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quarta-feira, 13 de junho de 2012

AGRADECIMENTOS


Prezado (a) Torcedor (a) do Querido Alvinegro,
Uma das maiores grandezas de nossas almas é o saber agradecer. Assim como é costume a gente agradecer pelos favores que nos fazem nas ruas, no trânsito, lojas, supermercados ou em casa, também devemos sempre lembrar os benefícios diários que vem de Deus e dos céus e que tanto nos valem.
Você já agradeceu hoje pelo seu trabalho, pelo privilégio de estar bem empregado ou por tudo de bom que Deus representa em sua vida ?
Já falou hoje com Deus, Divino Pai Eterno, pela Família Alvinegra a qual você pertence, ama e por ela é amado (a) ?
Ame sempre a gente e as coisas do nosso clube, respeite os nossos adversários, aceite as derrotas e aproveite a constante alegria pelas vitórias e glórias.
Fale com Deus sobre os irmãos torcedores escolhidos por Ele para serem a sua Família Alvinegra. Louve ao Senhor pelo entusiasmo da Charanga do Paulinho, pelos gols do Albeneir, pela hombridade do Fernandes, pela seriedade do Márcio Goiano,  pelo jeito especial do Abimael e pelas defesas milagrosas do goleiro Wilson.
O que seria desta Família Alvinegra sem a confiança de  dirigentes como  José Leal de Meirelles,  Thomaz Chaves Cabral,  Major Ortiga,  Sadi Lima e Nestor Lodetti, sem a ruidosa e barulhenta presença da Torcida Gaviões Alvinegros. Quantas vezes lembrasse as jogadas do Pinga, do Balduíno, do Toninho Quintino, do Edmundo, e do Genílson.
Diga obrigado Deus amigo pelos títulos conquistados pelos profissionais e pelas categorias de base.
Obrigado Deus da paz e do amor pelo entendimento e amizade, pela harmonia reinante entre todos em nossa Família Alvinegra.
Agradeça todos os dias pela nossa casa, o Estádio Orlando Scarpelli, modesto bem verdade, mas digno e honesto.
Obrigado pela Turma da Coloninha, pelo Bar da Marcela, pela Bobgueira, pela Turma da Figueira e pela ASFIG.
É preciso agradecer sempre pelo sol e pela chuva, dia e noite.
Obrigado Senhor pelos meus olhos com os quais posso contemplar a tua natureza terrestre; pela boca que fala de Vossa Santidade, pelos pés para caminhar, pelos braços para trabalhar e pelas mãos para estender aos que mais precisam, pelos lábios para beijar e pelo coração para amar.
Agradeço pelos meus irmãos e irmãs figueirenses que o Senhor me deu.
Obrigado pelas amizades sadias, pela saúde, pelo trabalho, pelas diversões e pelas nossas preocupações.
Sou grato pela nossa unida e gigantesca Família Alvinegra.
Obrigado Senhor pela vida !

ROBERTO LUIZ DOS SANTOS VIEIRA - Junho/2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

PARABÉNS, FIGUEIRA !!!!







HISTÓRIA

No início dos anos 20, Jorge Albino Ramos, um jovem desportista e entusiasta do remo e do futebol, passou a propagar entre seus amigos e demais simpatizantes do futebol, a ideia de criação de um novo clube de futebol na Capital dos catarinenses.
Seu primeiro passo foi conquistar a simpatia de seus conterrâneos e igualmente admiradores do futebol que naquela época já contava com vários clubes no País, especialmente nas Capitais dos principais Estados. Seus iniciais parceiros foram Balbino Felisbino da Silva, Domingos Joaquim Veloso e João Savas Siridakis.
Durante o mês de maio de 1921, na Praça XV de Novembro, passaram a trocar algumas idéias a respeito do nome da futura agremiação, suas cores, sede, etc. No mês seguinte, João Savas Siridakis, mais conhecido como Janga, defendia a ideia de que o clube deveria chamar-se Figueirense. Defendia tal nome em razão de que muitos dos encontros que se realizavam para tratar da fundação aconteciam na localidade da Figueira, situada nas imediações das Ruas Conselheiro Mafra, Padre Roma e adjacências, local onde até hoje persiste uma bela e robusta figueira que certamente também colaborou para a inspiração de Janga.
Os parceiros da ideia definiram o dia 12 de junho como a data que marcaria a fundação da nova sociedade esportiva. Foi então que o Senhor Ulisses Carlos Tolentino, amigo dos idealizadores, ofereceu sua residência localizada na Rua Padre Roma, 27 para a realização do tão esperado encontro. O livro onde seria redigida a ata de fundação foi prontamente providenciado por Balbino Felisbino da Silva, cabendo a Jorge Ramos, Domingos Veloso e Janga convidarem os demais participantes do encontro além de, em conjunto com o anfitrião Ulisses Tolentino, estabelecer o horário das 19 horas para o início da reunião de fundação.
No dia 11 de junho, na barbearia de Jorge Ramos, então situada na esquina das Ruas Pedro Ivo com Conselheiro Mafra, aconteceu uma reunião preparatória destinada à composição da diretoria. Foi quando uma importante adesão foi consolidada. Tratava-se de João dos Passos Xavier, que tomando conhecimento do movimento para a fundação de uma equipe de futebol e das pessoas que lideravam tal intento, prontamente acolheu a ideia. O cargo de presidente foi justamente "reservado" a João dos Passos Xavier. Feito o convite a resposta foi afirmativa: aceito, porque nenhum figueirense pode deixar de acompanhar seus colegas em ocasiões precisas.
Finalmente chega o tão esperado dia. Por volta das 18h30min chegam à residência de Ulisses Tolentino os primeiros participantes. Compareceram à reunião os Senhores João dos Passos Xavier, Ulisses Carlos Tolentino, Heleodoro Ventura, Higino Ludovico da Silva, Bruno Ventura, Jorge Araújo Figueiredo, Domingos Joaquim Veloso, João Savas Siridakis, Carlito Honório Silveira da Silva, Leopoldo Silva, Raimundo Nascimento, Pedro Xavier, João S. Manoel Xavier, Alberto Moritz, Delgídio Dutra Filho, Agenor Póvoas, Joaquim Manoel Fraga, Pedro Francisco Neves e Walfredo Silva. Exatamente às 19 horas do dia 12 de junho de 1921, um domingo de outono, tem início a reunião de fundação da sociedade que tomou o nome de Figueirense Foot Ball Club.
Coube a Jorge Albino Ramos presidir a primeira reunião e por aclamação foram escolhidos os seguintes nomes para compor a primeira diretoria:
Presidente: João dos Passos Xavier
Vice-Presidente: Heleodoro Ventura
1º Secretário: Balbino Felisbino da Silva
2º Secretário: Jorge Felisbino da Silva
1º Tesoureiro: Jorge Albino Ramos
2º Tesoureiro: Jorge Araújo Figueiredo
Orador: Trajano Margarida
Guarda Esporte: Higino Ludovico da Silva
Depois de empossada a diretoria, o presidente eleito pelo grupo João dos Passos Xavier, fez o uso da palavra, ressaltando a dedicação do Senhor Jorge Albino Ramos em liderar o movimento para a fundação do Figueirense F.C., no momento em que o futebol em Florianópolis apresentava-se em decadência com o desaparecimento do Grêmio Anita Garibaldi. Na oportunidade, agradeceu ao Senhor Ulisses Carlos Tolentino por ter liberado as dependências de sua residência, enaltecendo a presença de numeroso grupo de simpatizantes.