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sábado, 27 de agosto de 2011

HISTÓRIAS DO CLÁSSICO - PARTE V

FIGUEIRENSE E AVAÍ: O CLÁSSICO VOLTA AO BRASILEIRÃO

As duas equipes de Florianópolis voltam a jogar pela Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro depois de 35 anos desde o último encontro, que teve uma vitória para cada lado pelo mesmo placar, 1 a 0. Neste domingo, às 18 horas, Figueirense Futebol Clube e Avaí Futebol Clube se enfrentam pela 19ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro de 2011. O Figueirense está passando por um bom momento e é o nono colocado na tabela com 26 pontos ganhos, enquanto que o tradicional adversário briga para não cair para a Segundona, é o 19º com apenas 14 pontos. O Figueirense está sendo apontado como o favorito, mas respeita às tradições do adversário.



Não há consenso sobre quantos clássicos já foram realizados. Historiadores e pesquisadores divergem sobre os dados.

OS NÚMEROS DO FIGUEIRENSE FUTEBOL CLUBE:

Clássicos: 394

Vitórias do Figueirense: 139

Vitórias do Avaí: 127

Empates: 128

Gols do Figueirense: 507

Gols do Avaí: 548

OS NÚMEROS DO JORNAL DIÁRIO CATARINENSE:

Clássicos: 394

Vitórias do Figueirense: 139

Vitórias do Avaí: 127

Empates: 128

Gols do Figueirense: 507

Gols do Avaí: 548

Fonte: O Diário Catarinense usa como base o livro Figueirense x Avaí, o clássico de Florianópolis, de Jairo Roberto Souza, editado em 2003. A partir daí, o DC atualizou os números pela Federação Catarinense de Futebol e pelo site de estatísticas do futebol www.rsssfbrasil.com

OS NÚMEROS DE ALEXANDRINO BARRETO:

Clássicos: 399

Vitórias do Figueirense: 137

Vitórias do Avaí: 134

Empates: 127

Gols do Figueirense: 509

Gols do Avaí: 558

Alexandrino Barreto é pesquisador e autor do livro Avaí Futebol Clube, atualizado a partir de 2008 com base nas tabelas da Federação Catarinense de Futebol.

OS NÚMEROS DE SPYROS DIAMANTARAS:

Clássicos: 422

Vitórias do Figueirense: 146

Vitórias do Avaí: 136

Empates: 135

Jogos sem registro de placar: 5

Gols do Figueirense: 526

Gols do Avaí: 568

Spyros Diamantaras é historiador.

OS NÚMEROS DO AVÁI:

O clube não adota número justamente pelas divergências entre historiadores.




Natural da Armação da Piedade (Governador Celso Ramos-SC), Toninho Quintino começou nas categorias de base do Avaí, onde se profissionalizou em 1971. Em 1975, foi para o Figueirense e iniciou uma trajetória vencedora. Naquele ano o Figueira fez uma boa campanha no Campeonato Brasileiro projetando o nome de Toninho no cenário Nacional. O ex-atacante da dupla da Capital participou de muitos clássicos. É um personagem importante da história do confronto.


CURIOSIDADES:


Em 1999, o atacante Claudiomir viveu uma situação peculiar em sua carreira. Ídolo da torcida avaiana, o jogador foi contratado por empréstimo pelo Figueirense e acabou se transformando em um dos grandes trunfos da equipe para a conquista do título do Campeonato Estadual.


Albeneir, um dos melhores atacantes que o Figueirense já teve e eterno ídolo da torcida alvinegra, encerrou a carreira no Avaí. Aliás, a transferência para a Ressacada foi um dos momentos mais conturbados da carreira. E o ex-goleador reconhece que foi a sua maior mancada.


O confronto Avaí x Figueirense, disputado em 10 de março de 2001, no Estádio Aderbal Ramos da Silva (Ressacada), válido pela 7ª rodada do Campeonato Catarinense, foi o primeiro clássico do Milênio. Naquele clássico o Figueirense derrotou o Avaí por 3 a 1, dentro da Ressacada, com gols de Aldrovani (2) e Marcelinho.


Em partida válida pela Copa João Havelange de 2000 (Brasileiro da Série B), Avaí e Figueirense empataram em 1 a 1 no clássico do dia 10 de setembro de 2000. Tanto Avaí quanto Figueirense mostraram um futebol de alto nível. O gol do Figueirense foi marcado por Valdir. Naquele dia o personagem indiscutível do clássico foi o atacante Dão. Ídolo do Avaí por quatro anos a fio, Dão surpreendeu em 2000 ao se transferir justamente para o maior rival, o Figueirense. Com isso, conquistou um séquito de torcedores alvinegros e, ao mesmo tempo, perdeu uma legião de fãs azurras.


O centro-médio Chocolate, do Figueirense, marcou quatro gols num único clássico. Foi em 1936, no clássico que terminou com uma goleada alvinegra por 6 a 1.


Em 21 de julho de 1940, no clássico Figueirense x Avaí, tivemos ao todo, oito expulsões. Os irmãos Calico, Neri, Sidnei e Décio e mais Beck pelo Figueirense, além de Shurmann, Saul e Diamantino pelo Avaí. O Avaí venceu o jogo por 7 a 3.


Apesar da eterna rivalidade entre Figueirense e Avaí, apenas duas vezes os dois clubes decidiram o título Estadual em confrontos diretos com uma conquista para cada lado. Em 1975, deu Avaí. Já em 1999, o Figueirense ficou com título.


João Carlos da Silva, o Balduíno, foi quem mais jogou clássicos em Santa Catarina. Ele teve 75 participações, sendo 39 jogos pelo Avaí e 36 pelo Figueirense. Com 1,60 cm, era chamado de "Reizinho". Balduíno é um dos maiores ídolos da história do Figueirense e do Avaí.


O maior público de todos os clássicos foi registrado no Estádio Orlando Scarpelli em 25 de julho de 1999, com 19.166 pagantes e 23.375 torcedores no total.


Adilson Heleno foi um meia habilidoso. Ele jogou nos dois clubes da Capital, mas foi ídolo apenas no Avaí. Adilson Heleno é o único jogador que, em um clássico atuou nos dois clubes, sendo meio tempo em cada equipe. Foi no dia 4 de junho de 1992, no "Clássico da Solidariedade", em prol dos flagelados das cheias de Santa Catarina. O jogador atuava no futebol mexicano e de férias na Capital aceitou o convite para participar do evento. O jogo foi no Estádio Orlando Scarpelli, com vitória do Figueirense por 2 a 1, gols de Gilmar Serafim e Tavinho.


"Santo da Costa": era assim que a imprensa da Capital se referia ao goleiro do Figueirense, Da Costa, pelas brilhantes atuações diante do rival Avaí nos jogos que decidiram o primeiro representante catarinense no Campeonato Brasileiro. Foram disputados dois jogos em 1973, com o Figueirense vencendo o primeiro, com gol de Tião Marino, e empatando em 0 a 0 no segundo.


Em 31 de março de 1971, Figueirense e Avaí jogavam amistoso no antigo Estádio Adolfo Konder quando aos 5 minutos do segundo tempo houve uma briga generalizada. O árbitro Gilberto Nahas (já falecido) não teve outra opção: expulsou os 22 jogadores.


Lauro José Búrigo é outro nome marcante da história do futebol de Florianópolis. Foi treinador das duas equipes. Pelo Figueirense foram 41 clássicos, tendo obtido 15 vitórias, 13 empates e 13 derrotas. No Avaí, foi técnico em nove clássicos, foram três vitórias, cinco empates e uma derrota.


Pinga, um ídolo do passado (já falecido), era lateral direito e jogou durante 12 anos no Figueirense. Está na história do clube como o jogador que mais vezes atuou em clássicos pelo Figueirense. O maior batedor de penalti da história do Figueira, Pinga, nunca em sua carreira disperdiçou uma cobrança de penalti. Jogou nos anos 70/80.


Em 10 de julho de 2002, após três anos, os dois rivais de Florianópolis voltaram a disputar uma partida que valia o título catarinense. A diferença do clássico de 2002 para a Final do Estadual de 1999 é que, em 2002, só o Figueirense podia ser campeão. Ao Avaí, restava vencer duas vezes no mesmo jogo, uma no tempo normal e outra na prorrogação. Só assim conquistaria o Segundo Turno do Octogonal, forçando uma decisão no Catarinense 2002 e evitaria que o arquiinimigo conquistasse o troféu antecipadamente. O jogo disputado no Estádio Orlando Scarpelli ficou no empate sem gols, que deu o título Catarinense ao Figueirense por antecipação. Apesar do placar em branco a partida foi disputada e de excelente nível técnico. O públco total foi de 19.835 torcedores.


Como sempre acontece entre rivais, a delícia de um time é justamente estragar a festa do adversário. E assim tem sido em Florianópolis. Na inauguração do sistema de iluminação do Estádio Adolfo Konder, foi o Figueirense quem venceu (1 a 0), no dia 20 de julho de 1951. No primeiro clássico disputado no Estádio Orlando Scarpelli deu Avaí (1 a 0), em 17 de setembro de 1961. E no primeiro jogo no Estádio da Ressacada, em 8 de dezembro de 1983, venceu o Figueirense (1 a 0).


No dia 3 de setembro de 1972, o clássico Figueirense 0x0 Avaí decidiu o título do Campeonato Catarinense. O Figueirense foi o campeão Estadual. A festa realizada pela torcida alvinegra no Estádio Orlando Scarpelli, iniciada com uma descomunal invasão de campo, prosseguiu depois pelas ruas da cidade.


O ex-jogador Almir Gil também disputou muitos clássicos. Almir Gil (meio campo) começou com a camisa do Figueirense (1972) e depois atuou pelo Avaí.


No dia 8 de outubro de 1989, Avaí e Figueirense jogaram no Estádio da Ressacada pelo Campeonato Brasileiro da Série C e o time Alvinegro quebrou um tabu. O zagueiro Léo marcou o único gol da vitória do Figueirense sobre o Avaí, que não perdia há três anos e meio para o rival no Estádio da Ressacada.


O 100º clássico no Estádio Orlando Scarpelli foi disputado no dia 1º de maio de 1991, válido pela Copa Santa Catarina. Jogando em casa e diante de 18 mil torcedores, o Figueirense derrotou o rival Avaí por 2 a 0. Os gols foram marcados por Adilson Heleno e Sandro.


Ricardo Teodósio, natural de Biguaçu-SC, meia, saiu da Ressacada para ganhar fama no Scarpelli. Apesar da família ser toda avaiana, Ricardo se sentia em casa no Figueirense. Foi onde se sentiu valorizado e conquistou os títulos Estadual (1994) e da Copa Mercosul (1995).


Fernando Vieira de Souza, ou simplesmente Nando, natural de Florianópolis-SC, em 1995 jogava no Canto do Rio, time amador do Ribeirão da Ilha, e era ajudado financeiramente por sua mãe, Alda Vieira de Souza. No início de 1996 foi descoberto pelo Figueirense. O atacante estreiou em clássicos no dia 9 de outubro de 1996. Naquele dia o Figueirense mostrou bom futebol e derrotou o Avaí por 1 a 0, em jogo válido pela Copa Santa Catarina, partida disputada no Estádio Orlando Scarpelli. Nando, na época com 22 anos, foi o autor do gol. Seu gol, marcado aos 37 minutos do primeiro tempo, foi dedicado a sua mãe, residente na praia dos Ingleses. No lance histórico na carreira do jogador, Nando aproveitou a confusão na pequena área para chutar forte, sem oportunidade de defesa para o goleiro do Avaí.


No dia 23 de abril de 1997, no clássico nº 347, o Figueirense fez 3 a 0 no Avaí e, depois de mais de 40 anos, assumiu a ponta na história dos clássicos com 122 vitórias contra 121 do time azurra. O jogo foi no Estádio da Ressacada, válido pelo Campeonato Catarinense. Os gols foram marcados por Carlinhos Miranda, Dourado e Silva.


O clássico de Florianópolis é o único ainda existente no futebol de Santa Catarina. É por isso que ele sempre foi o maior deles.











sexta-feira, 1 de julho de 2011

MEMÓRIA ALVINEGRA



O ano de 1941 foi um dos mais gloriosos do Figueirense Futebol Clube, com o time conquistando os títulos do Torneio Início, Campeonato da Cidade e Campeonato Estadual.


Há 70 anos atrás, o torcedor do Alvinegro vibrava com a conquista do Campeonato Citadino. O Blog relembra a façanha.





O Figueirense tinha um time bom, cujo conjunto foi a principal caracteristica. Um time que reunia eficiência no ataque e confiança na defesa. O técnico do Figueirense era Hercílio Polli, que contou com um plantel de 16 jogadores. Com uma defesa bem fortalecida, responsável pela equipe levar apenas 8 gols em 8 jogos, uma média de 1 gol cada jogo, o Figueirense teve apenas uma derrota, contra o Clube Atlético Catarinense, 2x0. Os atacantes do Alvinegro caracterizavam-se pela excelência de suas jogadas. Invadiram por 27 vezes o reduto guarnecidos pelos goleiros adversários, numa média de 3;37 gols por partida. No decorrer do certame a linha de ataque do Figueirense teve um revezamento de oito jogadores: Neri, Fornerolli, Gatinho, Vilson, Calico, Secura, Ceceu e Azevedo foram os valorosos atacantes do Figueira.
O jogo do título foi o último do returno, no dia 27 de julho de 1941, Figueirense 9x0 Tamandaré, gols de Fornerolli, Vilson (5), Secura (2) e Neri.
O presidente do Figueirense na conquista do título Citadino era o Sr. Osni Ortiga.



O TIME CAMPEÃO DA CIDADE
Vadico, Pé de Ferro, Décio; Fred, Chocolate, Sidnei; Secura, Calico, Gatinho, Fornerolli e Neri.
Técnico: Hercílio Polli.
Jogaram também: Biguá, Vilson, Godinho, Ceceu e Azevedo.


UM TIME BEM ENTROSADO
A equipe Alvinegra era muito entrosada. Vadico, Pé de Ferro e Décio formavam uma defesa quase invunerável. O goleiro Vadico era bastante seguro e foi considerado na época um dos melhores do Estado. A linha média - Biguá, Chocolate e Sidney - era habilidosa, nela destacava-se o centromédio Chocolate. Na linha de ataque, o destaque era Calico, que apresentava uma excelente forma física. Gatinho e Fornerolli também foram importantes para o sucesso da equipe.



OS JOGOS:

Figueirense 1x0 Iris
Figueirense 3x2 Avai
Figueirense 0x2 Atlético
Figueirense 7x2 Tamandaré
Iris 1x2 Figueirense
Avaí 0x2 Figueirense
Atlético 1x3 Figueirense
Tamandaré 0x9 Figueirense

Campeão: Figueirense Futebol Clube
Vice-campeão: Clube Atlético Catarinense

Obs.: Todos os jogos foram disputados no Estádio Adolfo Konder, em Florianópolis (antigo Campo da Liga).

quinta-feira, 28 de abril de 2011

BIOGRAFIA - PARTE LV




PROFISSIONAIS DO FIGUEIRENSE FUTEBOL CLUBE

(Continuação das postagens dos dias 19/12/09, 28/03/10, 28/05/10, 17/07/10, 18/07/10, 19/07/10, 21/07/10, 22/07/10, 23/07/10, 24/07/10, 26/07/10, 27/07/10, 28/07/10, 29/07/10, 30/07/10, 31/07/10, 02/08/10, 03/08/10, 04/08/10, 05/08/10, 09/08/10, 10/08/10, 11/08/10, 12/08/10, 13/08/10, 16/08/10, 17/08/10, 18/08/10, 19/08/10, 20/08/10, 23/08/10, 24/08/10, 25/08/10, 26/08/10, 27/08/10, 31/08/10 , 01/09/10, 02/09/10, 20/09/10, 28/09/10 , 30/09/10, 08/10/10, 13/10/10, 25/11/10, 03/12/10, 06/12/10, 20/01/11, 26/01/11, 03/02/11, 08/03/11, 14/03/11, 15/03/11, 16/03/11 e 07/04/11).



Jogadores que disputaram jogos em competições oficiais pelo Figueirense a partir de 1921.
Técnicos, auxiliares técnicos, massagistas, médicos, preparadores físicos, treinadores de goleiros e dirigentes.
A lista foi obtida a partir de uma pesquisa em jornais e revistas esportivas.

Muitos dados estão incompletos, podendo ocorrer erros de escrita ou confusões de nomes. Escolha a letra inicial do nome do profissional a ser pesquisado, e encontrará : a posição que jogou (atleta), o cargo que ocupou (técnico, auxiliar, preparador, diretor, médico), seu nome completo, data e local de nascimento e período em que atuou no Figueirense.


CLÁUDIO

Cláudio Fugraff

Centro Médio

Clubes: Tamandaré de Florianópolis-SC (1955), Paula Ramos de Florianópolis-SC (1956), Figueirense (1957 e 1958), Avaí-SC (1958 e 1959)

CHOCOLATE

Osmar de Oliveira

Natural: Florianópolis-SC (06/01/1916)

Meia

Clubes: Figueirense (1936, 1937, 1938, 1941, 1947, 1948 e 1949), Atlético de Florianópolis-SC (1940 e 1950), Iris de Florianópolis-SC, Tamandaré de Florianópolis-SC, Avaí-SC (1942, 1943 e 1945), Paula Ramos de Florianópolis-SC (1948 e 1951)

DACICA

Daci Carvalho das Neves

Zagueiro

Clubes: Figueirense (categorias de base 1968 e 1969; profissional 1970), Avaí-SC

Preparador Físico: Avaí-SC (1975, 1979, 1982)

Técnico: Avaí-SC (1978, 1979 e 1984)

DOLLY

Dolly Martins

Natural: Rio de Janeiro-RJ (22/05/1925)

Goleiro

Clubes: Flamengo-RJ (1944 a 1949), Palmeiras-SP, Canto do Rio-RJ (1950), Figueirense (1950 e 1951), Clube Atlético Monte Alegre-PR (1952)

FERNANDO

Fernando Luiz Brederodes Pires

Natural: Recife-PE (07/02/1951)

Zagueiro

Clubes: Flamengo-RJ (1975), Fluminense-RJ (1976), Portuguesa-SP, Figueirense (1978)

JÔNATAS

Jônatas Domingos

Natural: Fortaleza-CE (29/07/1982)

Volante e Meia

Clubes: Inhumas-GO (2000), Tombense-MG (2001), Flamengo-RJ (2002 a 2006 e 2008), Espanyol de Barcelona-Espanha (2006 e 2007), Botafogo-RJ (2009), Ceará-CE (2010), Figueirense (2011)

Jogou pela Seleção Brasileira (2006).

KÁSSIO

Kássio Rinaldo de Lima Gomes

Natural: Recife-PE (23/05/1987)

Meia

Clubes: Santa Cruz-PE (categorias de base 2005; profissional 2011), Sport-PE (categorias de base 2006; profissional 2007, 2008, 2009 e 2010), Figueirense (2009)

TATÚ

Silvio Costa da Silva

Natural: Florianópolis-SC (13/08/1926)

Goleiro

Clubes: Paula Ramos de Florianópolis-SC (1947), Bocaiúva de Florianópolis-SC (1953 e 1954), Avaí-SC (1954, 1958 e 1960), Atlético de Florianópolis-SC, Guarani de Florianópolis-SC (1958), Figueirense (1958 e 1959), São Paulo de Florianópolis-SC (1963)

WESCLEY

Meio Campo

Clubes: Botafogo-RJ (1979 e 1980), Criciúma-SC (1981), Figueirense (1981), Fortaleza-CE (1983)