começou a carreira nas categorias de base do Figueirense. No time principal jogou de 1971 a 1975. Volante de muita categoria, Almir Gil era um jogador elegante que jogava sempre de cabeça erguida. Foi mais um exemplo de jogador muito querido pela torcida.

LUIZ ÉVERTON
Luiz Éverton Rodrigues, nasceu em Montenegro-RS, em 4 de novembro de 1950. Meio-campista habilidoso, que jogava com a cabeça levantada, Luiz Éverton fazia a torcida alvinegra vibrar com sua boa técnica dentro de campo. Jogou pelo Figueirense de 1971 a 1975.

SÉRGIO LOPES
Sérgio Gonçalves Lopes, nasceu em Osasco-SP, em 11 de janeiro de 1941. Jogava como meia e ficou conhecido como "Fita Métrica", tamanha era a precisão de seus passes. Sérgio Lopes jogou pelo Figueirense de 1974 a 1976, onde foi um exemplo de líder nato dentro e fora de campo.

GILMAR SERAFIM
Gilmar Serafim, nasceu em Lauro Müller-SC, em 9 de abril de 1969. Começou carreira nas categorias de base do Figueirense. Pela equipe profissional atuou de 1986 a 1996 na posição de volante. Jogador de muita raça, muito vontade e vigor físico, defendeu com brio as cores do Figueirense. Gilmar Serafim não foi um jogador excepcional, mas para ser ídolo de uma torcida o jogador não precisa necessariamente ser um craque. Gilmar Serafim foi um jogador símbolo da raça alvinegra.

JEOVÂNIO
Jeovânio Rocha do Nascimento, nasceu em Goiânia-GO, em 11 de novembro de 1977. Volante de muita raça, experiente teve ótima passagem pelo Figueirense em 2000, 2001, 2009 e 2010. Foi um ídolo pela raça e comprometimento dentro de campo.

MARQUINHOS PARANÁ
Antônio Marcos da Silva Filho, nasceu em Recife-PE, em 20 de julho de 1977. Mais conhecido como Marquinhos Paraná, atuou pelo Figueirense em 2002, 2005 e 2006 como volante e meia. Em 2002, na sua primeira passagem pelo Figueira, Marquinhos Paraná regeu o time em busca do título Estadual com uma brilhante campanha e acabou sendo considerado o melhor jogador do Campeonato Catarinense. Em 2006, fez parte de um dos melhores times da história do Figueirense, formando o meio-campo com Carlos Alberto, Rodrigo Souto e Cícero. Com seu futebol versátil, técnico e de refinado toque de bola, Marquinhos tornou-se um ídolo da torcida do Figueirense.

CARLOS ALBERTO
Carlos Alberto de Oliveira Júnior, natural do Rio de Janeiro-RJ, nasceu em 24 de janeiro de 1978. Joga na posição de volante e a melhor fase de sua carreira foi no Figueirense, onde jogou de 2003 a 2007. Carlos Alberto não chegou a ser um craque, mas foi um jogador de muita raça, muita luta, força e velocidade. Por isso se tornou um ídolo da torcida do Alvinegro.

CLEITON XAVIER
Cleiton Ribeiro Xavier, nasceu em São José da Tapera-AL, em 23 de março de 1983. O meia começou a carreira no Internacional-RS, mas foi no Figueirense que conseguiu grande destaque Nacional. O jogador foi uma das grandes peças do time do Alvinegro de 2007 e 2008. Foi o maestro do Figueirense.

RODRIGO SOUTO
Rodrigo Ribeiro Souto, natural do Rio de Janeiro-RJ, nasceu em 9 de setembro de 1983. O volante Rodrigo Souto atuou pelo Figueirense em 2005 e 2006. Na sua passagem pelo Alvinegro conquistou a torcida com suas qualidades dentro de campo: jogador experiente e de nível técnico altíssimo.

CÍCERO
Cícero Santos, natural de Castelo-ES, nasceu em 26 de agosto de 1984. O meia atuou pelo Figueirense no ano de 2006. Com grandes atuações, o craque se destacou no cenário Nacional pelo Figueirense e logo em seguida se transferiu para o Fluminense-RJ deixando saudades na torcida alvinegra.

FERNANDES
Rodrigo Fernandes Valete, mais conhecido como Fernandes, nasceu em Itaporanga-SP, em 3 de março de 1978. Chegou no Figueirense em 1999 e desde então não pára de dar alegrias ao torcedor do Figueirense atingindo marcas históricas com a camisa alvinegra. Em 12 anos de vínculo com o Figueirense, Fernandes atingiu marca incríveis. Atuou em mais de 300 jogos. É o maior goleador de todos os tempos com mais de 100 gols. É o único jogador que conquistou 6 títulos Estaduais pelo Figueirense. Em toda a sua carreira, Fernandes nunca recebeu um cartão vermelho. É o maior ídolo de todos os tempos do Alvinegro. Fernandes, fez 34 anos em março. Mas quem disse que ele pensa em parar ?

YGOR
Ygor Maciel Santiago, nasceu em Santana do Livramento-RS, em 1º de junho de 1984. Revelado pelo Vasco da Gama-RJ, Ygor chegou no Figueirense em março de 2010 e foi um dos principais destaques do Figueirense na campanha do acesso para a eleite do Campeonato Brasileiro. O volante Ygor foi peça fundamental no esquema tático do time durante toda a Série B de 2010 e sempre que ele não jogava, o Alvinegro acabava caindo de produção. Ygor é considerado um ídolo da torcida do Figueirense pela sua técnica, habilidade, preparo físico e muita raça.







terça-feira, 3 de maio de 2011

EX-JOGADORES QUE VIRARAM TÉCNICOS



O BLOG APRESENTA UMA RELAÇÃO DE TREINADORES QUE DEFENDERAM AS CORES DO FIGUEIRENSE FUTEBOL CLUBE COMO JOGADORES.

NA HISTÓRIA DO CLUBE, SÃO MUITOS OS EXEMPLOS DE EX-ATLETAS QUE JOGARAM PELO FIGUEIRA E QUE VIRARAM TÉCNICOS DO TIME ALVINEGRO.

NA RELAÇÃO ABAIXO, CONSTAM OS PROFISSIONAIS QUE PASSARAM PELO NOSSO CLUBE A PARTIR DOS ANOS 50 ATÉ OS DIAS DE HOJE:




NÉLSON CARRIL GARCIA (ex-zagueiro) - técnico: 1954 (interino), 1955, 1956, 1957, 1958, 1959, 1960 e 1967.

CIRO OSCAR SONCINI (ex-goleiro) - técnico: 1957, 1961 e 1962.

JOSÉ AMORIM "ZÉ AMORIM" (ex-atacante) - técnico: 1964 e 1965.

ADÃO NOGUEIRA (ex-centro-médio) - técnico: 1959 e 1967.

WALTER DA LUZ "JUCA" (ex-zagueiro) - técnico: 1969 (interino).

ROMEU FERREIRA DEL REI SOUZA (ex-lateral direito) - técnico: 1969.

SÉRGIO GONÇALVES LOPES (ex-meio-campo) - técnico: 1976, 1982, 1990, 1991, 1997, 1998 e 2004 (do time-B).

JOÃO CARLOS DA SILVA "BALDUÍNO" (ex-meio-campo) - técnico: 1981 e 1983 (interino).

JAÍLSON COLOMBI (ex-zagueiro-central) - técnico: 1982.

MARCOS ANTÔNIO DA SILVA VAZ "MARCOS CAVALO" (ex-ponta-direita) - técnico: 1985 (interino), 1986 e 1987.

JAIME CASAGRANDE (ex-lateral-esquerdo) - técnico: 1985 e 1987 (interino).

AIRTON RAUL ANDRADE "PINGA" (ex-lateral-direito) - técnico: 1987 (interino).

JOSÉ HUMBERTO DE OLIVEIRA "ZÉ HUMBERTO" (ex-meia-direita) - técnico: 1989 (interino).

ALMIR JOSÉ GIL (ex-volante) - técnico: 1991 e 1993.

NASARENO COSTA DA SILVA (ex-centroavante) - técnico: 1991, 1992, 1993, 1995 e 1996.

ABEL DE SOUZA RIBEIRO (ex-ponta-esquerda) - técnico: 1995, 1998, 1999, 2000 e 2011 (interino).

OLAVIO DORICO VIEIRA "VACARIA" (ex-lateral-esquerdo) - técnico: 1998.

JORGE ANTÔNIO DORNELLES CARPES "CASSIÁ" (ex-zagueiro) - técnico: 1998 e 1999.

HERIBERTO LONGUINHO DA CUNHA (ex-meia) - técnico: 2007.

GUILHERME LEONI MOURA MACUGLIA (ex-centroavante) - técnico: 2008.

MÁRCIO DE AZEVEDO "MÁRCIO GOIANO" (ex-zagueiro) - técnico: 2010 e 2011.






















sexta-feira, 15 de outubro de 2010

1991: OS PLANOS DOS DIRIGENTES ABALARAM AS FINANÇAS DO CLUBE



DECEPÇÃO NA TEMPORADA DE 1991: A DIRETORIA INVESTIU GRANDES VALORES EM JOGADORES CONSAGRADOS, MAS O RESULTADO NÃO FOI O ESPERADO.

Em 1991 o Figueirense Futebol Clube investiu sem retorno. Erros dentro e fora de campo deixaram o clube numa situação crítica e o time terminou a temporada com um desempenho pífio.
O presidente do alvinegro Miroel Wolowski fez uma série de contratações. Investiu alto, vieram alguns veteranos como o goleiro Mazaropi, o zagueiro Aguirregaray, o meia Adílson Heleno e o atacante Kita, atletas que despertaram uma expectativa enorme e não conseguiram corresponder em campo. Jogadores formados pelo próprio clube tiveram oportunidades de entrar no time principal do Figueirense, casos do zagueiro Meira, do lateral Washington, dos meias Bolé, Gilmar Serafim e Agnaldo. E o time tentou mesclar juventude e experiência. Confiou na experiência de seus novos contratados para dar alegrias à sua fanática torcida. Resultado: não conquistou título algum e perdeu a Copa Santa Catarina em casa. Foram apagadíssimas as campanhas nos campeonatos Brasileiro da Série B (rebaixado à Série C) e Estadual ( 5º lugar). Na Copa Santa Catarina, o alvinegro teve o seu melhor desempenho, mas perdeu o título para o Araranguá, em pleno estádio Orlando Scarpelli. Com tantos fracassos, o Figueirense ficou mergulhado numa forte crise financeira.
RELEMBRE A CAMPANHA DE CADA TÉCNICO EM 1991
Em 1991 os treinadores não conseguiram se firmar. Passaram pelo Figueirense quatro técnicos, o que dá uma média de um a cada 3 meses.
Treinador: Valmir Louruz
Período: 07/01/91 a 22/04/91
Jogos: 15
Vitórias: 3
Empates: 9
Derrotas: 3
Treinador: Almir José Gil
Período: 22/04/91 a 17/06/91
Jogos: 8
Vitórias: 4
Empates: 3
Derrota: 1
Treinador: Sérgio Gonçalves Lopes
Período: 20/06/91 a 16/09/91
Jogos: 19
Vitórias: 7
Empates: 3
Derrotas: 9
Treinador: Admir de Souza Mello
Período: 18/09/91 a 20/11/91
Jogos: 12
Vitórias: 2
Empates: 6
Derrotas: 4

quinta-feira, 3 de junho de 2010

RELEMBRANDO GRANDES TREINADORES


O BLOG RELEMBRA GRANDES TÉCNICOS
ÍDOLOS DO FIGUEIRENSE

Como muitos treinadores, eles não tiveram apenas excelentes conhecimentos técnicos e táticos. Seus métodos de trabalho, sérios e eficientes, os credenciaram a serem treinadores respeitados e admirados pela torcida do Figueirense. Grandes profissionais do futebol e, mais do que isso, grandes personagens, pode-se dizer que Sérgio , Lauro , Abel , Muricy , Júnior e Adílson, viraram ídolos da nação alvinegra.

SÉRGIO LOPES: CAMPEÃO COMO TÉCNICO E JOGADOR
Sérgio Lopes entrou para a história do Figueirense Futebol Clube: ele foi campeão como jogador e técnico. Como jogador conquistou o título Catarinense em 1974 e 16 anos depois, como técnico comandou o time alvinegro na sua primeira conquista da Copa Santa Catarina, em 1990.
Sérgio Gonçalves Lopes, natural de Osasco-SP, começou sua carreira de treinador em Santa Catarina. Em 1976, deixou os gramados - quando ainda atuava no Figueira - para assumir o comando técnico da equipe. De lá para cá passou por vários clubes.

A ESTRELA DO VELHO MESTRE
O mestre Lauro Búrigo trabalhou na função de treinador de futebol desde a década de 60 até o final dos anos 90. Neste longo período colecionou mais glórias do que decepções. É o técnico mais vezes campeão de Santa Catarina com passagens pelos principais clubes do Estado.
No Figueirense Futebol Clube, Lauro José Búrigo, natural de Cocal do Sul-SC, tem resultados possitivos, como a conquista do Campeonato Catarinense de 1974 e a boa campanha no Campeonato Brasileiro de 1975. Ele é o recordista de tempo no comando do alvinegro (dezembro de 1973 a março de 1976) e o treinador que mais vezes assumiu a direção técnica do clube.
Em 1996, Lauro Búrigo assumiu a equipe do Figueira no final do primeiro semestre. Em menos de um ano dirigindo o time, Búrigo ganhou a Copa Santa Catarina, levou o time ao 3º lugar no Campeonato Brasileiro (Série C) e classificou o Figueirense para a Copa do Brasil de 1997.

ABEL RIBEIRO COMANDOU O TIME NO 1º TÍTULO INTERNACIONAL
Abel de Souza Ribeiro, natural de Maria da Fé-MG, o técnico, que como jogador foi um habilidoso ponta esquerda do time do Figueirense nos anos de 1985, 1986 e 1988, levou o alvinegro ao título da Copa Mercosul em 1995. O ex-jogador, Abel Ribeiro, também dirigiu o Figueirense em 1999 conquistando o título do Campeonato Catarinense. Estes títulos tiveram um sabor especial, pois foi o 1º título Internacional da história do clube e o Estadual foi conquistado em cima do rival Avaí.
Abel Ribeiro foi treinador do Figueirense em 1995, 1998, 1999 e 2000.

TÉCNICO MURICY EVITOU O REBAIXAMENTO EM 2002
Em agosto de 2002, quando assumiu, o Figueirense não havia marcado seguer um gol. Muricy remotivou o time e conduziu a uma posição honrosa.
Sob o comando do técnico Roberval Davino, o Figueirense tropeçou nas primeiras rodadas do Brasileirão da Série A de 2002. Em 5 jogos, perdeu 3 e empatou 2, com 8 gols sofridos e nenhum marcado. A volta para a 2ª Divisão do Brasileirão parecia certa, o alvinegro chegou a segurar a lanterna.
Contratado em 27/08/02, o técnico Muricy Ramalho, natural de São Paulo-SP, assumiu com a missão de livrar o Figueira do rebaixamento. Com a sua chegada o alvinegro mostrou um novo estilo de jogo. Deixou de ser um time sem entrosamento, muito inseguro na defesa e com pouco poder ofensivo. E passou a atuar com garra, determinação e competividade.
O time alvinegro atormentou adversários de maior porte e ao final do Brasileirão alcançou a 17ª colocação. Chegou na frente de clubes chamados grandes como Flamengo-RJ, Internacional-RS, Palmeiras-SP, Botafogo-RJ, Bahia-BA e Portuguesa-SP.

JÚNIOR: COMPETENTE E VENCEDOR
Dorival Silvestre Júnior, natural de Araraquara-SP, chegou ao Figueirense Futebol Clube como auxiliar do treinador Muricy Ramalho no Campeonato Brasileiro da Série A, em 2002 tendo no início de 2003 assumido as funções de gerente de futebol.
Júnior, como gerente de futebol teve papel decisivo na montagem do elenco que conquistou de forma brilhante o título do Campeonato Catarinense de 2003.
No Brasileirão da Série A de 2003, quando da saída do treinador Luiz Carlos Ferreira, Júnior assumiu as funções de técnico. Sob o seu comando, o Figueirense jogou 15 partidas, obtendo 6 vitórias, 5 empates e teve 4 derrotas, marcando 26 e sofrendo 16 gols.
Júnior foi o comandante da equipe na conquista da inédita vaga para a Copa Sul-Americana de 2004.
Júnior foi o técnico que levou o Figueirense ao título do Campeonato Catarinense em 2004.

ADILSON LEVOU O FIGUEIRA AO 7º LUGAR NO BRASILEIRÃO DA SÉRIE A
O treinador Adilson Dias Batista, natural de Adrianópolis-PR, tem como principal caracteristica a organização tática de seus times. Dentro desta filosofia de trabalho implantada, entrou para a história do Figueirense Futebol Clube com o título do Campeonato Catarinense de 2006 e por ter levado a equipe alvinegra à melhor classificação na história do clube no Campeonato Brasileiro da Série A de 2006 com a 7ª colocação.
Adílson Batista é um dos maiores treinadores do nosso futebol. Ele está dando sequência à vitoriosa história que viveu como jogador com passagens por clubes grandes.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

CAMPEONATO CATARINENSE DE 1974



FIGUEIRENSE CAMPEÃO ESTADUAL DE 1974



O Campeonato Catarinense de 1974 foi a 49ª edição do maior torneio de futebol de Santa Catarina, vencido pelo Figueirense. Foi o oitavo título catarinense da história do clube.
O time alvinegro, dirigido pelo treinador Lauro José Búrigo, foi campeão após fazer uma bela campanha - apenas 1 derrota em 21 jogos disputados.
Os principais destaques do time campeão foram: Marcos Cavalo e Sérgio Lopes.
Na final, o Figueirense enfrentou o Internacional de Lages. O time da serra ficou com o vice-campeonato.
A CAMPANHA DO FIGUEIRENSE
FASE DE CLASSIFICAÇÃO - GRUPO A - TURNO

08/09/74 - Figueirense 2x0 Marcílio Dias
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Público: não fornecido

15/09/74 - Próspera 0x0 Figueirense
Local: Estádio Mário Balsini, em Criciúma-SC

22/09/74 - Figueirense 5x0 Carlos Renaux
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gols: Luiz Éverton (2), Jaci e Moacir (2)
Público: não fornecido

29/09/74 - Avaí 0x1 Figueirense
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gol: Marcos Cavalo
Público: não fornecido

06/10/74 - Palmeiras 0x1 Figueirense
Local: Estádio Aderbal Ramos da Silva, em Blumenau-SC
Gol: Adãozinho (contra)

FASE CLASSIFICATÓRIA (TURNO) COLOCAÇÃO DO FIGUEIRENSE: 1º LUGAR
PG = 9
J = 5
V = 4
E = 1
D = 0
GP = 9
GC = 0
SG = 9

FASE DE CLASSIFICAÇÃO - GRUPO A - RETURNO

13/10/74 - Marcílio Dias 1x2 Figueirense
Local: Estádio Dr. Hércilio Luz, em Itajaí-SC
Gols: Marcos Cavalo e Caco

20/10/74 - Figueirense 4x0 Próspera
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gols: Moacir, Marcos Cavalo e Zé Carlos (2)
Público: não fornecido

27/10/74 - Carlos Renaux 0x1 Figueirense
Local: Estádio Augusto Bauer, em Brusque-SC
Gol: Marcos Cavalo

03/11/74 - Figueirense 1x1 Avaí
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gol: Caco
Público: não fornecido

10/11/74 - Figueirense 3x1 Palmeiras
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gols: Zé Carlos (2) e Caco
Público: não fornecido

FASE CLASSIFICATÓRIA (RETURNO) COLOCAÇÃO DO FIGUEIRENSE: 1º LUGAR
PG = 9
J = 5
V = 4
E = 1
D = 0
GP = 11
GC = 3
SG = 8
Obs.: O Figueirense foi campeão invicto dos dois turnos da fase classificatória - 1ª etapa do Estadual.

SEMIFINAIS - GRUPO B - TURNO

24/11/74 - Figueirense 2x0 Caxias
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gols: Marcos Cavalo e Jaci
Público: não fornecido

27/11/74 - Palmeiras 2x2 Figueirense
Local: Estádio Olímpico, em Blumenau-SC
Gols: Moacir e Luiz Éverton

01/12/74 - Avaí 1x3 Figueirense
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gols: Jaci, Marcos Cavalo e Luiz Éverton
Público: não fornecido

04/12/74 - Figueirense 1x1 Internacional
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gol: Jorge Luiz

SEMIFINAIS - GRUPO B - RETURNO

08/12/74 - Caxias 0x2 Figueirense
Local: Estádio Ernesto S. Sobrinho, em Joinville-SC
Gols: Jaci e Marcos Cavalo

11/12/74 - Figueirense 2x0 Palmeiras
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gols: Marcos Cavalo (2)
Público: não fornecido

15/12/74 - Figueirense 0x0 Avaí
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Público: não fornecido

18/12/74 - Internacional 1x0 Figueirense
Local: Estádio Vidal Ramos Júnior, em Lages-SC

SEMIFINAIS COLOCAÇÃO DO FIGUEIRENSE: 1º LUGAR
PG = 11
J = 8
V = 4
E = 3
D = 1
GP = 12
GC = 5
SG = 7
Obs.: Figueirense e Internacional de Lages se classificaram para as finais do Estadual.

FINAIS

26/01/75 - Internacional 0x0 Figueirense
Local: Estádio Vidal Ramos Júnior, em Lages-SC

30/01/1975 - Figueirense 2x0 Internacional
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gols: Moacir e Marcos Cavalo
Público: não fornecido

03/02/1975 - Figueirense 4x2 Internacional
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis-SC
Gols: Sérgio Lopes, Marcos Cavalo e Luiz Éverton (2)
Público: não fornecido

RESUMO
PG = 34
J = 21
V = 14
E = 6
D = 1
GP = 38
GC = 10
SG = 28

TIME DO FIGUEIRENSE
Da Costa; Pinga, Adailton, Nélson e Casagrandre; Sérgio Lopes, Moacir e Zé Carlos; Marcos Cavalo, Caco e Jaci. Técnico: Lauro José Burigo
JOGARAM TAMBÉM: Nílson, Vanderlei, Luiz Éverton, Jorge Luiz, Jaílson, Moenda, Valanera, Britinho, Élton, Almir, Paulo Magaia e Izalto.

GOLEADORES
Marcos Cavalo = 13 gols
Luiz Éverton = 6 gols
Moacir = 5 gols
Jaci = 4 gols
Zé Carlos = 4 gols
Caco = 3 gols
Jorge Luiz = 1 gol
Sérgio Lopes = 1 gol
Adãozinho (contra) = 1 gol

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

FATOS E PERSONAGENS DA HISTÓRIA ALVINEGRA



Calico, foi o jogador que mais tempo atuou pelo Figueirense. Jogou no alvinegro durante 15 anos seguidos - de 1932 a 1947.

No mês de março de 1949 foi instalada nos altos da Casa Polli, na Praça XV de Novembro, a nova Sede do Figueirense Futebol Clube, gentilmente cedida pelos dirigentes daquela importante empresa.

De 1947 a 1951 o Figueirense conquistou o inédito pentacampeonato do torneio início.

Em julho de 1951 foi cercado o campo do Figueirense provisoriamente de madeira, para que, pudesse dentro de alguns meses, sediar partidas de futebol.

Procópio Dário Ouriques, foi um dos mais completos jogadores do futebol catarinense do passado. Jogou pelo Figueirense em dois períodos: 1931 a 1932 e 1936; 1943 a 1948.

Nos anos 70, Procópio colaborou com o clube do seu coração, o Figueirense, sendo um dos seus dirigentes.

Em junho de 1971, pela primeira vez na história do jornalismo catarinense o Figueirense, teve sua vida relatada num suplemento especial que o jornal O Estado preparou para homenagear o clube, na ocasião do seu 50º aniversário.

A partir de 1972 o Figueirense passou a apresentar no seu escudo o desenho de uma figueira, caracterizando perfeitamente a sua origem.

Em 1972, com o técnico Jorge Ferreira, o Figueirense conquistou o título estadual que estava afastado desde 1959 da Capital e que teve o Paula Ramos como campeão.

O ex-presidente do Figueirense, Major José Mauro da Costa Ortiga ( de saudosa memória), ficou conhecido como um dos dirigentes que mais contribuiu para o desenvolvimento do futebol de Florianópolis. Ortiga revolucionou o futebol da Capital com uma administração vitoriosa.

Entre inúmeras passagens hilariantes, uma foi vivenciada pelo massagista Afonso, do Avaí: Tião Marino recebeu de Luiz Everton e caminhou livre para marcar o terceiro gol do Figueirense contra o rival, pelas finais do estadual de 1972. O massagista Afonso, inconformado, saiu do banco e correu para dentro do gol, para tentar salvar. Não adiantou: Figueirense 3 a 1.

Ao final do ano de 1975, o Major José Mauro da Costa Ortiga, passou a presidência do Figueirense ao Dr. Dumiense de Paula Ribeiro, o popular Domi, ex-goleiro do clube e um alvinegro de coração.

"Águias do Figueirense", esse era o nome da torcida organizada do Figueirense que esteve ao lado do time em 1975 no campeonato brasileiro.

Osny Ortiga e José Mauro da Costa Ortiga tiveram muito sucesso quando presidiram o Figueirense. Osny conseguiu os títulos estaduais de 1939 e 1941. Por outro lado, seu filho, José Mauro, também levou o alvinegro a conquista de dois títulos estaduais (1972 e 1974) e a duas presenças no campeonato brasileiro (1973 e 1975).

Em 1983 a Revista Placar e o Instituto Gallup fizeram uma pesquisa para saber quais os clubes de maiores torcidas em todos os estados brasileiros. Em Santa Catarina, o Figueirense foi absoluto. Comprovou que tem a maior torcida do futebol catarinense.

Em 18 de setembro de 1985, o Figueirense prestou uma grande homenagem ao ex-presidente e conselheiro do clube, José Leal de Meirelles (na época com 84 anos), conquistando a taça que levava o seu nome, relativa ao título da 2ª fase do estadual de 1985. A decisão da taça José Leal de Meirelles foi contra o Blumenau, no estádio Orlando Scarpelli. O Figueirense venceu por 3 a 1, diante de um público superior a 7 mil torcedores.

Nos campeonatos catarinenses de 1983 e 1985, quando assumiu na condição de técnico interino o Figueirense, o dirigente Ivan Farias teve um saldo positivo. Em 1983 saiu invicto: sete partidas, cinco vitórias e dois empates. O time fez 12 e sofreu apenas 2 gols. Em 1985, sobs o seu comando, o Figueirense jogou sete vezes, venceu quatro, empatou um e perdeu dois. O ataque marcou 14 gols e a defesa sofreu cinco.

Em 1986 o Figueirense amargou a decepção do rebaixamento à 2ª divisão do futebol catarinense. Foi o pior momento da vida do clube.

Em 1996, o Figueirense, campeão da Copa Santa Catarina enfrentou a Chapecoense, campeã estadual, em dois jogos ( 20 e 22/12/96), para definir o representante catarinense na Copa do Brasil de 1997. O Figueirense venceu os dois confrontos. No primeiro, em Florianópolis, por 1 a 0, e no segundo em Chapecó, por 4 a 1, garantindo, desta forma, o direito de disputar a Copa do Brasil como único representante de Santa Catarina.

Em julho de 1998 o treinador Sérgio Lopes voltou ao Figueirense, ele que já havia ocupado o cargo no alvinegro em 1976, 1981, 1982, 1990 e 1997 e, que como jogador, foi o maior ídolo do Figueira em 1974 no Estadual e 1975 no Nacional.

Em 1998, o treinador Sérgio Lopes retornou ao Figueirense para substituir Luiz Gonzaga Millioli que foi trabalhar no Oriente Médio, para treinar a Seleção do Catar.

O ex-goleador Antônio Fernandes Quintino, o Toninho, foi contratado pelo Figueirense, em dezembro de 1998, para ser gerente de futebol do clube. Toninho chegou no Orlando Scarpelli com o desafio de ajudar a implementar o ambicioso projeto do Figueirense para 1999, que montou um grande time, reformou o estádio e transformou-se em clube empresa.

Jaime Casagrande, ex-jogador do Figueirense no passado, lateral esquerdo, ídolo da torcida nos anos 70/80, vigoroso, ótimo marcador e que chutava bem de fora da área, depois que parou de jogar ficou trabalhando pelo Figueirense desempenhando várias funções dentro do clube como a de preparador de goleiros, técnico e supervisor das categorias de base.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

COPA SANTA CATARINA



A Copa Santa Catarina é o segundo mais importante torneio de futebol de Santa Catarina, atrás apenas do Campeonato Estadual. O Figueirense é o clube com o melhor desempenho na competição, com dois títulos (1990 e 1996) e dois vices (1991 e 1993)

COPA SANTA CATARINA DE 1990
O Figueirense foi campeão da Copa Santa Catarina em 1990, depois de vencer, no dia 2 de dezembro de 1990, ao Brusque por 2 a 1. os gols do Figueirense foram marcados por Otávio e Toninho Cajurú. O regulamento da Copa Santa Catarina garantiu ao seu campeão, o Figueirense, uma vaga no Quadrangular Seletivo Principal do Campeonato Catarinense do ano seguinte.
A CAMPANHA:
Turno
18/08/1990 -Chapecoense 0x0 Figueirense
26/08/1990 - Marcílio Dias 0x0 Figueirense
02/09/1990 - Figueirense 0x0 Araranguá
09/09/1990 - Avaí 0x 1 Figueirense
12/09/1990 - Figueirense 1x0 Hercílio Luz
16/09/1990 - Figueirense 2x0 Ferroviário
23/09/1990 - Brusque 1x0 Figueirense
Returno
30/09/1990 - Figueirense 1x0 Chapecoense
07/10/1990 - Figueirense 3x0 Marcílio Dias
14/10/1990 - Araranguá 1x1 Figueirense
21/10/1990 - Figueirense 2x0 Avaí
24/10/1990 - Hercílio Luz 0x0 Figueirense
28/10/1990 - Ferroviário 2x1 Figueirense
04/11/1990 - Figueirense 3x3 Brusque
Semifinal
11/11/1990 - Araranguá 0x2 Figueirense
18/11/1990 - Figueirense 1x1 Araranguá
Final
25/11/1990 - Brusque 0x1 Figueirense
02/12/1990 - Figueirense 2x1 Brusque
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em F.polis
Juiz: Getúlio Barreto de Souza (SC)
Gols: Otávio e Toninho Cajurú
Público: 10.635 pagantes
Time do Figueirense: Peçanha; Washington, Sérgio Márcio, Meira e Marcelo; Gilmar Serafim, Agnaldo e Otávio (Chicão); Kraemer, Toninho Cajurú e Vilson.
Técnico: Sérgio Gonçalves Lopes
Jogos - 18
Vitórias - 9
Empates - 7
Derrotas - 2
Gols prós - 21
Gols contra - 9
Saldo de gols - 12

COPA SANTA CATARINA DE 1996
Uma vitória heróica no dia 16 de dezembro de 1996 sobre o Criciúma, por 2 a 0, no Estádio Heriberto Hülse, no sul do estado, premiou o Figueirense com o bicampeonato da Copa Santa Catarina e colocou o alvinegro na disputa pela vaga da Copa do Brasil de 1997. Roger e Marcos Toloco marcaram os gols da vitória e do título.
A necessidade da vitória para sagrar-se campeão levou o Figueirense ao ataque desde o primeiro minuto. E logo aos 6, o time da capital fez o primeiro gol: Roger de cabeça. O segundo gol foi do atacante Marcos Toloco. Eram 43 minutos, impossível para uma reação do Criciúma. Festa dos quase 200 torcedores alvinegros que foram a Criciúma.
Com 21 pontos na classificação geral, o Figueirense conquistou o título e o direito de disputar com a campeã Estadual (Chapecoense) a vaga catarinense na Copa do Brasil de 1997.
TODOS OS JOGOS DO CAMPEÃO:
Turno
Marcílio Dias 0x1 Figueirense
Figueirense 3x1 Brusque
Avaí 1x0 Figueirense
Figueirense 1x0 Chapecoense
Atlético Alto Vale 1x2 Figueirense
Figueirense 0x0 Jaraguá
Tubarão 1x1 Figueirense
Figueirense 0x1 Joinville
Returno
Figueirense 3x2 Marcílio Dias
Brusque 1x0 Figueirense
Figueirense 1x0 Avaí
Chapecoense 1x1 Figueirense
Figueirense 2x1 Atlético Alto Vale
Jaraguá 1x0 Figueirense
Figueirense 2x0 Tubarão
Joinville 4x0 Figueirense
Hexagonal Final
Figueirense 2x1 Brusque
Joinville 3x1 Figueirense
Figueirense 1x0 Avaí
Chapecoense 2x1 Figueirense
Figueirense 4x0 Criciúma
Brusque 2x1 Figueirense
Figueirense 3x1 Joinville
Avaí 1x2 Figueirense
Figueirense 2x1 Chapecoense
16/12/1996
Criciúma 0x2 Figueirense
Local: Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma
Juiz: Renildo Nunes (SC)
Gols: Roger e Marcos Toloco
Time do Figueirense: Carlos Alberto; Nilson, Fabiano, Evandro e Rafael (Adriano); Vinícius, Marquinhos, Sandro Ventura (Gilmar Serafim) e Marcos Toloco, Roger e Silva.
Técnico: Lauro José Búrigo
Classificação: O Figueirense foi campeão da Copa SC com 21 pontos, seguido da Chapecoense com 19, Avaí 16, Joinville 14, Criciúma 10 e o último do Hexagonal Final foi o Brusque, com 6 pontos.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

QUEM É QUE NUNCA TEVE UM APELIDO?


Alguns apelidos surgem ainda na infância, retratando a forma carinhosa com que somos tratados por familiares e amigos. Outros, nascem na escola ou no trabalho. Enfim, os apelidos nascem a partir de um atributo físico, de variações do próprio nome e de todas as formas possíveis.

No meio futebolístico é muito comum uma pessoa ser tratada e conhecida por seu apelido.

Vamos conhecer a origem de alguns apelidos de profissionais que já passaram pelo Figueirense:


TRIGUINHO: A alcunha do lateral-esquerdo Luciano da Silva surgiu desta forma: "Me chamavam assim na minha cidade, Piquete, lá no interior de São Paulo. É porque eu sempre comia muita massa, gostava bastante, aí acabou ficando Triguinho", explicou o bi-campeão Estadual pelo Figueirense em 2002/2003.

O PRÍNCIPE: Danilo Faria Alvim, natural do Rio de Janeiro, foi um dos maiores jogadores de meio-campo do futebol brasileiro de todos os tempos. Jogou a Copa do Mundo de 1950 pela Seleção Brasileira. Era chamado apropriadamente de "O Príncipe" por sua classe e habilidade, além de ser alto, esguio e elegante. Danilo Alvim foi técnico do Figueirense no ano de 1983.


OVELHA: O zagueiro Mauro Grassel, que atuou pelo Figueirense em 1997, no futebol ficou conhecido como Mauro Ovelha. Ele recebeu o apelido pela evidente semelhança que apresenta o citado animal. Isso aconteceu quando estava nas categorias inferiores do Grêmio-RS e, com a necessidade de facilitar a identificação, os companheiros aproveitaram-se dos seus longos cabelos encaracolados. O apelido pegou. Mauro ganhou o apelido pelos cabelos de lã.


PICOLÉ: José Manoel Ricardo, treinador que dirigiu o Figueirense em 1994, é conhecido como "Picolé". O apelido nasceu quando era garoto e jogava peladas na cidade de Pirajuí, interior de São Paulo, José Manoel ganhou o apelido de tanto que gostava de chupar picolé. A brincadeira virou nome e o acompanha até hoje.


MARQUINHOS PARANÁ: Trata-se de uma situação inusitada considerando que Antônio Marcos da Silva Filho nasceu em Recife, capital de Pernambuco. A alcunha surgiu após sua passagem pelo Paraná Clube, onde começou a carreira, ainda nas categorias de base, em 1996. Marquinhos Paraná, meio-campo, jogou pelo Figueirense em 2002, 2005 e 2006.


NOCAUTE JACK: Em 1973, despontou o futebol catarinense com a inclusão do Figueirense no Campeonato Nacional. A diretoria do clube foi buscar no Rio de Janeiro o técnico Antoninho, o preparador físico Antônio Clemente e o massagista Abílio José da Silva para formar a sua comissão técnica, os três oriundos da Seleção Brasileira de Amadores.
Abílio José da Silva, ficou famoso como "Nocaute Jack". É que ele começou sua carreira esportiva no boxe, daí o apelido. Depois teve uma brilhante carreira como massagista. Abílio foi o massagista da Seleção Brasileira de Futebol em todas as Copas do Mundo entre 1970 e 1994.


CARLINHOS CAPIXABA: Nasceu no nordeste e ganhou apelido errado: Capixaba da Paraíba. Trata-se do lateral-esquerdo Carlinhos, campeão Estadual pelo Figueirense em 1994, por ironia ganhou erroneamente o apelido de Capixaba, uma vez que nasceu em Campina Grande, na Paraíba.

CAMANDUCAIA: O atacante Camanducaia, que defendeu vários clube brasileiros e do exterior, cujo nome verdadeiro é Marcelo Domingues Rezende, ganhou o apelido por ter nascido no homônimo município mineiro.
Camanducaia jogou pelo Figueirense em 2000/2001.

TONINHO CAJURÚ: Antônio Carlos Tosseti, ficou conhecido no futebol como Toninho Cajurú. O apelido deve-se pelo fato dele ter nascido em Cajurú-SP. O ponteiro-direito jogou pelo Figueirense em 1990.

ADRIANO RAIO: Em outubro de 1999, quando jogava no Figueirense, o atacante Adriano de Jesus Fernandes foi atingido por um raio, o que lhe rendeu fama nacional e um apelido que perdura até hoje - "Adriano Raio". O episódio ocorreu no Centro de Treinamento do São Paulo FC, durante um jogo-treino do Figueirense na Capital paulista. O incidente, que poderia ter um fim trágico, resultou apenas em um enrijecimento muscular e dores no braço, que sumiram menos de uma semana depois.


CHICO MONTE ALEGRE: O zagueiro Francisco Cunha que jogou pelo Figueirense em 1998, carrega o apelido da cidade em que foi criado, no Pará: ficou conhecido no futebol como Chico Monte Alegre.

FITA MÉTRICA: Na década de 60, um paulista magricela e grandalhão assombrou o futebol gaúcho pela precisão dos seus lançamentos de até 50 metros, que quase sempre descobriam um companheiro livre na cara do gol adversário. Por isso, primeiro no Inter, depois no Grêmio, ele recebeu o apelido de "Fita Métrica". Sérgio Gonçalves Lopes foi campeão catarinense pelo Figueirense (1974) e um dos maiores ídolos do time alvinegro que disputou a Copa Brasil de 1975.

VACARIA: Olávio Odorico Vieira, nasceu em Urussanga, ao Sul de Santa Catarina, mas ficou conhecido no mundo do futebol como "Vacaria". Foi em função do chute forte que ele ganhou o apelido de Vacaria, cidade do nordeste do Rio Grande do Sul. Quando jogava pelo 14 de julho de Passo Fundo-RS, num treino, Olávio rebateu uma bola com tanta força que ela saiu do estádio, passando por cima da arquibancada e provocando o comentário de um colega: "Essa foi parar lá em Vacaria" (a 190 km de Passo Fundo).
Vacaria foi jogador (1972) e técnico do Figueirense (1998).


BORBA FILHO: Ronaldo Augusto Borba, técnico que treinou o Figueirense no ano de 1985, é chamado de Borba filho para ser diferenciado de seu pai, embora não tenha Filho no nome.

LIGEIRINHO: Gérson Luís de Santana, ficou conhecido por Gersinho. Foi ponta-direita revelado pelo Figueirense, onde jogou como profissional de 1979 à 1983. Em 1981, jogando pela Seleção Brasileira de Novos, Gersinho também ganhou o apelido de "Ligeirinho" da crônica que cobriu o Sul-Americano realizado no Equador, por causa de seus dribles rápidos e desconcertantes.

BUGRÃO: Jamais o goleiro Mococa, do Grêmio Maringá-PR, poderia imaginar que ao comparar um ex-juvenil do clube com um bugre, em função de sua vasta cabeleira, estaria batizando João Francisco do Nascimento, com um nome pouco vulgar no cenário esportivo nacional. O garoto, isto aconteceu em 1976, chegou a protestar o apelido, o que serviu para firmá-lo e cinco anos depois para consagrá-lo nacionalmente. O centroavante Bugrão jogou pelo Figueirense de 1983 à 1985.



BETO FUSCÃO: Rigoberto Costa, natural de Florianópolis, ex-zagueiro do Figueirense (1968 a 1971), Grêmio-RS, Palmeiras-SP e Seleção Brasileira ganhou o apelido de "Fuscão" por causa da semelhança do traseiro do beque com os pára-choques do fusca, diziam alguns colegas do zagueiro.


O MINUANO: Flávio Almeida da Fonseca, natural de Porto Alegre-RS, era chamado de "Flávio O Minuano". Ele foi um centroavante guerreiro e lutador, que deixou saudades onde passou. Seu apelido se deve ao seu estilo de jogo, envolvente e até mesmo destruídor como o vento minuano, característico do Sul do País. Centroavante de incrível capacidade para fazer gols. Seu forte era o jogo aereo, pois tinha grande impulsão e suas cabeçadas eram certeiras. Flávio jogou no Figueirense em 1978. Antes, teve passagens por Inter-RS, Corinthians-SP, Fluminense-RJ, entre outros clubes e pela Seleção Brasileira.

CHAPINHA: O gaúcho Otacílio Gonçalves da Silva Júnior também ficou conhecido no futebol pelo apelido de "Chapinha". A razão é que Otacílio faz parte do grupo de técnicos que prefere discutir os problemas com seus comandados, e na maioria das vezes, resolver de um modo pacífico. Otacílio na sua passagem pelo Figueirense, em 1981, foi técnico no primeiro semestre, e no segundo semestre trabalhou como preparador físico.

LUCIANO SORRISO: Luciano Pazzini Prado, natural de Guaratinguetá-SP, herdou o apelido de "Sorriso" nas categorias de base do Figueirense. Um desvio do septo nasal, já corrigido, dificultava sua respiração. Em campo, o volante atuava com a boca sempre aberta para compensar a dificuldade de respirar apenas pelo nariz, dai o apelido. "Os caras brincavam comigo dizendo que eu jogava sempre rindo, mas não era bem assim", lembra Luciano, que passou pelo Figueira em 2002 e 2003.

SANDRO GAÚCHO: Sandro Rogério Formoso Pires, ficou conhecido no mundo do futebol por Sandro Gaúcho. O atacante nasceu a 27 de junho de 1968 em Bagé-RS. Jogou no Figueirense em 2003.

MAGAL: Sidnei da Silva, natural de Taquaritinga-SP, é conhecido como Magal. O apelido vem dos tempos de juventude, quando os amigos de Sidnei passaram a chamá-lo de Magal por ter o mesmo prenome do cantor Sidney Magal.
O volante Magal jogou pelo Figueirense em 2008.


RUY CABEÇÃO: Natural de Belo Horizonte, o lateral direito Ruy sofre com piadas. O nome é Ruy Bueno Neto, mas se quiser chamar de Cabeção, o lateral também atende. O jogador, com a cabeça de tamanho maior do que o habitual, sofre com as bricadeiras dos companheiros e dos torcedores. Ruy jogou pelo Figueirense em 2007 e 2008.


MAZZAROPI: Geraldo Pereira de Matos Filho, nasceu em Além Paraíba-MG, no dia 27 de janeiro de 1953. Foi goleiro do Vasco da Gama-RJ, Grêmio-RS, Coritiba-PR, Náutico-PE e Figueirense (1991). O apelido foi atribuido ao jogador Brito, que ao ver Geraldo chegando ao Vasco da Gama com suas roupas simples, teria lhe chamado de Mazzaropi, nome de um humorista famoso na época e que se vestia daquela maneira.
Mazzaropi foi o goleiro da história Mundial do futebol que ficou mais tempo sem tomar gols (1.816 minutos, entre os anos de 1977 e 1978 quando jogava pelo Vasco da Gama).


CHICÃO: Anderson Sebastião Cardoso, o zagueiro Chicão, nasceu em Mogi Guaçu-SP (03/06/1981). Jogou no Figueirense em 2006 e 2007, onde foi um dos destaques do time - além de capitão era cobrador de faltas. No Figueira foi campeão Estadual de 2006. O jogador ganhou o apelido de Chicão pela semelhança na forma de jogar do ex-zagueiro da Seleção Brasileira Chicão.

ALOÍSIO: Aloísio dos Santos Gonçalves, atacante, natural de Araranguá-SC (19/06/1988). Jogou pelo Figueirense nos anos de 2011 e 2012, onde atingiu a marca histórica de maior artilheiro do Figueirense em edições do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão. Com 18 gols marcados, ele ultrapassou a marca de Fernandes, que marcou 17 vezes.  Também artilheiro do Campeonato Catarinense de 2012.
No Figueirense, Aloísio ganhou um apelido: Boi Bandido. Os jogadores o chamavam de Boi Bandido, devido a grande correria e disposição que entrava em campo. De acordo com o atacante, o responsável pelo apelido foi Ygor, ex-volante do Figueira.




MUITOS JOGADORES UTILIZAM SUAS CIDADES OU ESTADOS EM SEUS NOMES. CONFIRA A LISTA ABAIXO:

Emerson Gaúcho: Lateral esquerdo, jogou no Figueirense em 1996.

Emerson Mineiro: Meia, passou pelo clube em 1998.

Gaúcho: Zagueiro, atuou pelo Figueira em 1996.

Gaúcho: Meia, jogou no alvinegro em 1990.

Gilmar Mineiro: Meia, fez parte do elenco alvinegro de 1992.

Jean Carioca: Atacante, jogou no Figueira em 2010.

Júnior Maranhão: Volante, vestiu a camisa alvinegra em 2000.

Léo Mineiro: Volante, contratado pelo clube em 2001.

Léo Macaé: Atacante, defendeu o Figueira em 2003.

Márcio Goiano: Além da passagem como jogador (2001 a 2004), ele também foi treinador em 2010/2011/2012

Rodrigo Paulista: Meia Atacante, passou pelo clube em 2006.

Sandro Gaúcho: Atacante, jogou no Figueira em 2003.

Silvio Criciúma: Volante, atuou pelo Figueirense em 1996.

Toninho Cajurú: Atacante, jogou no Figueira em 1990.

Vacaria: Centroavante, defendeu o Figueirense de 1979 a 1982.



JOGADORES QUE LEVAM NOMES DE BICHOS EM SEUS "SOBRENOMES":

Sílvio Costa Silva, TATU: Goleiro do Figueirense nos anos 50, Sílvio tinha o apelido de Tatú.

Vilmar Lemos, MARRECO: Este era o apelido do médio Vilmar que jogou pelo Figueira no ano de 1956.

MÃO DE ONÇA: Não encontrei em minha pesquisa o seu nome de batismo. No futebol esse goleiro ficou conhecido por Mão de Onça. Ele defendeu as cores do Figueirense nos anos de 1967 a 1969 e 1971.

Carlos Henrique Pedroso, MOSCA: Foi ponta de lança do alvinegro em 1973. Era conhecido pelo apelido de Mosca.

Marcos Antônio da Silva Vaz, MARCOS CAVALO: Atuou pelo clube de 1974 a 1976 e em 1984. Também foi técnico do clube.

Mauro Grassel, MAURO OVELHA: Foi zagueiro do alvinegro em 1997.

Renato da Cunha Pereira, RENATO PEIXE: Lateral esquerdo, jogou pelo Figueirense em 2001 e 2002.

Sérgio Luiz de Souza, SÉRGIO LOBO: Atacante, passou pelo clube em 2002.

Sidnei Rodrigues Santana, GRALHA: Meia atacante, jogou no Figueira em 2004.