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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

MEMÓRIA



ALVINEGRO DE CORAÇÃO, ORLANDO SCARPELLI TEVE SEU NOME GRAVADO NA HISTÓRIA DO FIGUEIRENSE JUNTO COM UMA LISTA DE PERSONALIDADES QUE ELEVARAM O NOME DO ALVINEGRO

1945 é o ano que assinala um dos maiores feitos da história do Figueirense Futebol Clube: o início do sonho da construção do estádio do clube.
A construção do estádio do Alvinegro começou a ser projetada em 1945, graças à operosidade do empresário Orlando Scarpelli. Com seu incontestável dinamismo, aliado ao grande amor que o prendia ao futebol, Scarpelli concretizou o ideal sonhado, qual foi o de dotar Florianópolis de um estádio à altura de seu desenvolvimento. O empresário - torcedor e dirigente do Figueirense - comprou um terreno para a construção do estádio do Figueirense Futebol Clube, que posteriormente seria doado ao clube.
Na verdade, Orlando Scarpelli e seus companheiros de administração, entre os quais não podemos esquecer Osni Ortiga, Thomaz Chaves Cabral, Carlos Edgar Moritz, Manoel Ferreira de Melo, muito fizeram para o Alvinegro alcançar a sua grandeza atual.
Em janeiro do ano de 1946, em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados, o Figueirense Futebol Clube, homenageou o destacado desportista, Orlando Scarpelli, conferindo-lhe o título de "Sócio Benemérito".


HOMENAGEM AO DR. LUIZ GALLOTTI

O Interventor Federal, Luiz Gallotti, foi titulado na noite do dia 25 de janeiro de 1946, na sede do Clube Doze de Agosto, como "Sócio Honorário" do Figueirense Futebol Clube, como prova de reconhecimento aos inúmeros serviços prestados ao clube Alvinegro e ao desporto em geral, na condição de Interventor Federal e Vice-Presidente da Confederação Brasileira de Desportos (CBD).
Melhor gesto não poderia ter a Diretoria do Figueirense Futebol Clube, presidida por Orlando Scarpelli, oferecendo uma justa homenagem ao Dr. Luiz Gallotti, uma figura de grande relevo no desporto Nacional. A atuação do ilustre catarinense na Vice-Presidência da C.B.D. foi das mais expressivas e muito deve o Brasil esportivo aos inestimáveis serviços por ele prestados ao seu desenvolvimento.
Luiz D'Assunção Gallotti, nasceu em 15 de agosto de 1904, em Tijucas-SC e faleceu em 24 de outubro de 1979. Formado em Direito, Gallotti foi Deputado Estadual, Procurador da República, Interventor do Estado de Santa Catarina, Subprocurador-Geral da República, Procurador Geral, Ministro do Supremo Tribunal Federal, Vice-Presidente do Conselho Nacional dos Desportos e Vice-Presidente da Confederação Brasileira de Desportos.














quinta-feira, 4 de agosto de 2011

CONSELHO DELIBERATIVO

No ano de 1944, oportunidade em que foi aprovado o novo Estatuto Social, foi eleito no dia 21 de abril o 1º Conselho Deliberativo do Figueirense Futebol Clube. E, seis dias após, ou mais precisamente no dia 27 de abril, foram eleitos e empossados, os membros do Conselho Fiscal, da Comissão de Sindicância e Diretores clube e do Conselho Deliberativo, para o biênio 1944-1945.

O 1º Conselho Deliberativo do Figueirense Futebol Clube foi formado pelos seguintes membros:



  • Presidente: Dr. Armando Calil Bulos


  • Vice-Presidente: Dr. Osvaldo Bulcão Viana

DEMAIS MEMBROS:



  • Dr. Milton Leite da Costa, Raul Wendhausen, Dr. Altamiro Lobo Guimarães, Dr. João Eduardo Moritz, Tenente Coronel Ugo Silva, Osni Ortiga, Roberto Moritz, Dr. Thiers Lemos Fleming, Capitão Átila Barroso, Osvaldo de Passos Machado, Dr. Renato Gutierrez, Dr. César Seara, Orlando Scarpelli, Roberto Oliveira, Manuel Ferreira de Melo, Dr. Álvaro Millen da Silveira, Carlos Edgar Moritz e Irajá Gomide.

SUPLENTES:



  • Thomaz Chaves Cabral, Dr. Heitor Ferrari, Tenente Duarte Pedra Pires, Pedro Xavier, Dr. Domingos E. da Trindade, Aldo Luz e Silvio Machado.

DIRETORIA DO CLUBE:


  • Presidente: Orlando Scarpelli

  • Vice-Presidente: Carlos Edgar Moritz

  • Secretário Geral: Manuel Ferreira de Melo

  • 1º Secretário: Aldo Luz

  • 1º Tesoureiro: Irajá Gomide

  • 2º Tesoureito: Procópio Dario Ouriques

  • Diretor Geral de Esportes Terrestres: Tenente Duarte Pedra Pires

  • Diretor de Futebol Profissional: Thomaz Chaves Cabral

  • Diretor Social e de Propaganda: Osni Ortiga

  • Diretor de Patrimônio: Dr. Domingos E. da Trindade

  • Orador: Dr. Renato Gutierrez

CONSELHO FISCAL:


  • Milton Dias, Ubaldo Abraham e Danúbio Melo

SUPLENTES:


  • Humberto Machado, Mário Moura e Raimundo Vieira

COMISSÃO DE SINDICÂNCIA:


  • Domingos Norberto da Silva

  • Walter Moritz

  • Isac Rodrigues

SUPLENTES:


  • Getúlio Zomer, Júlio Gonçalves e Osvaldo Domingos da Silva

O Conselho Deliberativo eleito em Assembléia Geral, constitui o poder soberano do clube, representando a manifestação coletiva dos associados. Atualmente, o Conselho Deliberativo do Figueirense Futebol Clube é composto por 100 membros efetivos e 50 suplentes. O presidente é o Dr. Júlio César Gonçalves.




O primeiro presidente do Conselho Deliberativo do Figueirense Futebol Clube foi o Dr. Armando Calil Bulos.
Natural de Laguna-SC, Armando Calil Bulos, nasceu no dia 5 de setembro de 1915. Foi advogado e político.
Formou-se em Direito pela Universidade Federal do Paraná em 1940.
Foi Deputado à Assembléia Legislativa Catarinense de 1947 a 1951 e Secretário Assistente do Codesul (Conselho de Desenvolvimento e Integração do Sul) nos anos de 1966, 1967 e 1968.




quinta-feira, 28 de julho de 2011

TÉCNICO PERUANO DIRIGIU O FIGUEIRENSE




Na década de 40, chegava à Florianópolis o empresário Orlando Scarpelli vindo de São Paulo. Homem ligado ao futebol, Scarpelli logo se identificou com o Figueirense Futebol Clube e assumiu a responsabilidade de entrar para a diretoria do clube. Em 1943, como presidente do Figueirense, Orlando Scarpelli fez um grande trabalho à frente do clube, desenvolvido com a máxima dedicação. Scarpelli acreditava que o Figueirense poderia fazer muito pelo futebol de Santa Catarina e que o Alvinegro poderia alcançar um lugar de destaque no cenário esportivo do Brasil. Segundo o presidente do Figueirense, uma das coisas que faltava em Santa Catarina era a contratação de um técnico experiente. Por isso, Scarpelli trabalhou com interesse para conseguir um. E foi procurá-lo lá em São Paulo. O escolhido foi o peruano Dario Letona Vera.

Dario Letona era um conhecedor do futebol e, além do mais, era diplomado pela Escola Superior de Educação Física do Estado de São Paulo e pela Escola Militar de Chorrillos do Peru. O professor Dario Letona já havia exercido com notável papel, a função de treinador do Santos-SP, Coritiba-PR e Guarani-SP.

O treinador, que nasceu no Peru, chegou ao Figueirense Futebol Clube em maio do ano de 1943. Mas, por não se ambientar em Florianópolis, rescindiu o seu contrato com o clube catarinense regressando à São Paulo no início do mês de outubro do mesmo ano.

Logo após a sua saída, o técnico fez questão de elogiar a direção e o grupo de jogadores, citando especialmente os dirigentes Orlando Scarpelli (responsável pela sua indicação) e Osni Ortiga. Dario Letona ficou impressionado com alguns atletas que treinou. Citou a zaga do Figueirense que formava com Chinês e Ieiê - na opinião do treinador, essa dupla era das melhores do Estado.



CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE DARIO LETONA

Dario Letona Vera, nasceu no Peru. Na história do esporte brasileiro, Dario Letona surgiu em Santos-SP na década de 30, como professor de ginástica e preparador físico formado pela Escola Militar de Chorrillos, de Lima-Peru. Foi contratado por diversos clubes da cidade. No Tênis Clube de Santos, ministrou aulas para associados até 1941. Na Associação Atlética dos Portuários de Santos e na Associação Atlética Portuguesa, trabalhou na preparação e treinamento de pugilistas amadores. No Santos Futebol Clube chegou a técnico de futebol em 1940 e 1941. Em 1942 formou-se na Escola Superior de Eduação Física de São Paulo (atual USP). Também treinou diversos times de futebol pelo Brasil, como Coritiba-PR, Guarani-SP, Figueirense (1943), Internacional de Porto Alegre-RS (1944 e 1946), Atlético-MG (1947) e Vitória-BA (1948).

Diplomado pela Escola Superior de Educação Física do Estado de São Paulo (Curso Especializado de Futebol e Tênis) e pela Escola Militar de Chorrillos, em Lima, Capital do Peru (Curso de Esportes e Massagens), Dario Letona foi professor de esgrima e tênis e treinador de futebol, natação e boxe. Exerceu também o cargo de professor de educação física do Ginásio Municipal da Cidade de Barretos, interior do Estado de São Paulo.


segunda-feira, 11 de julho de 2011

PARA REVIVER O PASSADO



Realizou-se em 3 de janeiro de 1941 a eleição da nova diretoria do Figueirense Futebol Clube. O presidente eleito para comandar o clube foi Osni Ortiga. Ortiga, já havia sido presidente do Figueirense entre 1934 a 1935. Na ocasião também foram empossados novos integrantes da diretoria do Alvinegro:

Presidente: Osni Ortiga

Secretário Geral: Narbal Vilela

1º Secretário: Irajá Gomide

2º Secretário: José Cavallazzi

Tesoureiro Geral: Ubaldo Abraham

1º Tesoureiro: Braulino Santos

2º Tesoureiro: Arnaldo Viana

Orador: Renato Gutierrez


Durante a Assembléia Geral do Figueirense Futebol Clube realizada em 7 de janeiro de 1942, Thomaz Chaves Cabral foi eleito o 24º presidente do clube. Cabral, que sucedeu no cargo ao Sr. Osni Ortiga, foi eleito com ampla satisfação, merecendo unânime aprovação da parte dos associados do clube.

A diretoria escolhida foi a seguinte:

Presidente de Honra: Osni Ortiga

Presidente: Thomaz Chaves Cabral

Vice-Presidente: Tenente João Domingos da Silva

2º Vice-Presidente: Carlos Edgar Moritz

Secretário Geral: Oscar Abraham

1º Secretário: Narbal Vilela

2º Secretário: Mário Moura

Tesoureiro Geral: Ubaldo Abraham

1º Tesoureiro: Danúbio Melo

2º Tesoureiro: Isaac Rodrigues

Orador: Emídio Cardoso Júnior

Diretor de Esportes: Raul Caldas

Diretor Social: Ivo Reis Montenegro

Diretor de Patrimônio: Carlos Moritz

Diretor de Propaganda: Aldo Luz

Conselho de Esportes: Dr. José da Rocha Ferreira Bastos, Dr. Milton Leite e Jornalista Jau Guedes

Conselho Fiscal: Serafim Fornerolli, Manoel Melo e Walter Moritz


Em 1942, o Figueirense incluiu em sua diretoria o pai de um de seus jogadores. Tratava-se de Serafim Fornerolli, pai do famoso meia esquerda do Alvinegro, Valdemar Fornerolli, campeão Estadual de 41.


O Figueirense fez sua estréia na temporada 1942 no mês de janeiro, no dia 25, quando a equipe comandada pelo técnico Raul Caldas, excursionou à cidade de Blumenau-SC, onde disputou uma partida amistosa com o Blumenauense Futebol Clube. Contando com um time bem entrosado e ostentando o título de campeão Estadual do ano de 1941, o Alvinegro tinha o dever moral de apresentar ao público de Blumenau um bom futebol. A equipe Alvinegra chegou a estar vencendo por 3 a 0, mas permitiu a reação do time da casa. O jogo terminou, assim, empatado de 3 a 3.

O Figueirense atuou com: Vadico; Biguá e Décio; Minela, Chocolate e Luiz; Gatinho, Calico, Wilson, Fornerolli e Neri.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

MEMÓRIA ALVINEGRA



O ano de 1941 foi um dos mais gloriosos do Figueirense Futebol Clube, com o time conquistando os títulos do Torneio Início, Campeonato da Cidade e Campeonato Estadual.


Há 70 anos atrás, o torcedor do Alvinegro vibrava com a conquista do Campeonato Citadino. O Blog relembra a façanha.





O Figueirense tinha um time bom, cujo conjunto foi a principal caracteristica. Um time que reunia eficiência no ataque e confiança na defesa. O técnico do Figueirense era Hercílio Polli, que contou com um plantel de 16 jogadores. Com uma defesa bem fortalecida, responsável pela equipe levar apenas 8 gols em 8 jogos, uma média de 1 gol cada jogo, o Figueirense teve apenas uma derrota, contra o Clube Atlético Catarinense, 2x0. Os atacantes do Alvinegro caracterizavam-se pela excelência de suas jogadas. Invadiram por 27 vezes o reduto guarnecidos pelos goleiros adversários, numa média de 3;37 gols por partida. No decorrer do certame a linha de ataque do Figueirense teve um revezamento de oito jogadores: Neri, Fornerolli, Gatinho, Vilson, Calico, Secura, Ceceu e Azevedo foram os valorosos atacantes do Figueira.
O jogo do título foi o último do returno, no dia 27 de julho de 1941, Figueirense 9x0 Tamandaré, gols de Fornerolli, Vilson (5), Secura (2) e Neri.
O presidente do Figueirense na conquista do título Citadino era o Sr. Osni Ortiga.



O TIME CAMPEÃO DA CIDADE
Vadico, Pé de Ferro, Décio; Fred, Chocolate, Sidnei; Secura, Calico, Gatinho, Fornerolli e Neri.
Técnico: Hercílio Polli.
Jogaram também: Biguá, Vilson, Godinho, Ceceu e Azevedo.


UM TIME BEM ENTROSADO
A equipe Alvinegra era muito entrosada. Vadico, Pé de Ferro e Décio formavam uma defesa quase invunerável. O goleiro Vadico era bastante seguro e foi considerado na época um dos melhores do Estado. A linha média - Biguá, Chocolate e Sidney - era habilidosa, nela destacava-se o centromédio Chocolate. Na linha de ataque, o destaque era Calico, que apresentava uma excelente forma física. Gatinho e Fornerolli também foram importantes para o sucesso da equipe.



OS JOGOS:

Figueirense 1x0 Iris
Figueirense 3x2 Avai
Figueirense 0x2 Atlético
Figueirense 7x2 Tamandaré
Iris 1x2 Figueirense
Avaí 0x2 Figueirense
Atlético 1x3 Figueirense
Tamandaré 0x9 Figueirense

Campeão: Figueirense Futebol Clube
Vice-campeão: Clube Atlético Catarinense

Obs.: Todos os jogos foram disputados no Estádio Adolfo Konder, em Florianópolis (antigo Campo da Liga).

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

FATOS E PERSONAGENS DA HISTÓRIA ALVINEGRA



Calico, foi o jogador que mais tempo atuou pelo Figueirense. Jogou no alvinegro durante 15 anos seguidos - de 1932 a 1947.

No mês de março de 1949 foi instalada nos altos da Casa Polli, na Praça XV de Novembro, a nova Sede do Figueirense Futebol Clube, gentilmente cedida pelos dirigentes daquela importante empresa.

De 1947 a 1951 o Figueirense conquistou o inédito pentacampeonato do torneio início.

Em julho de 1951 foi cercado o campo do Figueirense provisoriamente de madeira, para que, pudesse dentro de alguns meses, sediar partidas de futebol.

Procópio Dário Ouriques, foi um dos mais completos jogadores do futebol catarinense do passado. Jogou pelo Figueirense em dois períodos: 1931 a 1932 e 1936; 1943 a 1948.

Nos anos 70, Procópio colaborou com o clube do seu coração, o Figueirense, sendo um dos seus dirigentes.

Em junho de 1971, pela primeira vez na história do jornalismo catarinense o Figueirense, teve sua vida relatada num suplemento especial que o jornal O Estado preparou para homenagear o clube, na ocasião do seu 50º aniversário.

A partir de 1972 o Figueirense passou a apresentar no seu escudo o desenho de uma figueira, caracterizando perfeitamente a sua origem.

Em 1972, com o técnico Jorge Ferreira, o Figueirense conquistou o título estadual que estava afastado desde 1959 da Capital e que teve o Paula Ramos como campeão.

O ex-presidente do Figueirense, Major José Mauro da Costa Ortiga ( de saudosa memória), ficou conhecido como um dos dirigentes que mais contribuiu para o desenvolvimento do futebol de Florianópolis. Ortiga revolucionou o futebol da Capital com uma administração vitoriosa.

Entre inúmeras passagens hilariantes, uma foi vivenciada pelo massagista Afonso, do Avaí: Tião Marino recebeu de Luiz Everton e caminhou livre para marcar o terceiro gol do Figueirense contra o rival, pelas finais do estadual de 1972. O massagista Afonso, inconformado, saiu do banco e correu para dentro do gol, para tentar salvar. Não adiantou: Figueirense 3 a 1.

Ao final do ano de 1975, o Major José Mauro da Costa Ortiga, passou a presidência do Figueirense ao Dr. Dumiense de Paula Ribeiro, o popular Domi, ex-goleiro do clube e um alvinegro de coração.

"Águias do Figueirense", esse era o nome da torcida organizada do Figueirense que esteve ao lado do time em 1975 no campeonato brasileiro.

Osny Ortiga e José Mauro da Costa Ortiga tiveram muito sucesso quando presidiram o Figueirense. Osny conseguiu os títulos estaduais de 1939 e 1941. Por outro lado, seu filho, José Mauro, também levou o alvinegro a conquista de dois títulos estaduais (1972 e 1974) e a duas presenças no campeonato brasileiro (1973 e 1975).

Em 1983 a Revista Placar e o Instituto Gallup fizeram uma pesquisa para saber quais os clubes de maiores torcidas em todos os estados brasileiros. Em Santa Catarina, o Figueirense foi absoluto. Comprovou que tem a maior torcida do futebol catarinense.

Em 18 de setembro de 1985, o Figueirense prestou uma grande homenagem ao ex-presidente e conselheiro do clube, José Leal de Meirelles (na época com 84 anos), conquistando a taça que levava o seu nome, relativa ao título da 2ª fase do estadual de 1985. A decisão da taça José Leal de Meirelles foi contra o Blumenau, no estádio Orlando Scarpelli. O Figueirense venceu por 3 a 1, diante de um público superior a 7 mil torcedores.

Nos campeonatos catarinenses de 1983 e 1985, quando assumiu na condição de técnico interino o Figueirense, o dirigente Ivan Farias teve um saldo positivo. Em 1983 saiu invicto: sete partidas, cinco vitórias e dois empates. O time fez 12 e sofreu apenas 2 gols. Em 1985, sobs o seu comando, o Figueirense jogou sete vezes, venceu quatro, empatou um e perdeu dois. O ataque marcou 14 gols e a defesa sofreu cinco.

Em 1986 o Figueirense amargou a decepção do rebaixamento à 2ª divisão do futebol catarinense. Foi o pior momento da vida do clube.

Em 1996, o Figueirense, campeão da Copa Santa Catarina enfrentou a Chapecoense, campeã estadual, em dois jogos ( 20 e 22/12/96), para definir o representante catarinense na Copa do Brasil de 1997. O Figueirense venceu os dois confrontos. No primeiro, em Florianópolis, por 1 a 0, e no segundo em Chapecó, por 4 a 1, garantindo, desta forma, o direito de disputar a Copa do Brasil como único representante de Santa Catarina.

Em julho de 1998 o treinador Sérgio Lopes voltou ao Figueirense, ele que já havia ocupado o cargo no alvinegro em 1976, 1981, 1982, 1990 e 1997 e, que como jogador, foi o maior ídolo do Figueira em 1974 no Estadual e 1975 no Nacional.

Em 1998, o treinador Sérgio Lopes retornou ao Figueirense para substituir Luiz Gonzaga Millioli que foi trabalhar no Oriente Médio, para treinar a Seleção do Catar.

O ex-goleador Antônio Fernandes Quintino, o Toninho, foi contratado pelo Figueirense, em dezembro de 1998, para ser gerente de futebol do clube. Toninho chegou no Orlando Scarpelli com o desafio de ajudar a implementar o ambicioso projeto do Figueirense para 1999, que montou um grande time, reformou o estádio e transformou-se em clube empresa.

Jaime Casagrande, ex-jogador do Figueirense no passado, lateral esquerdo, ídolo da torcida nos anos 70/80, vigoroso, ótimo marcador e que chutava bem de fora da área, depois que parou de jogar ficou trabalhando pelo Figueirense desempenhando várias funções dentro do clube como a de preparador de goleiros, técnico e supervisor das categorias de base.