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terça-feira, 4 de outubro de 2011

BIOGRAFIA ALVINEGRA









ADAILTON

Adairton Martins dos Santos

Natural: Florianópolis-SC (07/04/1948)

Zagueiro e Volante

Clubes: Figueirense (categorias de base; profissional: 1964 a 1966, 1972 a 1974 e 1977), Metropol de Criciúma-SC (1966 a 1969), Avaí-SC (1967, 1975 e 1979), São Paulo-SP (1970 e 1971), XV de Novembro de Piracicaba-SP (1971), Coritiba-PR (1971 a 1976), Paysandu de Brusque-SC (1978)

Campeão Catarinense pelo Figueirense em 1972 e 1974.

CASAGRANDE

Jaime Casagrande

Natural: Urussanga-SC (18/08/1949)

Lateral Esquerdo

Clubes: Figueirense (1972 a 1982), Fluminense-RJ (1974), Coritiba-PR (1977)

Preparador de Goleiros: Figueirense (1982 a 2000 equipes de base e profissional)

Auxiliar Técnico: Figueirense (1983)

Técnico: Figueirense (1983, 2001 a 2005 categorias de base; 1987 interino da equipe principal)

Supervisor: Figueirense (categorias de base: 2007 a 2011)

Campeão Catarinense pelo Figueirense em 1972 e 1974.

JAÍLSON

Jaílson Colombi

Natural: Tubarão-SC (21/02/1948)

Zagueiro Central

Clubes: Ferroviário de Tubarão-SC (1969 e 1970), Figueirense (1971 a 1974)

Auxiliar Técnico: Figueirense (1978)

Preparador Físico: Figueirense (1978 a 1982)

Técnico: Figueirense (interino - 1982)

Campeão Catarinense pelo Figueirense em 1972 e 1974.

PINGA

Airton Raul de Andrade

Natural: Florianópolis-SC (10/01/1953)

Lateral Direito

Clubes: Figueirense (categorias de base; profissional: 1971 a 1981), Coritiba-PR (1977), Botafogo-RJ (1979)

Mordomo: Figueirense (1982)

Técnico: Figueirense (categorias de base: 1987, 1998; profissional: interino 1987), Tiradentes de Tijucas-SC (1988)

Auxiliar Técnico: Figueirense (1983, 1985, 1990, 1991, 1997), Avaí-SC (1992), ABC-RN (1993)

Treinador de Goleiros: Clube Atlético Catarinense de Ilhota-SC (2002), Guarani de Palhoça-SC (2003)

Campeão Catarinense pelo Figueirense em 1972 e 1974.

MOENDA

Nilton Nunes

Natural: Florianópolis-SC (27/03/1974)

Zagueiro

Clubes: Avaí-SC (1966 a 1971), Figueirense (1968, 1972 a 1975), Paysandu de Brusque-SC (1976), Cascavel-PR, Chapecoense-SC, Rio do Sul-SC

Campeão Catarinense pelo Figueirense em 1972 e 1974.

DA COSTA

Adilson Carvalho da Costa

Natural: Braço do Norte-SC (01/06/1948)

Goleiro

Clubes: Comerciário de Criciúma-SC (1968), Grêmio-RS, Internacional-RS, Portuguesa-SP, Ferroviário de Tubarão-SC (1970), Guarani-SP (1971), América de Joinville-SC (1972 a 1973), Figueirense (1973 e 1974), Botafogo-RJ (1974)

CACO

Laudares Veloso

Natural: Florianópolis-SC (06/06/1952)

Ponta Direita

Clubes: Figueirense (categorias de base: 1969; profissional: 1970 a 1976), Ferroviário de Tubarão-SC (1975), Palmeiras de Blumenau-SC (1977), Joaçaba-SC (1978 e 1979), Marcílio Dias-SC (1978), Brasil de Pelotas-RS, Avaí-SC (1980 a 1984)

Campeão Catarinense pelo Figueirense em 1972 e 1974

MOACIR

Moacir Rosa Filho

Natural: Florianópolis-SC (12/11/1949)

Médio Volante

Clubes: São Paulo de Florianópolis-SC (1966 a 1968), Avaí-SC (1969 a 1972), Figueirense (1973, 1974, 1975, 1976 e 1977), Fluminense-RJ (1974), Marcílio Dias-SC (1977), Palmeiras de Blumenau-SC (1978 e 1979), Cascavel-PR (1980), Londrina-PR (1982), Marília-SP

Campeão Catarinense de 1974 pelo Figueirense.

TIÃO MARINO

Sebastião Marino Neto

Natural: Ribeirão Preto-SP (26/05/1951)

Centroavante

Clubes: Botafogo-SP, Votuporanguense-SP (1971), Figueirense (1972 e 1973), Corinthians-SP (1973), Bahia-BA, Internacional de Limeira-SP (1976), XV de Novembro de Jaú-SP, São José-SP (1979 a 1983), Sertãozinho-SP (1985), Juventus-SP (1987), Taquaritinga-SP

Campeão Catarinense pelo Figueirense em 1972.

LUIZ ÉVERTON

Luiz Éverton Rodrigues

Natural: Montenegro-RS (04/11/1950)

Meia Esquerda

Clubes: Paysandu de Brusque-SC (1967 a 1970), Figueirense (1971 a 1976), Internacional-RS (1972 e 1973), Colorado de Curitiba-PR (1974 e 1980), Flamengo-RJ, Vitória-BA, Berchen-Bélgica, Marítimo-Portugal, Avaí-SC (1976), Ypiranga de Erechim-RS (1977), Fluminense-RJ, 14 de Julho de Passo Fundo-RS, Londrina-PR (1977 e 1978), Palmeiras de Blumenau-SC (1978), Guarapuava-PR, Mafra-SC (1980)

Técnico: Figueirense (categorias de base: 1980 e 1985)

Preparador Físico: Figueirense (categorias de base: 1984)

Formação Acadêmica: Formado em Educação Física pela UDESC em 1976.

Campeão Catarinense pelo Figueirense em 1972 e 1974.

LAND

Land de Souza França

Natural: Vitória-ES (15/06/1946)

Ponta Esquerda

Clubes: Bangu-RJ (categorias de base), Vitória-ES, Rio Branco-ES, Internacional-RS (1969 a 1971), Figueirense (1972 e 1973), Corinthians-SP (1972)

NOCAUTE JACK

Abílio José da Silva

Natural: Rio de Janeiro-RJ (16/05/1923)

Massagista

Clubes: São Cristovão-RJ, Figueirense (1973), Seleção Brasileira (1970 a 1974)



sábado, 27 de agosto de 2011

HISTÓRIAS DO CLÁSSICO - PARTE V

FIGUEIRENSE E AVAÍ: O CLÁSSICO VOLTA AO BRASILEIRÃO

As duas equipes de Florianópolis voltam a jogar pela Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro depois de 35 anos desde o último encontro, que teve uma vitória para cada lado pelo mesmo placar, 1 a 0. Neste domingo, às 18 horas, Figueirense Futebol Clube e Avaí Futebol Clube se enfrentam pela 19ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro de 2011. O Figueirense está passando por um bom momento e é o nono colocado na tabela com 26 pontos ganhos, enquanto que o tradicional adversário briga para não cair para a Segundona, é o 19º com apenas 14 pontos. O Figueirense está sendo apontado como o favorito, mas respeita às tradições do adversário.



Não há consenso sobre quantos clássicos já foram realizados. Historiadores e pesquisadores divergem sobre os dados.

OS NÚMEROS DO FIGUEIRENSE FUTEBOL CLUBE:

Clássicos: 394

Vitórias do Figueirense: 139

Vitórias do Avaí: 127

Empates: 128

Gols do Figueirense: 507

Gols do Avaí: 548

OS NÚMEROS DO JORNAL DIÁRIO CATARINENSE:

Clássicos: 394

Vitórias do Figueirense: 139

Vitórias do Avaí: 127

Empates: 128

Gols do Figueirense: 507

Gols do Avaí: 548

Fonte: O Diário Catarinense usa como base o livro Figueirense x Avaí, o clássico de Florianópolis, de Jairo Roberto Souza, editado em 2003. A partir daí, o DC atualizou os números pela Federação Catarinense de Futebol e pelo site de estatísticas do futebol www.rsssfbrasil.com

OS NÚMEROS DE ALEXANDRINO BARRETO:

Clássicos: 399

Vitórias do Figueirense: 137

Vitórias do Avaí: 134

Empates: 127

Gols do Figueirense: 509

Gols do Avaí: 558

Alexandrino Barreto é pesquisador e autor do livro Avaí Futebol Clube, atualizado a partir de 2008 com base nas tabelas da Federação Catarinense de Futebol.

OS NÚMEROS DE SPYROS DIAMANTARAS:

Clássicos: 422

Vitórias do Figueirense: 146

Vitórias do Avaí: 136

Empates: 135

Jogos sem registro de placar: 5

Gols do Figueirense: 526

Gols do Avaí: 568

Spyros Diamantaras é historiador.

OS NÚMEROS DO AVÁI:

O clube não adota número justamente pelas divergências entre historiadores.




Natural da Armação da Piedade (Governador Celso Ramos-SC), Toninho Quintino começou nas categorias de base do Avaí, onde se profissionalizou em 1971. Em 1975, foi para o Figueirense e iniciou uma trajetória vencedora. Naquele ano o Figueira fez uma boa campanha no Campeonato Brasileiro projetando o nome de Toninho no cenário Nacional. O ex-atacante da dupla da Capital participou de muitos clássicos. É um personagem importante da história do confronto.


CURIOSIDADES:


Em 1999, o atacante Claudiomir viveu uma situação peculiar em sua carreira. Ídolo da torcida avaiana, o jogador foi contratado por empréstimo pelo Figueirense e acabou se transformando em um dos grandes trunfos da equipe para a conquista do título do Campeonato Estadual.


Albeneir, um dos melhores atacantes que o Figueirense já teve e eterno ídolo da torcida alvinegra, encerrou a carreira no Avaí. Aliás, a transferência para a Ressacada foi um dos momentos mais conturbados da carreira. E o ex-goleador reconhece que foi a sua maior mancada.


O confronto Avaí x Figueirense, disputado em 10 de março de 2001, no Estádio Aderbal Ramos da Silva (Ressacada), válido pela 7ª rodada do Campeonato Catarinense, foi o primeiro clássico do Milênio. Naquele clássico o Figueirense derrotou o Avaí por 3 a 1, dentro da Ressacada, com gols de Aldrovani (2) e Marcelinho.


Em partida válida pela Copa João Havelange de 2000 (Brasileiro da Série B), Avaí e Figueirense empataram em 1 a 1 no clássico do dia 10 de setembro de 2000. Tanto Avaí quanto Figueirense mostraram um futebol de alto nível. O gol do Figueirense foi marcado por Valdir. Naquele dia o personagem indiscutível do clássico foi o atacante Dão. Ídolo do Avaí por quatro anos a fio, Dão surpreendeu em 2000 ao se transferir justamente para o maior rival, o Figueirense. Com isso, conquistou um séquito de torcedores alvinegros e, ao mesmo tempo, perdeu uma legião de fãs azurras.


O centro-médio Chocolate, do Figueirense, marcou quatro gols num único clássico. Foi em 1936, no clássico que terminou com uma goleada alvinegra por 6 a 1.


Em 21 de julho de 1940, no clássico Figueirense x Avaí, tivemos ao todo, oito expulsões. Os irmãos Calico, Neri, Sidnei e Décio e mais Beck pelo Figueirense, além de Shurmann, Saul e Diamantino pelo Avaí. O Avaí venceu o jogo por 7 a 3.


Apesar da eterna rivalidade entre Figueirense e Avaí, apenas duas vezes os dois clubes decidiram o título Estadual em confrontos diretos com uma conquista para cada lado. Em 1975, deu Avaí. Já em 1999, o Figueirense ficou com título.


João Carlos da Silva, o Balduíno, foi quem mais jogou clássicos em Santa Catarina. Ele teve 75 participações, sendo 39 jogos pelo Avaí e 36 pelo Figueirense. Com 1,60 cm, era chamado de "Reizinho". Balduíno é um dos maiores ídolos da história do Figueirense e do Avaí.


O maior público de todos os clássicos foi registrado no Estádio Orlando Scarpelli em 25 de julho de 1999, com 19.166 pagantes e 23.375 torcedores no total.


Adilson Heleno foi um meia habilidoso. Ele jogou nos dois clubes da Capital, mas foi ídolo apenas no Avaí. Adilson Heleno é o único jogador que, em um clássico atuou nos dois clubes, sendo meio tempo em cada equipe. Foi no dia 4 de junho de 1992, no "Clássico da Solidariedade", em prol dos flagelados das cheias de Santa Catarina. O jogador atuava no futebol mexicano e de férias na Capital aceitou o convite para participar do evento. O jogo foi no Estádio Orlando Scarpelli, com vitória do Figueirense por 2 a 1, gols de Gilmar Serafim e Tavinho.


"Santo da Costa": era assim que a imprensa da Capital se referia ao goleiro do Figueirense, Da Costa, pelas brilhantes atuações diante do rival Avaí nos jogos que decidiram o primeiro representante catarinense no Campeonato Brasileiro. Foram disputados dois jogos em 1973, com o Figueirense vencendo o primeiro, com gol de Tião Marino, e empatando em 0 a 0 no segundo.


Em 31 de março de 1971, Figueirense e Avaí jogavam amistoso no antigo Estádio Adolfo Konder quando aos 5 minutos do segundo tempo houve uma briga generalizada. O árbitro Gilberto Nahas (já falecido) não teve outra opção: expulsou os 22 jogadores.


Lauro José Búrigo é outro nome marcante da história do futebol de Florianópolis. Foi treinador das duas equipes. Pelo Figueirense foram 41 clássicos, tendo obtido 15 vitórias, 13 empates e 13 derrotas. No Avaí, foi técnico em nove clássicos, foram três vitórias, cinco empates e uma derrota.


Pinga, um ídolo do passado (já falecido), era lateral direito e jogou durante 12 anos no Figueirense. Está na história do clube como o jogador que mais vezes atuou em clássicos pelo Figueirense. O maior batedor de penalti da história do Figueira, Pinga, nunca em sua carreira disperdiçou uma cobrança de penalti. Jogou nos anos 70/80.


Em 10 de julho de 2002, após três anos, os dois rivais de Florianópolis voltaram a disputar uma partida que valia o título catarinense. A diferença do clássico de 2002 para a Final do Estadual de 1999 é que, em 2002, só o Figueirense podia ser campeão. Ao Avaí, restava vencer duas vezes no mesmo jogo, uma no tempo normal e outra na prorrogação. Só assim conquistaria o Segundo Turno do Octogonal, forçando uma decisão no Catarinense 2002 e evitaria que o arquiinimigo conquistasse o troféu antecipadamente. O jogo disputado no Estádio Orlando Scarpelli ficou no empate sem gols, que deu o título Catarinense ao Figueirense por antecipação. Apesar do placar em branco a partida foi disputada e de excelente nível técnico. O públco total foi de 19.835 torcedores.


Como sempre acontece entre rivais, a delícia de um time é justamente estragar a festa do adversário. E assim tem sido em Florianópolis. Na inauguração do sistema de iluminação do Estádio Adolfo Konder, foi o Figueirense quem venceu (1 a 0), no dia 20 de julho de 1951. No primeiro clássico disputado no Estádio Orlando Scarpelli deu Avaí (1 a 0), em 17 de setembro de 1961. E no primeiro jogo no Estádio da Ressacada, em 8 de dezembro de 1983, venceu o Figueirense (1 a 0).


No dia 3 de setembro de 1972, o clássico Figueirense 0x0 Avaí decidiu o título do Campeonato Catarinense. O Figueirense foi o campeão Estadual. A festa realizada pela torcida alvinegra no Estádio Orlando Scarpelli, iniciada com uma descomunal invasão de campo, prosseguiu depois pelas ruas da cidade.


O ex-jogador Almir Gil também disputou muitos clássicos. Almir Gil (meio campo) começou com a camisa do Figueirense (1972) e depois atuou pelo Avaí.


No dia 8 de outubro de 1989, Avaí e Figueirense jogaram no Estádio da Ressacada pelo Campeonato Brasileiro da Série C e o time Alvinegro quebrou um tabu. O zagueiro Léo marcou o único gol da vitória do Figueirense sobre o Avaí, que não perdia há três anos e meio para o rival no Estádio da Ressacada.


O 100º clássico no Estádio Orlando Scarpelli foi disputado no dia 1º de maio de 1991, válido pela Copa Santa Catarina. Jogando em casa e diante de 18 mil torcedores, o Figueirense derrotou o rival Avaí por 2 a 0. Os gols foram marcados por Adilson Heleno e Sandro.


Ricardo Teodósio, natural de Biguaçu-SC, meia, saiu da Ressacada para ganhar fama no Scarpelli. Apesar da família ser toda avaiana, Ricardo se sentia em casa no Figueirense. Foi onde se sentiu valorizado e conquistou os títulos Estadual (1994) e da Copa Mercosul (1995).


Fernando Vieira de Souza, ou simplesmente Nando, natural de Florianópolis-SC, em 1995 jogava no Canto do Rio, time amador do Ribeirão da Ilha, e era ajudado financeiramente por sua mãe, Alda Vieira de Souza. No início de 1996 foi descoberto pelo Figueirense. O atacante estreiou em clássicos no dia 9 de outubro de 1996. Naquele dia o Figueirense mostrou bom futebol e derrotou o Avaí por 1 a 0, em jogo válido pela Copa Santa Catarina, partida disputada no Estádio Orlando Scarpelli. Nando, na época com 22 anos, foi o autor do gol. Seu gol, marcado aos 37 minutos do primeiro tempo, foi dedicado a sua mãe, residente na praia dos Ingleses. No lance histórico na carreira do jogador, Nando aproveitou a confusão na pequena área para chutar forte, sem oportunidade de defesa para o goleiro do Avaí.


No dia 23 de abril de 1997, no clássico nº 347, o Figueirense fez 3 a 0 no Avaí e, depois de mais de 40 anos, assumiu a ponta na história dos clássicos com 122 vitórias contra 121 do time azurra. O jogo foi no Estádio da Ressacada, válido pelo Campeonato Catarinense. Os gols foram marcados por Carlinhos Miranda, Dourado e Silva.


O clássico de Florianópolis é o único ainda existente no futebol de Santa Catarina. É por isso que ele sempre foi o maior deles.











quarta-feira, 18 de maio de 2011

ÍDOLOS - PARTE I



O Blog inicia uma série de postagens sobre os ÍDOLOS DA TORCIDA DO FIGUEIRENSE - do passado e do presente. Confira um pouco da trajetória desses craques no time alvinegro:



DOLLY
Dolly Martins, nasceu no dia 22 de maio de 1925 no Rio de Janeiro-RJ. Começou carreira no Flamengo-RJ. Em 1950 veio jogar no Figueirense, onde ficou até 1951. É considerado um dos maiores goleiros da história do clube.

DOMI
Dumiense de Paula Ribeiro, o popular Domi, nasceu em Florianópolis-SC, em 20 de março de 1937. Domi, um dos maiores goleiros de todos os tempos do Figueirense, jogou no Alvinegro nos anos de 1957, 1960, 1963 e 1964. Em 1964, foi escolhido o melhor jogador de Santa Catarina.

JOCELI
Joceli Ferreira, nasceu em Florianópolis-SC. Começou carreira no Figueirense. Jogou pelas categorias de base de 1958 a 1962 e pelo time principal de 1962 a 1965 e de 1971 a 1973. Alto, rápido, reflexo imediato, Joceli fez história.

DA COSTA
Adilson Carvalho da Costa, natural de Braço do Norte-SC, jogou pelo Figueirense nos anos de 1973/1974. Conhecido como Da Costa, ele se consagrou como um dos melhores goleiros de Santa Catarina e responsável direto pela participação do primeiro clube catarinense, o Figueirense, no Campeonato Nacional, em 1973. Foi o herói do Alvinegro na decisão da Série "Melhor de Três" contra o Avaí FC, para saber qual clube representaria o futebol catarinense no Brasilierão.

CÉLIO
Célio Maciel dos Santos, nasceu em 24 de janeiro de 1940 em Campos Novos-SC. Atuou por vários clubes brasileiros. Em 1973, com 33 anos e vindo do Coritiba-PR, defendeu o gol do Figueirense na estréia do clube catarinense no Campeonato Brasileiro. Era considerado um goleiro experiente e com grande elasticidade.

CARLOS ALBERTO
Carlos Alberto Agostinho, natural de Taió-SC (11/07/1967), jogou pelo Figueirense de 1996 a 1999. De reflexos apurados, impulsão, muita experiência, boa colocação e excercendo a função de líder dentro de campo, Carlos Alberto foi um jogador que entrou para a história do clube.

ÉDSON BASTOS
Édson Bastos Barreto, natural de Foz do Iguaçu-PR (03/11/1979), começou sua carreira no Figueirense em 1998. Firmou-se como goleiro titular do Alvinegro em 2002, onde ficou até 2006. Goleiro arrojado e de muita agilidade, Édson Bastos, também deixou sua marca no Figueirense.

WILSON
Wilson Rodrigues de Moura Júnior, nasceu em Santo André-SP, em 31 de janeiro de 1984. Começou no Flamengo-RJ e veio para o Figueirense em 2007. Devido às suas grandes atuações, é um dos maiores ídolos que atuam pelo clube atualmente. É um dos jogadores com maior habilidade embaixo das traves na história do Figueirense. Wilson já marcou três gols com a camisa do Alvinegro, 2 de penaltis e 1 de falta.

sexta-feira, 18 de março de 2011

MEMÓRIA



Em 1973 e 1974, Figueirense Futebol Clube e Avaí Futebol Clube disputaram a vaga para representar Santa Catarina no Campeonato Nacional de Clubes. Acompanhe abaixo detalhes sobre os jogos, extraídos do Jornal O Estado.


FIGUEIRENSE FATURA AVAÍ NO JOGO DA CONSAGRAÇÃO DE DA COSTA
O clássico de 13 de maio de 1973, válido pelo Campeonato Estadual e também como a primeira partida da Melhor de Três que indicaria o representante de Santa Catarina no Nacional de 1973 foi nervoso e as duas equipes mostraram um excelente futebol com jogadas para qualquer público do País, o que justifica o ingresso de Santa Catarina no Nacional.

DA COSTA FOI O MELHOR EM CAMPO NO JOGO QUE O CONSAGROU COMO GOLEIRO DO FIGUEIRENSE
Da Costa: a maior figura da partida. Há muitos anos não aparecia no Estádio Adolfo Konder um goleiro que jogasse tanto. Soube dar tranquilidade e inspirar confiança a sua zaga. Garantiu a vitória alvinegra.

FIGUEIRENSE GANHA JOGO E PRÊMIOS
O Figueirense ganhou todos os prêmios oferecidos pelo Jornal O Estado, no dia do seu 58º aniversário.
Da Costa, que garantiu a vitória de 1 a 0, foi escolhido como o melhor do jogo e ficou com um TV portátil.
Tião Marino autor do único gol da partida, levou Cr$500,00.
A torcida do Figueirense, que movimentou o Adolfo Konder, com bandeiras, charanga e muito incentivo ao seu time, ganhou um troféu.
O 1 a 0 garantiu ao Figueirense, um troféu e 13 rádios de pilha, distribuidos aos jogadores.














FICHA TÉCNICA:
Data: 13/05/1973
Avaí 0x1 Figueirense
Local: Estádio Adolfo Konder, em Florianópolis-SC
Gol: Tião Marino, aos 25 min. do 1º tempo
Juiz: Sebastião Rufino (PE), indicado pela C.B.D.
Público: não divulgado
Time do Figueirense: Da Costa, Pinga, Jaílson, Moenda e Casagrande; Adailton, Moacir e Caco; Luiz Éverton, Tião Marino e Land. Técnico: Jorge Ferreira.



FIGUEIRENSE GANHOU COM MÉRITOS A VAGA PARA O NACIONAL
O Estádio do Clube Náutico Marcílio Dias não pode receber no dia 16 de maio de 1973, todo o público que pretendia ver a segunda partida entre Figueirense e Avaí, pela Série Melhor de Três Pontos que indicou o representante de Santa Catarina no Nacional. Uma caravana de torcedores da Capital invadiu a cidade de Itajaí onde a vaga foi decidida, em campo neutro, como havia recomendado a Confederação Brasileira de Desportos (C.B.D).


É FIGUEIRA
Garantindo o 0x0 que lhe deu o ingresso no Nacional, o Figueirense soube, na noite do dia 16 de maio de 1973, em Itajaí, resistir a pressão do Avaí no 1º tempo e manter o empate até o final.


FICHA TÉCNICA

Data: 16/05/1973
Figueirense 0x0 Avaí
Local: Estádio Dr. Hercílio Luz, em Itajaí-SC
Público: não divulgado
Juiz: Arnaldo César Coleho (RJ), indicado pela C.B.D.
Time do Figueirense: Da Costa, Pinga, Jaílson, Moenda e Casagrande; Adailton, Moacir e Luiz Éverton; Caco, Tião Marino (Quincas) e Land. Técnico: Jorge Ferreira.


1974: FIGUEIRENSE X AVAÍ EM MELHOR DE TRÊS PONTOS
Nove meses depois que o Figueirense, com um gol de Tião Marino, na primeira partida, classificou-se para representar Santa Catarina no Campeonato Nacional de 1973, batendo ao Avaí, as duas equipes entraram novamente em campo no dia 6 de fevereiro de 1974, com o mesmo objetivo: quem conseguisse 4 pontos sobre o adversário estaria automaticamente incluído no certame.
No primeiro confronto da Série Melhor de Três, jogando contra um Figueirense sem preparo físico, o Avaí não encontrou dificuldade para ganhar por 2 a 0. Arbitragem: José Mauro Vinhas (RJ). O jogo foi realizado no Estádio Orlando Scarpelli. A arrecadação não foi fornecida.
Com um gol de Caco, marcado aos 36 minutos da etapa inicial, o Figueirense venceu na noite de 9 de fevereiro de 1974 o Avaí, adiando para um terceiro jogo a decisão da Melhor de Três que indicaria o representante catarinense no Campeonato Nacional daquele ano. O Figueirense foi superior durante todos os 90 minutos, principalmente no segundo tempo. Arbitragem: Romualdo Arppi Filho (SP). Local: Estádio Orlando Scarpelli. O público não foi fornecido.
No terceiro e decisivo confronto, disputado em 12 de fevereiro de 1974, a decisão só veio depois de 120 minutos de jogo e 15 penalidades. Sabará cobrando a 15ª penalidade, já na madrugada do dia 13, deu ao Avaí o direito de participar do Nacional de 1974.
A primeira série de 10 penalidades terminou empatada, com aproveitamento total. Depois Vilela bateu para defesa de Da Costa, Jaílson atirou fora, Rubens converteu e defendeu, a seguir, o tiro de Luiz Éverton. Foi então a vez de Sabará selar a sorte da disputa, cobrando forte, rasteiro, praticamente entre os braços de Da Costa que, apesar de cair certo, não conseguiu deter a bola. Começava a festa avaiana, após uma partida nervosa, corrida e equilibrada. Na prorrogação, sentindo o esforço despendido, os jogadores trataram de manter o empate. O jogo foi apitado por José Faville Neto (SP). Público: não divulgado. Local: Estádio Orlando Scarpelli.
























































sexta-feira, 13 de novembro de 2009

TODO GRANDE TIME, COMEÇA COM UM GRANDE GOLEIRO



A máxima de que todo grande time, começa com um grande goleiro serve para o Figueirense. Passaram pelo clube goleiros de categoria, como: Domi, Joceli, Vanderlei, Célio, Carlos Alberto, Édson Bastos, Wilson, entre outros.
No futebol, a posição de goleiro é a mais ingrata.
Ser goleiro é ser herói e vilão.
Abaixo, vamos falar um pouco sobre alguns dos goleiros alvinegros.

GRANDE GOLEIRO
Da Costa se consagrou como um dos melhores goleiros de Santa Catarina e responsável direto pela participação do primeiro clube catarinense, o Figueira, no Campeonato Nacional, em 1973. Foi o herói do alvinegro na decisão da série "melhor de três" contra o Avaí FC, para saber qual clube representaria o futebol catarinense no Nacional.

LUIZ CARLOS: 930 MINUTOS SEM SOFRER GOL
Em 1983 a defesa alvinegra era o ponto forte do Figueirense, tanto que o goleiro Luiz Carlos permaneceu quase 1.000 minutos sem sofrer um gol.
Os nove jogos pela segunda etapa do Campeonato Estadual, um amistoso e parte do segundo tempo do jogo com o Joinville, nas semifinais da Taça Governador do Estado, totalizaram 930 minutos e Luiz Carlos se aproximou do recorde nacional que pertence ao goleiro Manga (Inter-RS), que ficou 1.040 minutos sem levar gol.
O goleiro Luiz Carlos era um dos mais experientes jogadores do elenco do Figueirense em 1983, chegou no clube em 1982. No Figueira foi campeão da Taça Mané Garrinha e vice-campeão catarinense, ambos em 1983. Se destacou no alvinegro pelo seu senso de colocação, pelo bom reflexo e também pela liderança.


PREPARADOR DE GOLEIROS
Humberto Gomes Ferreira, natural de Florianópolis, foi goleiro do Figueirense no início da década de 80, onde começou carreira, tendo uma passagem meteórica pelo Avaí-SC.
Foi em 1983, depois de formado na UFSC, que decidiu abandonar a carreira de jogador de futebol para dedicar-se especialmente a preparação física. Ficou no Figueira até 1986, depois passou por vários clubes, como: Atlético-PR, Inter-RS, Vasco-RS, Grêmio-RS e Atlético-MG, atuando como preparador físico e treinador de goleiro.
Humberto Ferreira é um exemplo de que um grande goleiro, começa com um grande preparador de goleiro.


PEÇANHA FOI ACABAR NO GOL POR ACIDENTE
Antônio Manoel Peçanha, natural de Laguna-SC, chegou em 1976 no Figueirense para treinar como zagueiro, mas como suas qualidades não apareciam, resolveu pedir ao técnico dos juvenis, Joel Passos, para treinar no gol. Acabou dando certo. Dos juvenis chegou a Seleção Catarinense de Juniores, e depois se profissionalizou. Com 1.80 m de altura, mostrava bons reflexos e colocação.
Peçanha jogou profissionalmente no Figueirense nos anos 80/90. Atualmente é preparador de goleiros do próprio alvinegro.


CARLOS ALBERTO
Carlos Alberto Agostinho, goleiro, natural de Taió-SC, foi contratado pelo Figueirense em 1996. De reflexos apurados, impulsão, muita experiência, boa colocação e excercendo a função de líder dentro de campo, Carlos Alberto foi um dos principais destaques do alvinegro na campanha que levou o time a 3ª colocação na Série C do Campeonato Brasileiro e ao título da Copa Santa Catarina, em 1996. Nestas competições o goleiro passou por uma fase espetacular, se especializando em defender penaltis e chegando ao ponto de ser considerado um dos melhores goleiros da história do Figueirense.

JOCELI
Joceli Ferreira, um dos grandes goleiros do futebol catarinense, começou a carreira no Figueirense. Alto, rápido, reflexo imediato, Joceli fez história. Jogou pelo Figueirense nos anos 60 e 70.

ÉDSON BASTOS
O goleiro Édson Bastos também deixou sua marca no clube. Goleiro arrojado, de muito reflexo e agilidade. Dotado de uma elasticidade incrível, Édson Bastos também teve excelente passagem pelo Figueirense. Jogou pelo alvinegro de 2000 a 2006.

WILSON
Wilson Rodrigues de Moura Júnior, natural de Santo André-SP, chegou no Figueirense em 2007 vindo do Flamengo-RJ. Sua estreia aconteceu num clássico contra o Avaí (14/02/2007) com vitória alvinegra por 3 a 0. Desde sua estreia é o titular absoluto do gol do Figueira. Trata-se de um goleiro bastante seguro, de extrema habilidade, de personalidade e amado pela torcida. É um dos jogadores com maior habilidade embaixo das traves na história do Figueirense FC.